Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

CNBB
“Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida” é o tema desta edição
Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente, na Quarta-feira de Cinzas, dia primeiro de março, a Campanha da Fraternidade 2017 (CF 2017). O lançamento será na sede da entidade, em Brasília (DF), e será transmitido ao vivo pelas emissoras de TV de inspiração católica, a partir das 10h45.
A campanha, que tem como lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), alerta para o cuidado da Casa Comum, de modo especial dos biomas brasileiros. Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase à diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem, sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.
Ainda de acordo com o bispo, a CF deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.
A cerimônia de lançamento contará com as presenças do arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, do secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, e do secretário de articulação institucional e cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Edson Duarte.
No Brasil, a Campanha já existe há mais de 50 anos e sua abertura oficial sempre acontece na Quarta-feira de Cinzas, quando tem início a Quaresma, época na qual a Igreja convida os fiéis a experimentarem três práticas penitenciais: a oração, o jejum e a esmola.
Material
Para ajudar nas reflexões sobre a temática, são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal. Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o documento faz uma abordagem dos biomas, suas características e contribuições eclesiais na defesa da vida e cultura dos povos originários de cada bioma brasileiro. Também são apresentadas considerações ecológicas sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos para esta edição, sendo o principal a Coleta Nacional de Solidariedade.
Os subsídios da CF 2017 estão disponíveis no site da editora Edições CNBB. É possível fazer o download do arquivo com todas partituras das músicas da CF 2017 e da Quaresma, entre elas o Hino Campanha, de autoria do padre José Antônio de Oliveira e Wanderson Freitas. Os interessados poderão baixar ainda o cartaz da CF e os spots de rádio, TV e internet preparados para a ocasião.
Título Original: CNBB lança Campanha da Fraternidade 2017
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

Web

Notícias Canção Nova

Francisco fez discurso em encerramento de um seminário sobre o direito humano à água
Da Redação, com Boletim da Santa Sé
“Eu me pergunto se em meio a essa terceira guerra mundial aos pedaços que estamos vivendo, não estamos a caminho da grande guerra mundial pela água”, afirmou o Papa Francisco nesta sexta-feira, 24, ao concluir um seminário sobre o direito humano à água.
O evento promovido pela Pontifícia Academia das Ciências reuniu ontem e hoje, no Vaticano, 90 especialistas de toda parte do mundo, inclusive do Brasil, entre professores, membros de ONG e representantes de governos. A proposta foi discutir o papel central das políticas públicas na gestão da água e dos serviços ambientais.
Essa questão da água é fundamental e muito urgente, disse o Papa, pois onde há água há vida. Porém, ele fez a ressalva de que nem toda água é vida, apenas aquela segura e de qualidade, água potável, à qual toda pessoa tem direito e também um dever.
Confira também
“O direito à água é determinante para a sobrevivência das pessoas e decide o futuro da humanidade. É prioritário também educar as próximas gerações sobre a gravidade desta realidade. A formação da consciência é uma tarefa árdua; precisa convicção e entrega”.
Francisco também citou alguns dados alarmantes da ONU sobre a água, ou melhor, sobre sua precariedade: a cada dia, mil crianças morrem por causa de doenças relacionadas com a água; milhões de pessoas consomem água contaminada. São dados diante dos quais não se pode ficar indiferentes, frisou.
“Estes dados são muito graves; se deve parar e inverter essa situação. Não é tarde, mas é urgente tomar consciência da necessidade da água e de seu valor essencial para o bem da humanidade”.
Além de ser fundamental, Francisco observou que o direito à água é uma prerrogativa para proteger os demais direitos. “Deus Criador não nos abandona neste trabalho para dar a todos e a cada um um acesso à água potável e segura. Porém o trabalho é nosso, a responsabilidade é nossa (…) Não esqueçamos que a cada dia mil crianças, cada dia, morrem por enfermidades relacionadas com a água”.
Título Original: Papa alerta sobre caminho para guerra mundial pela água
Foto: Web
Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

Web
 
Veritatis Splendor
– Como eu devo responder aos católicos que me criticam por querer evangelizar os não-católicos, especialmente os protestantes? [Os católicos] me chamam de “divisor” e os protestantes me chamam de “triunfalista”…
Antes de você responder, examine a sua consciência. Alguém pode ser culpado de ambos os problemas (divisão e triunfalismo) por evangelizar de modo errado ou pelo motivo errado. Algumas pessoas usam a religião como um cacetete para bater na cabeça das pessoas. Esse é um modo prático para assustar ou intimidar as pessoas. Outras pessoas são condescendentes e arrogantes. Elas não se preocupam em conduzir outras pessoas para Cristo. O que elas realmente querem é alcançar mais uma vitória às custas das outras pessoas que não são capazes de argumentar tão bem quanto elas.
Agora que dissemos tudo isso, vamos considerar a verdadeira evangelização:
Jesus não sugeriu apenas que evangelizássemos outras pessoas – Ele ordenou! (Mateus 5,14-16; 28,19-20). Os católicos receberam ordens não apenas de crer nas Boas Novas, como também espalhá-las (é esse, alias, o significado da palavra “evangelização”). A evangelização é divisiva? Em certo sentido, sim, pois divide a verdade do erro. Mas a evangelização, apropriadamente compreendida, é um verdadeiro convite para a unidade: aquela unidade que Jesus ardentemente desejou para nós (João 15,4-7; 17,20-26).
Nós nunca deveríamos nos orgulhar ou condescender quando compartilhamos a nossa fé com as outras pessoas. O convite para aderir à Igreja Católica deve ser atingido pela linguagem do amor e paciência. Este convite não é antagônico nem triunfalista. Como Paulo explicou em Gálatas 4,16 e Efésios 4,15, é dizer a verdade no amor.
Título Original: Como responder àqueles que me criticam por querer evangelizar os não-católicos?
Foto: Web
Site: Veritatis Splendor
Editado por Henrique Guilhon

Jurandir Dias

Em recente pesquisa, a organização Angus Reid Institute (ARI) constatou que 84 por cento dos canadenses aprovam a expansão da lei canadense de Direitos Humanos com penas mais severas contra o que chamam de “discurso de ódio” em relação aos transexuais. Quase 80 por cento consideram a aceitação do transgênero como “um sinal de progresso social”; 70 por cento acreditam que o país está se movendo em direção a “um conceito mais fluido de gênero”.[1]
O Ministro da Justiça do Canadá Jody Wilson-Raybould apresentou um projeto de lei em maio p.p. propondo a pena de dois anos de prisão para quem se manifestar contra o “transgenerismo”. Tal projeto não passou pelo Senado, mas teve apoio do Primeiro Ministro Justin Trudeau, que se diz católico.
Além disso, Trudeau declarou em entrevista para o canal de TV Sanday que o governo canadense pretende lançar uma cédula de identidade com a opção de gênero neutro. Durante uma passeata de homossexuais da qual participou, ele disse que tal documento com gênero neutro é uma real possibilidade.[2]
Os bispos católicos canadenses se mantêm em silêncio sobre a intenção do governo de regularizar o dito terceiro sexo. Somente o Bispo Frederick Henry da diocese de Calgary (foto acima) considera a atitude do governo como totalitária referente às novas diretrizes educacionais forçando escolas católicas a aceitarem o comportamento LGBT entre os estudantes. Ele condenou as diretrizes do governo dizendo que “eles respiram secularismo puro”. Disse ainda que isso é o “bater da loucura do relativismo e da imposição forçada de uma ideologia particular tacanha, anti-católica. “
Torre de Babel
A agenda homossexual chega ao extremo do ridículo e da loucura. No mês passado o Parlamento Canadense votou pela mudança de uma estrofe do Hino Nacional para introduzir o gênero neutro. A frase que diz “in all thy sons command” (em vossos filhos comanda) foi alterada para “in all of us command” (em todos nós comanda). A seguir assim, falta pouco para aparecer quem sugira a troca das cores da bandeira pelas do arco íris.
Existe também um movimento para mudar a linguagem com o intuito de se livrar dos pronomes masculino e feminino e introduzir um pronome neutro. Eles procuram uma palavra que possa ser usada internacionalmente. No começo de janeiro p.p., reuniram-se em Marriott, nos Estados Unidos, 334 linguistas, lexicógrafos, gramáticos e etimólogos para discutirem esse tema. O resultado foi o mesmo da Torre de Babel. Ninguém se entendeu.[3]
O Facebook, por sua vez, oferece mais de 50 opções de gênero para os seus usuários, incluindofluídos de gênero (a pessoa com uma identidade de gênero que está mudando), bigender (a pessoa que teria os dois sexos distintos) e agender (a pessoa sem um gênero identificado).
Manipulação linguística
Como se pode notar, estamos diante de uma manipulação linguística. O conceito de “gênero” não define o sexo. Não se pode dizer “gênero masculino” ou “gênero feminino” para os seres vivos, mas “sexo masculino” e “sexo feminino”. Já as palavras têm gênero e não sexo.
A Revolução faz uso de palavras carregadas de uma força talismânica, como descreve o Prof. Plinio Correa de Oliveira no livro “Baldeação Ideológica Inadvertida e Diálogo”[4]. Hoje em dia temos várias palavras-talismãs como, por exemplo, amor, preconceito, homofobia, intolerância, diálogo, gênero etc. Tais palavras trazem um sentido diferente do que elas de fato têm e levam as pessoas a uma verdadeira baldeação ideológica inadvertida. O único meio para “exorcizar” a ação da palavra-talismã é a sua explicitação. Nesse sentido, a agenda homossexual se utiliza da palavra “transgênero”, e de uma quantidade enorme de outras palavras, com o objetivo de propagar aIdeologia de Gênero. ]
Revolta contra Deus
Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby, “a Ideologia de Gênero é a mais radical rebelião possível contra Deus: o ser humano não aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: ‘Eu decido! Esta é a minha liberdade!’ — contra a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a ciência! É a perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a família e a nação.” E acrescenta: “É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Gênero pode capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso tempo”.[5]
Em 21 de dezembro de 2012, o Papa Bento XVI proferiu um discurso à Cúria Romana, no qual afirmou que o uso do termo gênero pressupõe uma “nova filosofia da sexualidade”; e que a“profunda falsidade desta teoria e a tentativa de uma revolução antropológica que ela contém, são óbvias”.[6]
Continua o Pontífice: “Quando a liberdade para sermos criativos se transforma em uma liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio Criador que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua imagem no âmago do seu ser”.[7]
Diante dessa rebelião contra Deus, peçamos a ajuda de S. Miguel Arcanjo que bradou “Quis ut Deus?” (Quem como Deus?) contra Satanás e os outros anjos rebeldes.
[4] Plinio Corrêa de Oliveira, Baldeação Ideológica Inadvertida e Diálogo, 5ª edição, 1966, Editora Vera Cruz, São Paulo.
[5] LifeSite News, 17-6-14.
[7] idem
Título Original: “Transgenerismo”: uma revolta contra Deus
Site: Lepanto
Editado por Henrique Guilhon

Altar sob o qual está enterrado São Paulo em Roma

Ciência Confirma a Igreja
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs
No ano do segundo milênio do nascimento do Apóstolo das Gentes, o grande São Paulo, ficou confirmada a localização do túmulo do apóstolo martirizado em Roma.
Os restos de São Paulo foram venerados continuadamente durante séculos sob o altar papal da basílica de São Paulo extramuros (San Paolo fuori le mura, Roma).
Seu martírio ocorreu, porém, no local da atual abadia das Três Fontes.
Em tempos pagãos, nesse local havia um pântano. Quando os imperadores queriam fazer “desaparecer” um cristão sem chamar a atenção, o levavam lá para martirizá-lo.
São Paulo morreu decapitado. Sua cabeça foi posta sobre uma coluna e na hora tremenda do martírio caiu dando três tombos. No local de cada tombo abriu-se uma fonte.
Na Idade Média foi erigida uma abadia beneditina que existe até hoje, sendo visitada pelos peregrinos. É a Abbazia delle Tre Fontane. Na Renascença foi erigida riquíssima igreja sobre as três fontes. Há um magnífico altar sobre cada uma delas. (foto embaixo)

Na abadia das Três Fontes foram construídos três altares
sobre os pontos onde rolou a cabeça do mártir e brotaram três fontes.

Poucos viajantes e peregrinos sabem, mas quando eles vão do aeroporto de Roma para a cidade, passam quase ao lado deste famoso local.
A piedosa devoção ao túmulo do Apóstolo Paulo, instalado sob o altar mor da basílica de San Paolo fuori le mura, atraiu multidões de peregrinos.
Nos tempos de fé ninguém fazia muita questão de conferições ou confirmações científicas da tradição oral transmitida de geração em geração.
O bom senso e a evidência dos testemunhos confirmavam a veracidade do fato.
Mas, na nossa época espalha-se, por vezes, uma ojeriza contra a tradição, sobre tudo quando é piedosa, como se fosse sinônimo de superstição carente de fundamento histórico.
Agora, neste segundo milênio do nascimento do grande Santo, as conferições foram feitas.
Os estudos e análises começaram em 2007.

Fiéis rezando e redigindo pedidos junto ao túmulo de São Paulo Apóstolo
Desfazendo toda dúvida, o sarcófago foi localizado onde sempre se acreditou estar, inviolado durante muitos séculos.

Os peritos perfuraram o túmulo e introduziram uma sonda especial. A sonda reportou a existência de um riquíssimo tecido de linho cor púrpura, recoberto de ouro e mais um pano azul com filamentos de linho.
A sonda verificou também a presencia de grãos de incenso vermelho.
Pequeníssimos fragmentos ósseos de ali extraídos passaram pelo teste do carbono 14. Este foi feito por especialistas que não conheciam a procedência das amostras. Eles concluíram pertencer a uma pessoa que viveu entre os séculos I e II da era cristã.
Todos estes dados foram feitos públicos pelo próprio Papa Bento XVI, então reinante.
Aos olhos dos especialistas estes indícios concordantes com a tradição inconteste de muitos séculos confortam a ideia de se tratarem dos restos mortais do Apóstolo das Gentes. Pode se esperar ainda novos estudos e análises.
Título Original: Sim! Aqui está o túmulo de São Paulo Apóstolo ! Testes confirmam
 
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon

CNBB
O tema central será: “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”
O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB, com a presença de todos os membros, esteve reunido na sede da Conferência nesta quarta-feira, 14 de fevereiro, com ampla pauta de discussões e reflexões. Entre os assuntos da reunião estiveram o tema da Campanha da Fraternidade de 2018, Mensagem do Papa Francisco para o Dia das Comunicações a ser realizado em 28 de maio e o tema do Sínodo sobre a Juventude “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Esse último foi apresentado pelo presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF).
Dom Sergio disse que nos encontramos na fase de coleta das contribuições de toda a Igreja para a formulação das linhas gerais do próximo Sínodo dos Bispos. A complexidade dos dois temas, juventude e vocação, pede uma atenção especial tanto das Igrejas Particulares como das conferências episcopais. “Há uma ênfase na sinodalidade”, disse dom Sergio, por parte do Santo Padre que procura valorizar essa fase estimando essa fase preparatória. “Da nossa parte, vamos ressaltar aquilo que for comum na diversidade brasileira”, concluiu dom Sergio.
Dom Leonardo Steiner, secretário-geral, informou que como ocorreu das últimas ocasiões de realização de sínodos, a CNBB procurou oferecer à secretaria do Sínodo tanto o vasto material que chegou à sede nacional como também uma síntese devidamente preparada por uma comissão constituída para essa tarefa. 
Dom João Bosco, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família, sugeriu que a Pastoral Familiar continue empenhada na preparação desse Sínodo uma vez que a juventude está muito presente na Exortação Amoris Laetitia. Dom Vilsom Basso, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, informou sobre as iniciativas com os bispos referenciais para aproveitar pastoralmente com a juventude na preparação para o Sínodo: “nossa comissão está na expectativa e disponível para aproveitar essa ocasião de percorrermos esses dois anos de preparação”.
Dom Sergio ainda lembrou que é preciso dar atenção especial – nas respostas que estão sendo dadas – a consideração sobre a dupla temática: juventude e vocação. Dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz destacou a importância de ouvir as variadas “juventudes”, tendo em vista também algumas situações específicas como juventude indígena, nas favelas e a juventude presente nas prisões. Dom Leonardo ainda lembrou que além das comissões de juventude das dioceses, os bispos podem incluir outras pastorais na elaboração das contribuições. Todas as contribuições devem ser enviadas pelas dioceses para a CNBB que enviará o material para a secretaria do Sínodo, no Vaticano, em outubro deste ano.
Foto: Maurício Sant´Ana
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon
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