Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

Posts marcados ‘Ciência e Igreja’

Verdadeiros homens de ciência sabem distinguir o que é da ciência e o que é da fé

Plinio Maria Solimeo
É tido em geral quase como um dogma que religião e ciência nada têm em comum. Mas, ao mesmo tempo, muitos cientistas querem provar a falsidade da religião por meio da ciência. O que leva a concluir que eles se valem da ciência para disseminar o ateísmo.
Isso é contraditado pelos verdadeiros homens de ciência, que sabem distinguir o que é da ciencia e o que é da fé. Exemplificaremos com dois matemáticos famosos, vencedores da Medalha Fields, o maior prêmio concedido a cientistas dessa matéria, conforme artigos publicadas no site Religión en Libertad.

Matemático Enrico Bombieri

Quem é Enrico Bombieri [foto], o único italiano a ganhar a medalha Fields? “Dotado de um talento precocíssimo, ele publicou seu primeiro artigo científico aos 17 anos, em 1957. Laureado pela Universidade de Estudos, de Milão, com uma tese da qual era relator Giovanni Ricci, aperfeiçoou a própria preparação junto ao Trinity College de Cambridge […], ensinou na Universidade de Cagliari e na de Pisa, antes de emigrar para os Estados Unidos, onde vive. Atualmente é professor emérito da School of Mathematics junto ao Instituto de Estudos Avançados, em Princeton, New Jersey”.(1)
Em entrevista a Francesco Agnoli, publicada por Religión em Libertad, falando da relação entre ciência e metafísica, Bombieri afirma: “Para mim, a matemática é um modelo de verdade — embora um modelo bastante restringido por normas claras de consistência — que nos diz que uma Verdade absoluta (com V maiúsculo) deve existir, ainda que não possamos compreendê-la”.
Para ele, “a matemática, que é a ciência da verdade lógica, certamente nos ajuda a entender as coisas, e, portanto, é natural para um matemático que crê em Deus […] reconciliar o conceito da existência de Deus com a verdade que provém da matemática, embora esta seja limitada”.
O ilustre matemático acrescenta que “Pascal e Di Giorgio haviam entendido que Deus não é só um Deus platônico, abstrato, geométrico, aritmético ou simplesmente criador de um universo abandonado a si mesmo. Eles tinham a visão de um Deus que é mais difícil de entender, um Deus que é não só de potência, mas também de amor infinito. Só assim é possível, com humildade, aceitar o conceito cristão da Redenção”.
Comentando um discurso de Bento XVI, em 2006, que faz uma referência à matemática, Bombieri diz: “A consistência matemática do nosso universo é certamente uma razão para ver o Deus criador do universo, como bem expressou o Papa Bento XVI em seu discurso. Sem embargo, há algo mais. A matemática abstrata, enquanto ciência coerente da verdade lógica, reforça em nós a certeza da Verdade absoluta que é Deus. Deus é Criador, Amor infinito e Verdade infinita”. Isso na boca de um famoso cientista desfaz muitos mitos a respeito da distância entre a fé e a religião.
O articulista termina a entrevista com esta bem formulada conclusão: “A profundidade das reflexões do vencedor italiano da medalha Fields, que se pode apreciar nesta entrevista, é certamente o motivo pelo qual o frívolo mundo mediático prefere infelizmente dar espaço só a pseudo-intelectuais armados com textos superficiais e provocações banais. Esta entrevista foi uma muito apreciada exceção” a essa regra.(2) 

Matemático Laurent Lafforgue

Outro matemático famoso, o professor francês Laurent Lafforgue [foto], de apenas 48 anos, também ganhador do prêmio Fields, já é uma celebridade no campo da ciência.
Falando da crise de identidade do mundo atual, ele explica que, “hoje, no âmbito jurídico, por exemplo, concebe-se o direito como uma construção formal e arbitrária. Abandona-se deliberadamente assim a questão da Verdade. Se se faz isso, é porque se perdeu ‘o sentido da verdade’. Perdemo-lo em grande parte no mundo moderno, porque buscamos a Verdade com o critério da objetividade perfeita. Desejaríamos uma máquina que encontrasse a verdade de maneira automática em nosso lugar. Como já não somos sensíveis à verdade, necessitamos de alguém que o seja por nós. Mas não existe um mecanismo para tal: as instituições, um regime político, uma constituição… Hoje vemos as conseqüências da perda da sensibilidade à verdade e, ao mesmo tempo, não temos receitas para voltar a encontrar essa sensibilidade. Nós, como cristãos, procuramos ser humildes sobre esse tema”. Isso no sentido de que “o cristianismo diz que, face à verdade, somos muito frágeis. Não só nosso sentido moral está ferido, pois somos pecadores, mas também a nossa inteligência está ferida. E, portanto, estamos expostos a todo momento ao erro. E para nos protegermos dele, esperando percorrer o caminho da verdade, não temos melhor recurso do que a oração, do que nos dirigirmos a Deus e rezarmos humildemente para que nos ilumine; porque temos experiência de erros monumentais, às vezes de maneira individual, outras de maneira coletiva. Assistimos hoje a coisas aberrantes […]. Nossa inteligência é tão débil como nossa vontade. Necessitamos nos dirigir a Deus e pedir-Lhe que nos ilumine. Isso não dispensa utilizar o rigor da razão, não nos dispensa de ser inteligentes”.
O entrevistador pergunta: “Se pudesse dizer sinteticamente se é possível um novo início, que diria?” Ao que responde o Prof. Laurent: “Só o Espírito Santo pode gerar um novo início. Só com as forças humanas é impossível. Na França, no ano passado, vimos o governo propor uma lei para desnaturar o matrimônio [reconhecer o casamento civil entre homossexuais], mas, ante a surpresa geral, produziu-se uma oposição muito forte. Milhões de pessoas se manifestaram nas ruas contra essa lei”. E conclui: “Para renovar a Europa [diríamos nós, o mundo], é preciso começar assim. É inimaginável que os políticos se convertam de repente. E não serão as instituições que os converterão. As coisas correm no nível das pessoas. […] Os grandes movimentos históricos nascem de fatos pequenos”.(3)
Título Original: Ciência e Fé
Site: Lepanto
Editado por Henrique Guilhon

A ciência não explica o Santo Sudário


O Dr Paolo di Lazzaro ao trabalho no ENEA.

Ciência Confirma a Igreja

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs

A Agência Nacional da Itália para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econômico Sustentável – ENEA, após cinco anos de experimentos em seu Centro de Frascati, não conseguiu imitar “a cor que se encontra no tecido de linho do Santo Sudário”. 
Os cientistas tentaram produzi-la sem sucesso, apelando para raios ultravioletas. 
Em palavras simples, escreveu o “Vatican Insider”, não foi possível “identificar os processos físicos e químicos capazes de produzir cores semelhantes às que formam a imagem do Sudário”. 

Neste link se encontra o relatório técnico dos trabalhos.

Os cientistas Di Lazzaro, Murra, Santoni, Nichelatti e Baldacchini partiram do último e único exame completo interdisciplinar do sagrado lençol, efetivado em 1978 pela equipe de cientistas americanos do STURP (Shroud of Turin Reasearch Project). 
O novo relatório do ENEA desmente, quase sem esforço e com muita clareza, a hipótese de que o Santo Sudário possa ser uma falsificação medieval.
Hipótese que já se tentou veicular com insucesso explorando uma análise com Carbono 14 marcada por erros de procedimento e cálculo.
O documento do ENEA aponta outras circunstâncias que constituem um quebra-cabeça até hoje insolúvel:
“A dupla imagem (frontal e dorsal) de um homem flagelado e crucificado, fracamente visível no tecido de linho do Sudário de Turim, tem muitas características físicas e químicas de tal maneira peculiares, que tornam impossível obter em laboratório uma cor idêntica em todos os seus matizes, como já foi discutido em vários artigos e está listado nas referências bibliográficas.
“Esta incapacidade de replicar (e, por conseguinte, de falsificar) a imagem impede que se possa formular uma hipótese crível sobre o seu mecanismo de formação.
“De fato, até hoje a ciência ainda não é capaz de explicar como se originou a imagem do corpo no Sudário”.

Os especialistas Daniele Murra, Paolo Di Lazzaro e Giuseppe Baldacchini que participaram nos trabalhos

As primeiras análises experimentais das propriedades físicas e químicas da imagem do Santo Sudário foram realizadas em 1978 por 31 cientistas do projeto STURP.
Eles trouxeram dos EUA instrumentos de vanguarda de valor milionário no campo da espectroscopia de infravermelho, ultravioleta e visível, fluorescência de raios X, termografia e pirólise, espectrometria de massa, análise de micro-Raman, transmissão de fotografia, microscopia, remoção de fibrilas e teste microquímico. 
Essas análises não encontraram quantidades significativas de pigmentos, como corantes ou vernizes, nem restos de desenhos. Por isso concluíram que a imagem não está pintada, nem impressa, nem foi obtida por aquecimento.
Acresce que a coloração da imagem reside apenas na parte mais externa e superficial das fibras constitutivas dos fios do tecido de linho. Medições recentes demonstram que a espessura da parte com cor é extremamente sutil.
Quer dizer, por volta de 200 micrômetros (= 200 milionésimos de metro), ou um quinto de milésimo de milímetro. Isto equivale à parede celular primária de cada fibra de linho. Cerca de 200 dessas fibras constituem um fio do tecido.
Trata-se de uma espessura quase impalpável, embora perceptível ao olho humano e captada tecnicamente com segurança. 
Mais outros dados constatados pela equipe do STURP:
1) Há sangue humano no Santo Sudário, mas onde ele está presente não há imagem; portanto, não há imagem sob as manchas de sangue; 
2) As nuances da cor contêm informações tridimensionais do corpo; 
3) As fibras coloridas da imagem são mais frágeis que as coloridas;
4) A coloração superficial das fibras da imagem provém de um processo desconhecido que causou oxidação, desidratação e conjugação da estrutura da celulose do linho.


Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex

“Em outras palavras, a coloração é consequência de um processo de envelhecimento acelerado do linho”, escreve o ENEA. 
Até hoje fracassaram todas as tentativas de reproduzir uma imagem com as mesmas características sobre um pano de linho.
Alguns cientistas conseguiram reproduzir alguns efeitos, mas ninguém logrou obter o conjunto de características do original.
“Neste sentido, a origem da imagem do Sudário hoje é desconhecida. 
“Esse é o ponto central do chamado ‘mistério do Sudário’: independente de sua data ou dos documentos históricos (…)
“a ‘pergunta das perguntas’ continua sendo a mesma: como foi gerada a imagem do corpo do Sudário?”. 
E há ainda mais.
1) Há uma relação precisa entre a intensidade das nuances da imagem e a distância entre as partes do corpo e o tecido que o cobriu.
Porém, há partes do corpo retratadas na imagem que não podiam estar em contato com o tecido como se verifica acima e abaixo das mãos. 
2) não estão presentes as deformações geométricas típicas de um corpo de três dimensões posto em contato com um lençol de duas dimensões. “Portanto, podemos deduzir que a imagem não se formou por contato do linho com o corpo”. 
Estas características somadas à “extrema superficialidade da cor e a ausência de pigmentos (…) torna extremamente improvável obter uma imagem semelhante por meio de métodos químicos de contato, seja num laboratório moderno, ou com maior razão por obra de um hipotético falsificador medieval”.
O fato de não haver manchas de sangue sob a imagem significa que elas se formaram antes da imagem.
Portanto, a imagem do Santo Sudário se formou após a deposição do cadáver no Sepulcro.
Acresce que as manchas de sangue possuem contornos bem definidos, pelo que se pode pensar que o cadáver não foi carregado com o lençol.
“Faltam sinais de putrefação perto dos orifícios corpóreos. Esses sinais aparecem por volta de 40 horas depois da morte. Em consequência, a imagem não ser atribuída aos gases da putrefação, pois o cadáver não permaneceu no tecido durante mais de dois dias”.
Uma hipótese aventa a possibilidade de uma forma de energia eletromagnética (como seria um relâmpago de luz de onda curta), que poderia reproduzir as características do Sudário.
Porém, as tentativas de reproduzir uma imagem como a do Sudário usando raios laser foram frustras.


Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex

O ENEA tentou outra via, usando um flash de radiação direcional ultravioleta, obtendo resultados em algo comparáveis ao Santo Sudário. 
Porém, advertem os cientistas do ENEA, “deve-se sublinhar que a potência total de radiação ultravioleta necessária para colorir instantaneamente a superfície de um tecido com o tamanho de um corpo humano de estatura média equivale a 34 trilhões de watts. 
“Essa potência torna impraticável a reprodução da imagem por inteiro, porque ela não pode ser produzida por fonte alguma construída até os dias de hoje. As mais potentes que se podem encontrar alcançam alguns bilhões de watts”.
34 trilhões de watts equivalem à produção total da hidrelétrica de Itaipu durante 20 minutos no ápice de seu funcionamento (103.098.355 Megawatts por hora em 2016).
O trabalho do ENEA encerra dizendo que “não chegamos a uma conclusão, estamos compondo as pecinhas de um quebra-cabeça científico fascinante e complexo”.
Enquanto os cientistas continuam debatendo, nós, pobres homens, com toda a nossa ciência e tecnologia, ficamos maravilhosamente postos na nossa dimensão de criaturas diante da infinitude de poder de Deus e da imensidade do milagre espiritual e material da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Título Original: A ciência impotente para explicar a imagem do Santo Sudário
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon

Descobertos no Santo Sudário restos do certificado da sepultura de Jesus

Inscrições identificadas no Santo Sudário: 1. (I)esou(s) = Jesus; 2. Nnazarennos = Nazareno; 3. (o)pse kia(tho) = preso no início da noite; 4. in nece(m) = à morte; 5. pez(o) = eu executo.
Ciência Confirma a Igreja

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs
Desde 1978, um grupo de especialistas vinha identificando letras em torno do rosto do Santo Sudário. Essas foram sendo registradas e fotografadas.
Mas só nos últimos anos foram objeto de um estudo sistemático por especialistas abalizados.
Em 1978 o engenheiro químico Pietro Ugolotti identificou alguns sinais de geometria precisa que evocavam caracteres alfabéticos e pareciam formar palavras.
O cientista tirou imagens desses sinais e as submeteu à analise de um especialista de escrituras antigas, o professor Aldo Marastoni da Universidade Católica de Milão.
O professor Marastoni confirmou a intuição do engenheiro Ugolotti, acrescentando que o estilo era de um escrito muito antigo provavelmente da época romana. 
No ano 1994, Marcel Alonso e Eric de Bazelaire, membros do Centre International d’Études sur le Linceul de Turin, de Paris, apresentaram o problema ao Institut d’Optique Théorique et Appliquée d’Orsay, na própria Paris.
Eles se dirigiam a André Marion, especialista em ótica que havia desenvolvido uma tecnologia capaz de reconhecer escritos apagados em Códices sobre os quais foram escritos outros textos.
Nesses casos os escritos originais deixaram de ser visíveis pelo olho humano, mas a tecnologia de Marion permitia recupera-los. 
Marion e Anne-Laure Courage que era engenheira na École Supérieure d’Optique de Paris e investigadora no Institut d’Optique d’Orsay, publicaram os resultados de suas pesquisas em 1998 (“Discovery of Inscriptions on the Shroud of Turin by Digital Image Processing”, in OE, vol. 37, n. 8, agosto 1998, págs. 2308-2313).
Os resultados confirmavam por meio do processamento informático que aquelas inscrições no Santo Sudário são efetivamente restos de algo escrito.
Tratava-se de sequencias de letras gregas, latinas e hebraicas que não pareciam ter sido inscritas sobre o véu de linho. Presumivelmente foram registradas em fitas coladas ao Santo Sudário cujos contornos parecem ser perceptíveis pelo olhar humano. 
As inscripções não são visíveis pelo olho humano; e foi preciso recorrer à informática.
A suposição é de que aquilo que estava escrito embebeu o tecido de linho.
Elas podem ser visualizadas trabalhando o negativo fotográfico e aumentando o contraste com computador.
Os trabalhos que aprofundaram a tridimensionalidade da imagem do Homem do Sudário tornaram mais fácil reconhecer as letras nos anos seguintes. Cfr 30Giorni. 
Mas, a final, o que diziam essas palavras?
Barbara Frale, historiadora medieval no Arquivo Secreto Vaticano, conseguiu decifrá-las.
Trata-se de palavras em grego, latim e aramaico (a língua falada por Jesus). A matéria foi objeto de uma reportagem de “Rome reports” visualizável no fim do post.
Para compreender mais exatamente o que essas palavras queriam dizer, a especialista estudou a legislação romana e judaica vigente na Palestina nos anos 30, década da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor. 
As inscrições identificadas no Santo Sudário significam (ver imagem no início do post): 1. (I)esou(s) = Jesus; 2. Nnazarennos = Nazareno; 3. (o)pse kia(tho) = preso no início da noite; 4. in nece(m) = à morte; 5. pez(o) = eu executo.
Bárbara Frale concluiu: “O significado dessas palavras alude à morte de um personagem chamado Iesoys Nnazarennos, que é o mesmo nome que encontramos nos quatro Evangelhos”.
Esse certificado de óbito tem uma razão de ser precisa e era comum naquele tempo. 
Frale explica que “os condenados a morte não podiam ser enterrados no túmulo de sua família. Eles tinham que passar 12 meses na sepultura pública, que era administrada pelo tribunal de Jerusalém.
“Só após esses 12 meses é que o corpo podia ser entregue à família, para que esta o enterrasse junto com os parentes”.
No caso de Nosso Senhor, São José de Arimateia e São Nicodemos – discípulos de Jesus e ricos membros do Sinédrio, máxima autoridade religiosa dos judeus no tempo – pediram ao governador romano Pôncio Pilatos que o corpo não fosse posto na fossa comum. 
E propuseram que fosse enterrado no túmulo que José de Arimateia tinha mandado cavar para sua família. Esse é o atual Santo Sepulcro, onde se operou o milagre da Ressurreição.
A especialista explica que “foi necessário ‘etiquetar’ o cadáver, porque naquele sepulcro outros membros da família de José de Arimateia poderiam vir a ser enterrados, e o corpo de Jesus devia ser entregue a seus familiares após os 12 meses prescritos pela lei”. 
Foi por isso que após o cadáver do Redentor ser envolto na rica vestimenta mortuária disposta por Nossa Senhora, que incluía o Santo Sudário, foram coladas em torno da cabeça algumas faixas de papiro nas quais estava escrito com letras grandes quem era o defunto. 
Mais ainda, “estava escrito o nome do defunto, o dia da morte, o motivo da condenação e a data em que os restos do corpo podiam ser entregues à família, assim que fosse completada essa peculiar sanção post-mortem”. 
Esses dados coincidem plenamente com os dos Evangelhos, diz a autora do pormenorizado estudo. 
Segundo ela, as faixas de papiro ficaram coladas ao Santo Sudário durante alguns séculos e, em virtude de reações químicas, alguns restos da tinta acabaram passando ao sagrado lençol.
“A tinta com que foram escritas as palavras devia incluir algum elemento metálico que entrou em interação química com a celulose do linho e ficou impresso no Santo Sudário”.
Bárbara Frale não se limitou a seus estudos, mas os submeteu a uma crítica externa. E solicitou o parecer de um grupo de paleógrafos sobre a data em que ditas palavras foram escritas, sem lhes dizer de onde procediam.
A Paleografia é a ciência que estuda os textos manuscritos antigos e medievais, a origem, a forma e a evolução da escrita, independentemente do tipo de suporte físico, do material utilizado para proceder ao registro, do lugar onde foi usada, do povo que a utilizou e dos sinais gráficos que adotou.
Os paleógrafos responderam que dita caligrafia é de por volta do primeiro século, confirmando assim que as inscrições são da época de Nosso Senhor.
Ficou desse modo resolvido mais um mistério do Santo Sudário em consonância com o imenso caudal de conhecimentos científicos que vêm se acumulando nas últimas décadas. 
Título Original: Decifrado no Santo Sudário o certificado do enterro de Jesus
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon

Novos fatos sobre Lutero são descobertos por peritos e arqueólogos que investigaram suas casas

Casa natal de Lutero em Eisleben

Ciência Confirma a Igreja
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A arqueologia às vezes traz surpresas onde menos se imaginaria. É o caso, ao menos, da vida privada de Martinho Lutero, fundador do protestantismo.
O “Der Spiegel”, a maior revista alemã, já publicou singular reportagem com fundamento arqueológico e policial, sobre o iniciador da Revolução Protestante cujos 500 anos se comemoram em 2017.
As descobertas fizeram parte duma exposição que verteu nova luz sobre a vida privada do frade que abandonou sua religião, informou Der Spiegel. A amostra ficou aberta ao público no Museu de Pré-História do Estado Alemão em Halle, entre 2008 e 2009.
Compreende-se que não tenha durado muito. 
O catálogo descreve o conteúdo da exibição como “sensacional”, dizendo que ele nos permite reexaminar “capítulos inteiros da vida humana” do ex-frade, escreveu Der Spiegel.As escavações no Mosteiro de Wittenberg onde ele viveu longamente foram conduzidas pelo arqueólogo Mirko Gutjahr.
Peritos legais e arqueólogos analisaram com critérios policiais o lixo das casas em que nasceu, viveu e morreu o instigador da revolta protestante, em Eisleben, Mansfeld e Wittemberg, na Alemanha.
O laudo técnico constatou desonestidade nas descrições que o pai do protestantismo fez de si próprio.
Por exemplo, provou que Lutero mentiu dizendo ser filho de um “minerador pobre” cuja “mãe carregava toda a madeira nas costas até em casa”.

Antigo mosteiro agostiniano em Wittemberg expropriado pela revolta protestante onde Lutero viveu grande parte de sua vida em revolta contra a Igreja.

Na verdade, o pai de Lutero dirigia fundições de cobre, tinha boas conexões com a administração real das minas, era agiota e dono de terras. Escreveu o Speigel:
Em 1484, quando Martinho Lutero ainda era criança, a família se mudou para Mansfeld, onde o pai logo se tornou um capataz bem sucedido. 
Ele operava três fundições de cobre, era dono de 80 hectares (198 acres) de terra e emprestava dinheiro a juros.
O tamanho e grandiosidade de sua casa, conforme revelou a escavação, estavam de acordo com seu status econômico. 
“A frente da casa, que dava para a rua, tinha 25 metros de comprimento”, diz o arqueólogo Björn Schlenker. A escavação revelou grandes cofres no porão e um quintal cercado por grandes construções.As casas em que viveu eram próprias de burgueses ricos. 
Em uma delas encontraram grandes cofres no porão.
Os brinquedos que Lutero usou quando criança, poucas famílias podiam comprar.
Sobre seu nível de vida nos últimos anos de existência, a reportagem do Spiegel acrescentou:

Máscara mortuária de Lutero exibida na igreja do Mercado, em Halle, Alemanha
O pensador era tremendamente prolífico, escrevendo uma média de 1.800 páginas por ano.

Seu tom tornou-se cada vez mais brusco com o passar dos anos.
Ele chamou os turcos de “demônios”, os judeus de “mentirosos” e qualificou os sacerdotes católicos de homossexuais “irmãos de jardim que fazem aquilo uns com os outros”. 
Roma, escreveu Lutero na sua linguagem habitualmente torpe, estava infestada de “porcos-teólogos”.
Depois de escrever palavras tão afiadas, o eloquente reformista comia em tigelas de cerâmica e bebia de jarras turcas magníficas.
Os arqueólogos encontraram azulejos de forno decorados com motivos do Velho Testamento, além de mais de 1.600 cacos de copos que Lutero, um glutão voraz, usava para matar sua sede considerável de cerveja.As seitas protestantes obviamente não gostaram da análise e de seus resultados …
Título Original: Arqueólogos e peritos policiais investigam casas de Lutero e descobrem fatos sobre o fundador do protestantismo
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon

Estudos confirmam a veracidade do local do túmulo de S. Paulo Apóstolo

Altar sob o qual está enterrado São Paulo em Roma

Ciência Confirma a Igreja
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No ano do segundo milênio do nascimento do Apóstolo das Gentes, o grande São Paulo, ficou confirmada a localização do túmulo do apóstolo martirizado em Roma.
Os restos de São Paulo foram venerados continuadamente durante séculos sob o altar papal da basílica de São Paulo extramuros (San Paolo fuori le mura, Roma).
Seu martírio ocorreu, porém, no local da atual abadia das Três Fontes.
Em tempos pagãos, nesse local havia um pântano. Quando os imperadores queriam fazer “desaparecer” um cristão sem chamar a atenção, o levavam lá para martirizá-lo.
São Paulo morreu decapitado. Sua cabeça foi posta sobre uma coluna e na hora tremenda do martírio caiu dando três tombos. No local de cada tombo abriu-se uma fonte.
Na Idade Média foi erigida uma abadia beneditina que existe até hoje, sendo visitada pelos peregrinos. É a Abbazia delle Tre Fontane. Na Renascença foi erigida riquíssima igreja sobre as três fontes. Há um magnífico altar sobre cada uma delas. (foto embaixo)

Na abadia das Três Fontes foram construídos três altares
sobre os pontos onde rolou a cabeça do mártir e brotaram três fontes.

Poucos viajantes e peregrinos sabem, mas quando eles vão do aeroporto de Roma para a cidade, passam quase ao lado deste famoso local.
A piedosa devoção ao túmulo do Apóstolo Paulo, instalado sob o altar mor da basílica de San Paolo fuori le mura, atraiu multidões de peregrinos.
Nos tempos de fé ninguém fazia muita questão de conferições ou confirmações científicas da tradição oral transmitida de geração em geração.
O bom senso e a evidência dos testemunhos confirmavam a veracidade do fato.
Mas, na nossa época espalha-se, por vezes, uma ojeriza contra a tradição, sobre tudo quando é piedosa, como se fosse sinônimo de superstição carente de fundamento histórico.
Agora, neste segundo milênio do nascimento do grande Santo, as conferições foram feitas.
Os estudos e análises começaram em 2007.

Fiéis rezando e redigindo pedidos junto ao túmulo de São Paulo Apóstolo
Desfazendo toda dúvida, o sarcófago foi localizado onde sempre se acreditou estar, inviolado durante muitos séculos.

Os peritos perfuraram o túmulo e introduziram uma sonda especial. A sonda reportou a existência de um riquíssimo tecido de linho cor púrpura, recoberto de ouro e mais um pano azul com filamentos de linho.
A sonda verificou também a presencia de grãos de incenso vermelho.
Pequeníssimos fragmentos ósseos de ali extraídos passaram pelo teste do carbono 14. Este foi feito por especialistas que não conheciam a procedência das amostras. Eles concluíram pertencer a uma pessoa que viveu entre os séculos I e II da era cristã.
Todos estes dados foram feitos públicos pelo próprio Papa Bento XVI, então reinante.
Aos olhos dos especialistas estes indícios concordantes com a tradição inconteste de muitos séculos confortam a ideia de se tratarem dos restos mortais do Apóstolo das Gentes. Pode se esperar ainda novos estudos e análises.
Título Original: Sim! Aqui está o túmulo de São Paulo Apóstolo ! Testes confirmam
 
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon

Mistérios são identificados por cientistas na abertura do túmulo de Jesus

Na abertura do Santo Sepulcro cientistas reportaram um ‘suave aroma’
e os aparelhos funcionaram de modo anormal
Ciência Confirma a Igreja
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Alguns arqueólogos que trabalharam na abertura do Santo Sepulcro disseram ter percebido fenômenos não habituais nesse tipo de investigações.
Segundo informou CatholicCulture.org, eles relataram que se aproximando da pedra original sobre a qual repousou o corpo de Cristo ungido por Nossa Senhora perceberam um “aroma suave”. 
Esse seria comparável aos perfumes florais que também foram relatados em aparições de Nossa Senhora ou dos santos, como aconteceu no enterro de Santa Teresinha.
Os especialistas também contaram que os aparelhos eletrônicos ligados sobre o Santo Sepulcro começaram a funcionar mal ou pararam completamente, como se fossem afetados por forças eletromagnéticas não identificadas até agora.
O site “Aleteia” forneceu maiores informações.
As falhas nos aparelhos aconteciam quando esses eram colocados em posição vertical sobre a pedra em que repousou o corpo morto de Cristo até a Ressurreição.
As hesitações de uma responsável e a resposta da Providência
Marie-Armelle Beaulieu,
diretora da revista Terre Sainte Magazine
deu impressionante testemunho.
Marie-Armelle Beaulieu, diretora do site da Custodia Franciscana de Terra Santa e chefe de redação da revista da mesma Custodia Terre Sainte Magazine, foi uma das poucas pessoas, cientistas e responsáveis religiosos, que teve licença para visitar o sacro túmulo aberto.
Ela se mostrou cética quanto ao “odor suave” de que outros falavam. Para ela um odor facilmente pode ser resultado de uma autossugestão. Ela diz que não percebeu aroma particular algum. 
Porém, durante a abertura anterior do sepulcro, que foi parcial e esteve a cargo do arquiteto Nikolaos Komnenos em 1809, o cronista da época também fez menção a um “doce aroma”. 
Segundo Marie-Armelle, as pessoas que se interessam pelo Santo Sepulcro conhecem bem esse texto, e de ali tira a tese da autossugestão.
Porém, as informações nada dizem se os cientistas que estão trabalhando no Sepulcro sabiam algo desse antecedente histórico. Não há dados que apontem católicos entre eles, sendo mais provável que fossem maioritariamente cismáticos, sem religião ou até agnósticos. 
Não seria estranho que a graça tenha querido tentar toca-los com um sinal sensível, material, como os “aromas florais”.
Entretanto, Marie-Armelle Beaulieu se mostra bem menos cética a respeito das perturbações eletromagnéticas no instrumental científico.
Segundo ela, o fenômeno foi confirmado a ela própria por um dos cientistas que acessaram o Sepulcro.
A diretora das obras, professora Antonia Moropoulou da Universidade de Atenas, observou enfaticamente que é difícil um profissional relevante colocar a própria reputação em risco procurando notoriedade com um “truque publicitário”.
Ele não teria deturpado os fatos acontecidos durante uma atividade profissional e da relevância desta, tão sujeita à crítica de um grupo numerosos de outros cientistas engajados nos trabalhos.
Acresce que os cientistas manifestaram surpresa durante a abertura do Sepulcro porque esperavam que a pedra estivesse em um nível muito mais baixo do que estava de fato. 
As análises prévias que induziram a esse erro teriam sofrido distorções provocadas pelas perturbações eletromagnéticas do sepulcro de Cristo. O fato portanto está constatado, mas até hoje não há explicações sólidas para ele, só apenas hipoteses.
Uma constatação de outra natureza: a abertura da pedra frontal e a revelação da pedra interna sobre a qual foi depositado o corpo de Cristo estão de acordo com os costumes fúnebres dos judeus do século I, reforçando os argumentos em favor da autenticidade histórica. 
Abertura protegida com vidro blindado agora permite ver a parede do túmulo sagrado
Embora Marie-Armelle Beaulieu, que é católica, tenha externado ceticismo sobre os aromas, ela narrou uma experiência pessoal que tal vez vale mais do que a percepção de ditos odores florais.
Ela se referiu aos imponderáveis sobrenaturais do local. E começou dizendo:
“Para mim seria extraordinário se os peritos conseguissem demonstrar que esta pedra foi mesmo o local em que se colocou o corpo de Cristo, mas, mesmo que eles provassem o contrário, ela ainda continuaria sendo um sinal da Ressurreição”.
E explicou a razão dessa sua aparente contradição:
“A igreja do Santo Sepulcro é um local desconcertante. 
“No começo eu não gostava muito dela. Esperava uma igreja linda e encontrei esse lugar de arquitetura estranha, que não lembra em nada as cenas bíblicas.
“Não há nenhum rastro do jardim, por exemplo. 
“Mas, com o tempo, fui desenvolvendo um apego durante as procissões de que participo com os franciscanos. Não é um lugar para visitar, mas para orar. 
“Graças a um religioso, eu pude entrar até a rocha que sustentou o corpo de Cristo, algo que nunca teria imaginado! 
“Eu me senti num estado estranho, como que sem gravidade, mas me lembro de todos os detalhes. Nunca mais irei ao Santo Sepulcro da mesma forma”.
Sem dúvida, para a hesitante Marie-Armelle, a Providência parece ter reservado um tratamento diverso e de uma grande elevação espiritual.
Ingresso ao Santo Sepulcro em foto anterior ao restauro em andamento.
“Agora, continuou ela, já recolocaram a pedra de mármore e só é possível ver a cripta parcialmente, através de uma abertura (protegida com um cristal blindado, ndr). Mas eu sei que a pedra está lá. 
“Eu tinha o costume de fazer uma genuflexão diante do túmulo de Cristo, mas depois refleti e achei que isso é absurdo, porque lá não há mais nenhuma Presença real! 
“E diante da santa Eucaristia que devemos fazer a genuflexão! 
“Mas, no Santo Sepulcro, diante desse túmulo, há uma ‘Ausência real’. Um túmulo vazio! Um milagre diante do qual todo joelho se dobra, no Céu, na terra e nos infernos”.
São Tomé apóstolo não creu na ressurreição de Nosso Senhor como acreditaram os outros Apóstolos. E disse que não acreditaria até enfiar seus dedos nas chagas abertas em Nosso Senhor pela Paixão na Cruz.
24. Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.
25. Os outros discípulos disseram-lhe: Vimos o Senhor. Mas ele replicou-lhes: Se não vir nas suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei!
26. Oito dias depois, estavam os seus discípulos outra vez no mesmo lugar e Tomé com eles. Estando trancadas as portas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco!
27. Depois disse a Tomé: Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé.
28. Respondeu-lhe Tomé: Meu Senhor e meu Deus!
29. Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto! (São João, 20, 24-29)
Marie-Armelle não sentiu os aromas e, é claro, não tocou – nem poderira – nas feridas de Nosso Senhor. 
Mas, ele foi tocada por uma graça que lhe fez compreender que no Santo Sepulcro se opera em continuidade “um milagre diante do qual todo joelho se dobra, no Céu, na terra e nos infernos”, nas palavras dela.
E tal vez isso vale mais do que tudo. 
Essa ação, segundo me contaram peregrinos que ali estiveram, se faz sentir no local para todos os que chegam até ele com o coração contrito e humilhado. 
E às vezes, impressiona até os que concorrem com o espírito endurecido e saem transformados!
 
A prova da laje dos Cruzados e a surpresa dos arqueólogos
O arqueólogo Fredrik T. Hiebert integrou a equipe do National Geographic.
Quando os arqueólogos descobriram a segunda laje de cor cinza escuro com uma Cruz gravada pelos Cruzados, levaram uma surpresa, segundo disse o arqueólogo Fredrik T. Hiebert que fazia parte da equipe do National Geographic, citado por “The Daily Mirror”. 
“Nós não fazíamos ideia que essa laje estivesse ali. O santuário foi destruído tantas vezes por incêndios, terremotos e invasões ao longo dos séculos.
“Em verdade, nós nem tínhamos certeza se a basílica havia sido reconstruída exatamente no mesmo local de cada vez. 
“Mas [a laje dos Cruzados] se apresenta como a prova visível de que o local focado pelo culto dos fiéis hoje é verdadeiramente o mesmo túmulo que o imperador romano Constantino localizou no século IV e que os Cruzados reverenciaram. É surpreendente.
“Quando nós realizamos aquilo que tínhamos encontrado meus joelhos tremeram um pouco”, acrescentou Hiebert.
O Santo Sepulcro foi aberto na presença dos líderes religiosos responsáveis pelo santuário. Eles foram os primeiros a ingressar e saíram exibindo grandes sorrisos. 
Santo Sepulcroa laje dos Cruzados (escura)
e a pedra sobre a qual foi depositado o Corpo de Nosso Senhor morto (cor clara)
“Então nós ficamos curiosos deveras, contou Hiebert. Quando foi nossa vez, olhamos para a tumba e vimos um monte de entulho. Portanto não estava vazia, mas não havia objetos feitos por homens ou ossos”. 
Isso é comum em túmulos antigos, mas se tivesse havido falaria contra a Ressurreição.
Os cientistas usaram radares que perpassam o chão e scanners térmicos para coletar toda a informação possível. 
Nessa função trabalharam 35 especialistas em conservação de antiguidades que empregaram 60 horas para remover o entulho, documentando cada passo.
Por fim, eles chegaram até a pedra que serviu de leito mortuário de Nosso Senhor poucas horas antes do prazo combinado em que eles deveriam voltar a selar o Sepulcro.
A equipe reuniu tantos dados que serão necessários meses a fio para analisa-los. 
Fredrick Hiebert explicou que “frequentemente na arqueologia o momento de exclamar ‘Eureka!’ não acontece no próprio local de escavação. Ele acontece quando você volta a casa e examina os dados que coletou. Quem sabe o que isto vai nos revelar”, concluiu admirado.
Título Original: Cientistas identificam mistérios na abertura do Sepulcro de Cristo
Site: Ciência Confirma a Igreja
Editado por Henrique Guilhon
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