Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

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Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que está por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram!

Blog Canção Nova – Livres de todo mal
Não é de hoje que renomados Exorcistas do mundo inteiro tem chamado a atenção para os cuidados que os cristãos precisam ter quando se fala da Festa de Halloween!
Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que está por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram!
Padre Paulo Ricardo, nos traz uma afirmação que nos ajuda a compreender o quão grave é se envolver com a “Festa” de Halloween:
“Como numa paródia, o diabo inventou a comemoração do Dia das Bruxas, que contém uma miséria escondida porque celebra as pessoas condenadas ao inferno. Muitos acham que o inferno não existe porque Deus é Misericórdia, mas é preciso entender que o inferno existe porque o homem é livre, ou seja, nós podemos ou não escolher entrar na felicidade eterna. É importante lembrar que nossa alma ainda está em risco, podemos ser salvos, mas ainda podemos nos perder”
No vídeo abaixo, o Exorcista português, Padre Duarte Lara, nos traz dados e fatos impressionantes sobre a relação do Halloween com o Satanismo!
Assista:

Deus abençoe você!
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Título Original: O perigo do Halloween, explicado por um Exorcista!
Site: Blog Canção Nova – Livres de todo mal
Editado por Henrique Guilhon

Namoro – As quatro virtudes que o mantém

Aleteia
O caminho para um namoro santo exige 4 virtudes: maturidade, renúncia, espera e paciência
É maravilhosa a essência do amor em todas as suas faces, mas essa experiência perfeita se torna delicada e negativa quando se desvirtua de sua realeza. Amar é dom de Deus e por isso é uma experiência tão perfeita.
Amar é um exercício complexo e encantador, no qual deixamos de viver exclusivamente o nosso tempo para entrar, esperar e compreender o tempo de alguém. E aí temos de perceber a profundidade desse sentimento; amar é, sim, entrar no tempo do outro, é entender, perdoar, estar ao lado sempre, mas não é apoderar-se das vontades alheias nem possuir as rédeas da vida do outro.
Um amor verdadeiro não afasta as pessoas, mas as aproxima; não atropela as etapas que devem ser respeitadas. Não pertencemos a ninguém, não somos propriedade ou objetos de satisfação pessoal; o namoro é, antes de tudo, momento de conhecimento. Somos templo do Espírito Santo de Deus, pertencemos somente a Ele. Amar não é acorrentar, ao contrário é libertar o outro para um mundo diferente do isolamento, da autossuficiência.
Como diz padre Fábio de Melo, “Amor humano é devolução, é restituição. E aquele que aceita qualquer coisa, também será deixado por qualquer coisa”. Somos filhos do céu, filhos da luz, merecemos o Amor em sua mais fiel essência e pureza, não podemos nos contentar com migalhas, fantasias passageiras, promessas imaturas e impensadas. Amar exige maturação, exige renúncia, espera e paciência. É saber entrar no tempo do outro e, acima de tudo, saber permitir que o outro entre em nosso tempo quando isso, de fato, valer a pena.
Diante disso, procure um amor de verdade, diferente daquele que lhe manda flores, envia mensagens e cartões apaixonados; procure um amor que seja muito mais do que isso! Procure um amor que o ajude na caminhada árdua para chegar onde todos nós devemos ir: ao céu!
Um amor que ache seu terço a pulseira mais bela, seu escapulário o seu colar mais lindo, que veja nas suas roupas (avessas ao que o mundo prega) um sinal de pureza e integridade e a ache a mulher mais bela do mundo! Compreenda que, na hora da missão, a rasteirinha toma o lugar do salto alto, que o Evangelho é o mais lindo batom que deve sempre estar em seus lábios e encontre, no seu olhar de compaixão aos irmãos, o brilho mais bonito!
Aquele que entenda que as músicas ouvidas por você são sinal de oração e ligação profunda com o seu Maior Amado: Deus; compreenda que a Missa diária não é loucura ou fanatismo, mas uma necessidade; saiba que a sua Bíblia é o que nunca falta na sua bolsa! Aquele que compreenda sua vocação e a ajude a seguir nesta vontade do Pai!
Procure um amor que entenda a importância da adoração ao Santíssimo Sacramento, muito mais que um encontro de vocês! Que veja, nos retiros e congressos, pontes que poderão levá-los ao Eterno, e não se importe em adiar passeios e viagens por isso! Acredite que a castidade é o único caminho para um namoro santo e um matrimônio enraizado na fé!
Que sejam assim, desde o início, o nosso relacionamento, baseados em princípios e valores da Palavra de Deus e nos mandamentos da Igreja, é verdade que, nem assim, serão perfeitos; sempre passarão por dificuldades, mas é mais certo ainda que estarão no caminho certo, afinal estaremos construindo em rocha firme, portanto, nada poderá derrubar o que vêm de Deus! Por mais difícil que pareça, creia que Deus está preparando seu amado! Paz e Bem!
(Giselle Ferreira (Membro da Comunidade Mariana Boa Semente – Quixeramobim/CE, via Destrave)
Título Original: 4 virtudes para o bem do namoro
Site: Aleteia
Editado por Henrique Guilhon

Mãe que abortou dá testemunho a favor da vida e faz doloroso apelo

Web
Cada Natal é uma nova esperança que nasce.
Lá na pobre gruta de Belém nasceu o Menino Jesus. Os anjos anunciaram, com júbilo, o feliz evento aos pastores. Um cometa dirigiu os reis magos. A terra e o céu se alegraram.
Muitos, hoje, não nascem, poque, quando se aproxima a aurora deles, são varridos pela tempestade do egoismo, que se torna o turbilhão de morte para esses indefesos seres “mudos”.
Façamos uma reflexão sobre uma carta escrita por uma mãe italiana, depois de ter abortado, publicada no jornal “Lotta contínua“. O jornal, que é favorável ao aborto, publicou essa carta em 12 de janeiro de 1979. 
É um drama vivido por uma pessoa. É uma dor que faz parte das dores dos homens diante de um ser morto, quando deveria estar vivo.
A carta merece respeito e compreensão. Essa mãe, que abortou, talvez sem o desejar, dá um testemunho em favor da vida e faz um apelo doloroso. 
Caros colegas
 
Peço-lhes publicar esta carta porque nela estão os tormentos que sobreviveram a decisão “forçada” de recorrer ao aborto. 
 
Muitas vezes renuncia-se à maternidade por motivos muitos vis, mas de certo modo, determinantes, como a dependência econômica dos pais, a falta de força, e coragem para assumir determinadas responsabilidades, à ausência de estruturas sociais, que garantam uma margem de segurança à mãe e à criança. 
 
Devo dizer que sou favorável a liberação do aborto, mas confesso que gostaria de tê-lo evitado. 
 
Gostaria de transportar-me para o futuro a fim de ver superados estes dias de aflição.
 
O Natal é uma festa em que lojas, todas enfeitadas, arrancam da monotonia e da palidez extrema esta triste cidade. As crianças, felizes, usam a imaginação, inventam e fantasiam. Sonham com um maravilhoso encontro com aquelas personagens inexistentes e às quais também eu, quando menina, escrevi algumas cartinhas e passei deliciosas noites acordada na ilusão de vê-las sair de algum canto da casa. 
 
Agora, tudo mudou para mim. Estas festas que vão chegando, me empurram para o desespero. É no sonho que procuro encurtar o tempo, pra vê-las desaparecer e deixar com elas nostalgias, saudades, angústia e dor. 
 
É estranho que uma festividade possa perturbar tanto alguém, mas é o que acontece comigo.
 
É neste período que sinto mais forte a solidão e mais ela me oprime; tenho desejo de fugir, de abandonar os lugares comuns, as coisas e as pessoas que podem fazer emergir aquelas sensações desagradáveis que cravejam nossa vida. 
 
Nesses dias, mais que nunca, lembro-me de meu filho, e penso que não mais viveremos juntos as festas de Natal, nem com alegria nem com dor.
 
Penso que não verei seus olhos felizes por um brinquedo recebido. Apesar de procurar seu rosto e procurar, de certa forma, dar-lhe uma fisionomia, jamais saberei como seria realmente. 
 
Esse menino me traria dor, angustias, humilhações, fadigas, trabalhos, vigília, solidão, mas também, e, sobretudo, a felicidade de senti-lo palpitar em meus braços. Esse menino, que eu desejava ardentemente, jamais será meu.
 
O que posso fazer agora? Apenas chorar? Ou tentar fugir para esquecê-lo? 
 
Acho que não conseguirei esquecer. Mais passa o tempo, mais cresce o tormento, pois sei que não nasceu.
 
Também as lágrimas que descem abundante não servem para fazer com que a nadar dentro de mim.
 
Tenho vontade de morrer, de fugir, de esconder-me. A decisão que foi tomada é irreversível. Agora estou aqui, sozinha dentro de meu medo. Não posso dividir com ninguém este sofrimento tão grande. Tudo acabou e minha vida parece ter parado naquele terrível dia de novembro.
 
Com amor, raiva e angústia,
 
Lúcia
 
Transcrito do livro Liberte-se Meditando, padre José Sometti, Ed. Paulinas, 1987, 4ª edição ampliada 2005
 
Foto: Web
 
Editado por Henrique Guilhon

Diocese de Lorena prepara atividades para Dia Nacional da Juventude

Multidão de jovens se reúne para a visita do Papa Francisco, em 2016 / Foto: Arquivo CN

Thiago Coutinho
Da redação

Notícias Canção Nova
Atividades serão realizadas no Oratório São Luiz neste domingo, 25
A Diocese de Lorena (SP) se prepara para neste domingo, 25, dedicar-se à participação do jovem na Igreja, num evento focado no Dia Nacional da Juventude (DNJ) — cuja edição deste ano girou em torno do tema “Juventude construindo uma cultura de paz” e o lema “Disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz, neste mundo vocês terão aflições, contudo tenham coragem, Eu venci o mundo” (Jo 16,33), propostos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
As atividades programadas serão realizadas no Oratório São Luiz, uma casa salesiana. “Neste espaço teremos um momento de comunhão e partilha”, explica Ailton Evangelista, assessor da Juventude na diocese de Lorena.
Está programada uma missa e uma série de workshops em que serão organizados debates e escuta dos jovens. “Estamos caminhando na esteira da Igreja no que diz respeito a escutar a juventude a partir da proposta do Sínodo, que este ano foi realizado em Roma. Na própria inscrição, perguntamos aos jovens o que eles queriam discutir”, detalha Evangelista.
Entre os temas elencados para esta conversa estão Sentido da Vida, Doutrina e Religião, Questões de fé e Afetividade e Sexualidade. “Nossos jovens poderão participar destes debates, divididos em salas em que serão trabalhados esses temas específicos, sempre se levando em conta a pluralidade e a diversidade de cada grupo de jovens”, afirma o assessor.
À tarde, serão abertas as Tendas de Convivência, “em que teremos desde feiras vocacionais até grupos que falarão sobre a juventude carismática, a juventude que trabalha com a teoria do corpo e outros que discutirão a devoção mariana, algo muito forte no meio jovem”, detalha Evangelista. O objetivo destas atividades é mostrar ao jovem que a Igreja é um lugar que ele pode discutir suas angústias e necessidades.
“É uma data para celebrar a vida e a juventude”, aponta Padre Flávio José, um dos coordenadores do evento deste domingo, que atua com jovens desde os 15 anos de idade ― muito antes de se tornar um sacerdote. “O tema apontado pelo DNJ caiu muito bem, favorável para uma sociedade tão violenta e sem Deus que estamos vivendo. É um dia para celebrarmos a vida e o que o jovem tem de melhor”, assegura o religioso.
Cultura de paz
A proposta do DNJ é fomentar nos jovens o diálogo, de escutar e se colocar no lugar do outro. Uma postura que gere empatia. “Caminhamos a partir das luzes do Evangelho, que favorecem esta questão do diálogo, de escutar, afastar os julgamentos e preconceitos e fazer esta primeira experiência de acolhida e misericórdia. Uma vez armados destes sentimentos, já está havendo uma certa promoção da paz. Assim que estes elementos são assimilados, tornam-se um costume na vida do jovem que se desdobra em todos os ambientes em que ele vive”, pondera Evangelista.
Para Padre Flávio, a juventude precisa de espaço e, quando encontra este espaço, consegue gerar vida. “A sociedade é quem muitas vezes impõe estes elementos que fazem com que eles se insiram neste universo da violência. Mas, em sua essência, os jovens são da paz. Querem viver a vida. E possível superar a violência e tudo que é negativo quando eles têm espaço”, garante.
É fato, porém, que todos estes problemas de violência e exclusão social que assolam o mundo também atingem mesmo aqueles que vivem o que a Igreja pede. “Percebo que Igreja e mundo são coisas entrelaçadas. O jovem que vai à Igreja é aquele que também precisa pegar ônibus, pagar a faculdade e que mora num lugar que não favorece o seu desenvolvimento”, lamenta o assessor.
Por outro lado, a Igreja traz vida a esses jovens. Nela, eles podem muitas vezes reduzir esta falta que o mundo por vezes traz àqueles que estão dando os primeiros passos a uma vida adulta. “Acredito que o mais bonito da Igreja, o eixo de sua proposta e do Evangelho, é trazer vida a essas pessoas. Ela abre suas portas para favorecer o protagonismo do jovem. Quando nos aproximamos da proposta da Igreja, ela é de libertar os jovens e alavancá-los, impulsioná-los para que estudem e trabalhem, quer vê-los felizes”, assegura.
A Igreja, para o padre Flávio, deve ir ao encontro dos jovens. “O que falta muito é a acolhida. Isto sim ajuda a tirá-los do mapa da violência e os ajuda a viver melhor”, aponta o religioso. “Quando se compreende isto, você compreende toda a entrega de Jesus à cruz”, reitera Evangelista.
Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

Conclusão do Sínodo dos jovens

CNBB
A XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos foi concluída neste domingo, 28 de outubro, com a missa presidida pelo papa Francisco, na Basílica de São Pedro. Aos jovens do mundo inteiro, tema de reflexão sob o qual os padres sinodais se debruçaram, foram dirigidas palavras de esperança, confiança e consolação. O Documento Final desta assembleia, cujo tema foi “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” foi entregue ao papa, que autorizou a sua publicação.
Em sua carta, os padres sinodais situam o processo de escuta que permeou as três semanas de assembleia, quando deram ouvidos à voz de Jesus, “o Cristo, eternamente jovem”. Nele, reconheceram as vozes da juventude, seus gritos de exultação, lamentos e silêncios”.
“Sabemos de suas buscas interiores, das alegrias e das esperanças, das dores e angústias que fazem parte de sua inquietude. Agora, queremos que vocês escutem uma palavra nossa: desejamos ser colaboradores de sua alegria para que suas expectativas se transformem em ideais. Temos certeza de que com sua vontade de viver, vocês estão prontos a se empenhar para que seus sonhos tomem forma em sua existência e na história humana”, afirmam em um trecho.
A sinalização é um pedido de confiança à Igreja-mãe, que tem em suas estruturas fraquezas, fragilidades e pecados, que não devem neste sentido desanimar ou ser obstáculo à confiança. “A Igreja é sua mãe, não abandona vocês, está pronta para acompanhá-los em novos caminhos, nas sendas mais altas onde o vento do Espírito sopra mais forte, varrendo as névoas da indiferença, da superficialidade, do desânimo”.
Documento final
Na tarde do último sábado, 27, foi aprovado o Documento final do Sínodo sobre a Juventude. Divido em três partes, 12 capítulos, 167 parágrafos e 60 páginas, o documento tem como fio condutor a passagem do Evangelho de Lucas sobre os discípulos de Emaús. “Caminhava com eles”, “Eles abriram os olhos” e “Partiram sem demora” são os títulos de cada uma das três partes do texto.
Para o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, que foi o relator geral do Sínodo, o texto é “o resultado de um verdadeiro trabalho de equipe” dos padres sinodais, juntamente com os outros participantes no Sínodo e “em modo particular os jovens.”
Na primeira parte do documento, intitulada “Caminhava com eles”, é apresentado o contexto no qual os jovens estão inseridos. Ressalta-se a Igreja em escuta, apontam-se “três juntas cruciais” e são abordadas questões como identidade e relacionamento, além do ser jovem hoje.
A segunda parte, “Eles abriram os olhos”, reforça o papel renovador da juventude na Igreja, “portadora de uma santa inquietude”. Acolhimento, respeito e acompanhamento ao dinamismo dos jovens são indicações deste trecho, que aborda o dom da juventude, o mistério da vocação, a missão do acompanhamento e a arte de discernir.
Por fim, em seu último título, “Partiram sem demora”, são pontuadas a sinodalidade missionária da Igreja, o caminhar juntos no cotidiano, o renovado ímpeto missionário e a formação integral. É desta parte do texto que sai o convite às Conferências Episcopais e às Igrejas particulares para prosseguir no processo de discernimento com o objetivo de elaborar soluções pastorais específicas à realidade juvenil.
Título Original:  Sínodo dos jovens é concluído: carta e documento final são divulgados
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

…”E disse ao discípulo, eis aí tua Mãe”


PHN


Padre Paulo Ricardo – Foto: Roger Ferrari/cancaonova.com

Eventos Canção Nova
Não tenhas medo de receber Maria.Nossa Senhora é o coração com o qual Jesus foi acolhido neste mundo.
Deus preparou um coração cheio de amor para acolher Seu Filho Jesus: o coração de Maria.
Se olharmos nosso coração, não encontraremos amor suficiente para acolher Jesus. Quando o Amor se fez carne, quando veio ao mundo, nós O matamos. Ele, no entanto, não foi recebido, neste mundo, apenas com bofetões e cusparadas; Jesus foi recebido por Maria, e foi amado por ela como mereceu. Nossa Senhora é o coração com o qual Jesus foi acolhido neste mundo.

Deus é Amor

Deus criou nossos primeiros pais: Adão e Eva. Deus nos criou, e nos criou como amigos. Nós sabemos que Ele é amor, mas temos medo d’Ele. “E se a vontade de Deus não for boa?” Isso acontece por causa do pecado original. Ele é amor infinito, mas dentro de todos nós existe um medo de nos entregarmos a Ele.
Deus nos ama! Ele é nosso amigo! E a tentação nunca vai ser maior do que a graça de Deus, que está ao nosso lado, sustentando-nos. O diabo sabe como tentar você, deixando espaço de liberdade, para que a responsabilidade seja sua.
:: Confira as fotos do PHN!
Qual a maior tentação que o diabo usa? A mentira. A serpente colocou, no coração de Eva, que Deus é um enganador, que, no fundo, Ele não queria nosso bem.
Quando pensamos “católico não pode nada”, nossa revolta é com Deus, mas foi a serpente que colocou, em nosso coração, que Deus é mentiroso, é mau. Se Ele nos nega as coisas, é porque não nos quer bem. Adão e Eva começaram a tratar Deus como se Ele fosse um inimigo. Então, o Senhor amaldiçoou a serpente como animal traiçoeiro: “Porei inimizade entre ti e a mulher”.

Maria no plano de salvação

Eva foi a Mulher, a Virgem, a Imaculada sem pecado, a Noiva. Ela foi visitada por um anjo. Maria faz parte do plano de salvação de Deus. Se a perdição entrou pela desobediência de Eva, Deus quis que a salvação entrasse, na nossa vida, por uma Mulher.
“Deus quer precisar da Virgem Maria. E se Ele precisa dela, nós também precisamos.” Nenhum católico tem dúvida: Jesus é o único mediador entre o homem e Deus. E para que Ele seja o Mediador, é preciso que seja verdadeiramente Deus e verdadeiramente Homem.
Jesus é a ponte, mas essa ponte quis Deus que passasse por uma porta. Como Eva desobedeceu, Maria, obediente, disse: “Eis aqui a serva do Senhor”. A porta se abriu e a salvação entrou no mundo por meio da Virgem Maria, que é a Porta do Céu! Ela é a porta pela qual passou o Mediador Universal.
O que Deus nos diz, hoje, é o mesmo que o anjo disse a José: “Não tenhas medo de receber Maria”. Foi Deus quem a deu para nós. Ela não é uma mulher qualquer, Ela é a Mulher!
Quando admiramos Maria, ela se torna para nós o reflexo do amor de Deus.
O pecado original nos levou a ter medo de Deus. Nós somos como Adão e Eva, escondidos atrás do arbusto, mas Deus enviou uma Mulher, porque ninguém tem medo de se entregar nos braços de uma boa Mãe.
Diga para Nossa Senhora: “Mãe, eu estou com medo! Cuida de mim! No teu colo, Mãe, cuida de mim!”. Se nós nos entregarmos a Maria, Ela vai nos entregar para Deus. Quando nos aproximamos da lua, vamos, diretamente, para a luz do sol. Se nos entregarmos para Nossa Senhora, já estaremos no coração de Deus. Não tenhamos medo de nos entregarmos a Maria, porque ela nos entregará para Deus.”
Transcrição e adaptação: Thati Kedma
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Veja pregação completa:
Título Original: Filho, eis tua Mãe
Site: Eventos Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon
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