Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

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Corpus Christi: “Deus se faz próximo!”. A hóstia consagrada não simboliza Jesus, é o próprio Jesus

Padre Gustavo Uchôa/ Foto: Arquivo Pessoal – Padre Gustavo

 
Notícias Canção Nova
Padre Gustavo Uchôa incentiva fiéis a refletirem sobre a solenidade de Corpus Christi vivida pela Igreja nesta quinta-feira, 20

Julia Beck,
Da redação
“A solenidade de Corpus Christi nos interpela a viver como homens e mulheres eucarísticos, isto é, em ação de graças a Deus, fazendo da vida uma doação”. A reflexão é do padre Gustavo Uchôa, pároco da Igreja Nossa Senhora Aparecida e Santo Expedito — localizada em Lorena (SP), e faz referência à solenidade Corpus Christi, também conhecida como celebração do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que será vivida pela Igreja nesta quinta-feira, 20.
Historicamente, o sacerdote recorda que a data dedicada a Corpus Christi surgiu no século XIII quando foi promulgada pelo Papa Urbano IV. “Precedente à promulgação ocorriam festejos populares em honra ao Santíssimo Sacramento, atos devocionais que inspiraram a oficialização em forma de solenidade litúrgica. No coração do povo de Deus estava o amor pela Eucaristia que se expressava em atos devocionais, posteriormente adotados pela Igreja, uma vez que não havia contradição neste sensus fidei e, de fato, a Eucaristia deve ser celebrada como Mistério central de nossa fé”, completou.
A celebração reúne todos os anos milhares de fiéis no Brasil e no mundo e apresenta um significado singular para todos os crentes. Padre Gustavo citou São João Paulo II para explicar o valor da solenidade.
“Como disse São João Paulo II: ‘A Igreja vive da Eucaristia’. Logo, celebrar Corpus Christi é uma expressão do que há de mais sublime de nossa fé. Intimamente ligada ao Mistério Trinitário, uma vez que celebrada na quinta-feira seguinte ao Domingo da Santíssima Trindade, temos a percepção de que Deus se faz próximo, ‘o verbo divino se fez carne e habitou entre nós’ (Jo 1,14), a grandeza deste Mistério torna-se simples, humilde, o Senhor inteiramente entrega-se a nós”, observou o sacerdote.
A confecção de tapetes para honrar o Santíssimo Corpo e Sangue do Senhor é uma tradição que, de acordo com padre Gustavo, incentiva todos os católicos a pensarem no amor dedicado a Jesus. O sacerdote destacou também a procissão da Eucaristia pelas ruas, vilas e cidades, e recordou o ato de caminhar pelos povoados da Galileia, realizado por Jesus durante sua vida terrena.
Procissão de Corpus Christi / Foto: Wesley Almeida – Arquivo CN
“Por onde Jesus passava tocava corações com sua presença. Hoje queremos que o Senhor passe entre nós, queremos ser tocados por Ele, por isso preparamos tudo, queremos manifestar-Lhe nosso carinho, reverência, adoração. Por trás do gesto concreto da ornamentação das ruas está muito mais que tradição, está um ato de fé de gente que canta: ‘Também sou teu povo, Senhor, e estou nessa estrada, Tu és alimento na longa jornada!’”, afirmou padre Gustavo.
A procissão realizada pelos fiéis é também vista pelo padre como uma forma de os católicos testemunharam aquilo que acreditam e celebram. “Na Santíssima Eucaristia, está contido todo o tesouro espiritual da Igreja. O Senhor doando-se sem reservas ensinou-nos que ‘não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida’ (Mt 20,28). Na Eucaristia está o ensinamento do Senhor que nada guarda para si, nem sequer seu Corpo e Sangue, pois tudo oferece”, refletiu.
Para a solenidade deste ano, o sacerdote incentivou os católicos a caminharem pelas ruas e se questionarem: “Também passo pelas ruas, pelas pessoas, por encontros doando minha vida? Tenho reservado tudo para mim e nada para os outros?”.
Tradicional tapete de Corpus Christi/ Foto: Wesley Almeida – Arquivo CN
Ao longo de sua peregrinação terrena, o sacerdote recorda que Jesus Cristo se encontrava com pessoas que acreditavam e viviam de modo diferente do seu, pois não eram judeus, como o oficial romano (Lc 7,1-10), a mulher cananeia (Mt 15, 21-28), a samaritana (Jo 4, 1-29), dentre tantos outros encontros: “Todavia, não lhes impedia de se aproximarem, cada encontro era único. Toda a vida de Jesus, a sua forma de tratar os pobres, os seus gestos, a sua coerência, a sua generosidade simples e quotidiana e, finalmente, a sua total dedicação, tudo é precioso”, afirmou o religioso.
“Quando o Senhor Jesus presente na Eucaristia passa em nosso meio quantas possibilidades de encontros? Quantos ainda não O conhecem? Quantos se sentem perdidos?”, indagou padre Gustavo. O sacerdote prosseguiu: “Talvez, deste testemunho de fé surja o despertar para Aquele que é ‘o Caminho, a Verdade, e a Vida’ (Jo 10,10). Deixando nossos templos propagamos o que cremos. Além disso, como homens e mulheres que creem na Eucaristia passamos a anunciar Cristo, mais que isto, somos cristóforos, (Χριστόφορος), portadores de Cristo. Somos promotores de novos encontros com Ele”.
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Titulo Original: Padre sobre solenidade de Corpus Christi: “Deus se faz próximo!”
Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

Novo documento do Vaticano bate forte na Ideologia de Gênero

O Catequista
A Congregação para a Educação Católica lançou hoje um documento chamado “Homem e Mulher os criou”, que traça uma abordagem para as questões de gênero nas instituições católicas de ensino. Também dá algumas diretrizes para a atuação de educadores católicos, mesmo fora de instituições confessionais.
Segundo o Cardeal Giuseppe Versaldi, prefeito da congregação, o documento procura diferenciar a ideologia de gênero que, segundo o Papa Francisco pretende “impor-se como um pensamento único que determine a educação infantil”, dos estudos de gênero, que aprofundam adequadamente as diferenças entre homens e mulheres nas diversas culturas. Essa diferença precisa ser estabelecida para que se possa abrir um justo diálogo com as áreas de estudo, deixando de lado a imposição ideológica.
Partindo disso, o cardeal afirma que “o documento traça a história, concentra-se em pontos de encontro razoáveis e propõe a visão antropológica cristã” como via para a educação.
O documento é dividido em 3 partes principais: ouvir, analisar e propor. Abaixo, um breve resumo de cada uma.
OUVIR
É uma seção de diagnóstico.
Um breve histórico demonstra como uma legítima preocupação pelo reconhecimento da igualdade de homens e mulheres em dignidade acabou sendo manipulada ideologicamente para construir uma identidade totalmente individualista e desvinculada da verdadeira humanidade.
“Esta ideologia induz a projetos educativos e a orientações legislativas que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculada da diferença biológica entre masculino e feminino. A identidade humana é entregue a uma opção individualista, mutável com o tempo, expressão do modo de pensar e agir, hoje difundido, que confunde « a liberdade genuína com a ideia de que cada um julga como lhe parece, como se, para além dos indivíduos, não houvesse verdades, valores, princípios que nos guiam, como se tudo fosse igual e tudo se devesse permitir »”. (22)
ANALISAR
Essa seção considera, à luz da razão, os motivos pelos quais a “ideologia de gênero” deve ser entendida como um erro que vem tentando se impor como resposta (evidentemente errada) à uma demanda justa da sociedade por igual dignidade entre sexos e respeito aos indivíduos.
Aqui o documento fala da impossibilidade de um terceiro “gênero” do ponto de vista médico/biológico, aponta a importância da alteridade sexual para construção de identidade do indivíduo e lembra que a complementariedade fisiológica entre homens e mulheres é a única condição que torna viável a procriação.
O texto é claro ao enfatizar que, embora se possa lançar mão de recursos técnicos para permitir a geração de filhos entre pessoas do mesmo sexo, tal conduta não condiz com a dignidade que se deve dar à reprodução humana.
“(…) o uso das tecnologias não equivale à concepção natural, na medida que comporta manipulação de embriões humanos, fragmentação da parentalidade, instrumentalização e/ou mercantilização do corpo humano, sem esquecer a redução da criança a um objeto de uma tecnologia científica”. (24)
PROPOR
Feita a identificação dos problemas relacionados à “ideologia de gênero”, o documento propõe que a educação católica retome a Antropologia Cristã como base para a estruturação do percurso educativo.
“(…) sem uma clarificação convincente da antropologia sobre a qual se funda o significado da sexualidade e da afetividade não é possível estruturar de modo correto um percurso educativo coerente com a natureza do homem como pessoa, com o fim de orientá-lo para a plenitude da sua identidade sexual no contexto da vocação ao dom de si. E o primeiro passo desta clarificação antropológica consiste no reconhecimento que « também o homem possui uma natureza, que deve respeitar e não pode manipular como lhe apetece ». (…)” (30)
O documento coloca a família como “o lugar natural no qual a comunhão entre homens e mulheres encontra plena atuação” (36) e, portanto, deve ser o grande ponto de referência para a educação.
É pedido que as escolas católicas, atuando com as famílias, tornem-se verdadeiras comunidades educativas. Aos educadores católicos, o documento pede que mesmo atuando em escolas não católicas, devem dar “testemunho da verdade sobre a pessoa humana e estar a serviço da sua promoção” (40).
O documento finaliza reconhecendo a existência de um grande desafio: o de acolher respeitosamente as diferentes inclinações existentes hoje em dia, abrindo um diálogo franco e sincero, mas propondo a única via que de fato responde às verdadeiras exigências humanas.
A proposta cristã supera qualquer tentativa ideológica de responder ao homem. Aos educadores católicos, pede-se caridade e testemunho.
“Para além de qualquer reducionismo ideológico ou relativismo homologante, as educadoras e os educadores católicos – na correspondência à identidade recebida da inspiração evangélica – são chamados a transformar positivamente os desafios atuais em oportunidades, percorrendo os caminhos do acolhimento, da razão e da proposta cristã, e também testemunhando com as modalidades da própria presença a coerência entre as palavras e a vida.” (54)
O documento é lúcido e riquíssimo! Se você trabalha com educação ou se interessa pelo tema, leia o texto completo em português clicando aqui.
Site: O Catequista
Editado por Henrique Guilhon

Papa Francisco: interessar-se pelos migrantes é interessar-se por todos nós

 
CNBB
“Não se trata apenas de migrantes” é o tema da mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2019, divulgada nesta segunda-feira, dia 27. No texto, o pontífice ressalta que os “conflitos violentos, verdadeiras e próprias guerras não cessam de dilacerar a humanidade; sucedem-se injustiças e discriminações; tribula-se para superar os desequilíbrios econômicos e sociais, de ordem local ou global. E quem sofre as consequências de tudo isso são sobretudo os mais pobres e desfavorecidos”.

Individualismo acentuado

Segundo Francisco, “as sociedades economicamente mais avançadas tendem a um acentuado individualismo que, associado à mentalidade utilitarista e multiplicado pela rede midiática, gera a globalização da indiferença”.
“Neste cenário, os migrantes, os refugiados, os desalojados e as vítimas do tráfico de seres humanos aparecem como os sujeitos emblemáticos da exclusão, porque, além dos incômodos inerentes à sua condição, acabam muitas vezes alvo de juízos negativos que os consideram causa dos males sociais. ”
A atitude para com eles constitui a campainha de alarme que avisa sobre o declínio moral em que se incorre, se continua a dar espaço à cultura do descarte. Com efeito, por este caminho, cada indivíduo que não quadre com os cânones do bem-estar físico, psíquico e social fica em risco de marginalização e exclusão.
“Por isso, a presença dos migrantes e refugiados, como a das pessoas vulneráveis em geral, constitui, hoje, um convite a recuperar algumas dimensões essenciais da nossa existência cristã e da nossa humanidade, que correm o risco de entorpecimento num teor de vida rico de comodidades. Aqui está a razão por que «não se trata apenas de migrantes», ou seja, quando nos interessamos por eles, interessamo-nos também por nós, por todos; cuidando deles, todos crescemos; escutando-os, damos voz também àquela parte de nós mesmos que talvez mantenhamos escondida por não ser bem vista hoje”, ressalta Francisco.

Na sequência, o papa ressalta os vários significados do tema dessa mensagem:

“Não se trata apenas de migrantes: trata-se também dos nossos medos”, do “nosso receio em relação aos outros. Isto se nota particularmente hoje, diante da chegada de migrantes e refugiados que batem à nossa porta em busca de proteção, segurança e um futuro melhor. É verdade que o receio é legítimo, inclusive porque falta a preparação para este encontro.” O problema surge quando os receios “condicionam de tal forma o nosso modo de pensar e agir, que nos tornam intolerantes, fechados, talvez até, sem disso nos apercebermos, racistas”.
“Não se trata apenas de migrantes: trata-se da caridade”. “Através das obras de caridade, demonstramos a nossa fé. E a caridade mais excelsa é a que se realiza em benefício de quem não é capaz de retribuir, nem talvez de agradecer”, afirma o pontífice.
“Não se trata apenas de migrantes: trata-se da nossa humanidade”. “O que impele aquele samaritano – um estrangeiro, segundo os judeus – a deter-se é a compaixão, um sentimento que não se pode explicar só a nível racional. Como nos ensina o próprio Jesus, ter compaixão significa reconhecer o sofrimento do outro e passar, imediatamente, à ação para aliviar, cuidar e salvar.”

Verdadeiro desenvolvimento 

“ Não se trata apenas de migrantes: trata-se de não excluir ninguém. O mundo atual vai-se tornando, dia após dia, mais elitista e cruel para com os excluídos. Os países em via de desenvolvimento continuam sendo depauperados dos seus melhores recursos naturais e humanos em benefício de poucos mercados privilegiados. As guerras abatem-se apenas sobre algumas regiões do mundo, enquanto as armas para as fazer são produzidas e vendidas noutras regiões, que depois não querem ocupar-se dos refugiados causados por tais conflitos. ”
Para Francisco, quem sofre as consequências são sempre os pequenos, os pobres, os mais vulneráveis, a quem se impede de sentar-se à mesa deixando-lhe as migalhas do banquete. “A Igreja ‘em saída’ (…) sabe tomar iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. O desenvolvimento exclusivista torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. Verdadeiro desenvolvimento é aquele que procura incluir todos os homens e mulheres do mundo, promovendo o seu crescimento integral, e se preocupa também com as gerações futuras”, afirma.
“Não se trata apenas de migrantes: trata-se de construir a cidade de Deus e do homem”. “Na nossa época, designada também a era das migrações, muitas são as pessoas inocentes que caem vítimas da grande ilusão de um desenvolvimento tecnológico e consumista sem limites. E, assim, partem em viagem para um paraíso que, inexoravelmente, atraiçoa as suas expetativas. A sua presença, por vezes incômoda, contribui para desmentir os mitos de um progresso reservado a poucos, mas construído sobre a exploração de muitos.”

Construção de uma sociedade mais justa

Construir a cidade de Deus e do homem “trata-se de uma oportunidade que a Providência nos oferece de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, de uma democracia mais completa, de um país mais inclusivo, de um mundo mais fraterno e de uma comunidade cristã mais aberta, de acordo com o Evangelho”.
Por fim, o papa resumiu em quatro verbos a resposta ao desafio apresentado pelas migrações atuais: acolher, proteger, promover e integrar.
“Esses verbos não valem apenas para os migrantes e os refugiados; exprimem a missão da Igreja a favor de todos os habitantes das periferias existenciais, que devem ser acolhidos, protegidos, promovidos e integrados”. Segundo Francisco, se esses verbos forem colocados em prática, contribuiremos na construção da “cidade de Deus e do homem, promoveremos o desenvolvimento humano integral de todas as pessoas e ajudaremos também a comunidade mundial a ficar mais próxima de alcançar os objetivos do desenvolvimento sustentável”.
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

O presidente eleito Jair Bolsonaro visitou hoje a Canção Nova e outras cidades do Vale do Paraíba

Julia Beck

Da redação

Jair Bolsonaro fez nesta sexta-feira, 30, breve passagem por instituições localizadas nas cidades de Guaratinguetá, Aparecida e Cachoeira Paulista

Notícias Canção Nova
 
 
Presidente eleito, Jair Bolsonaro durante compromisso na manhã desta sexta-feira, 30/ Foto: Canção Nova/ Wesley Almeida
O presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, fez uma breve passagem nesta sexta-feira, 30, pelas cidades de Guaratinguetá, Aparecida e Cachoeira Paulista, todas localizadas no Vale do Paraíba, São Paulo. Durante a manhã, Bolsonaro participou da Solenidade Militar de Formatura da 247ª turma do curso de Formação de Sargentos (CFS), Esquadrão Azul, Turma Condá, da 29ª turma do Estágio de Adaptação à Graduação Sargento (EAGS), Esquadrão Prata e da Turma Sírius — todas pertencentes a Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR). No início da tarde, Bolsonaro visitou a Basílica Nacional e ao Santuário do Pai das Misericórdias, da Comunidade Canção Nova (CN).
Jair Bolsonaro chegou ao pátio do Prédio do Comando da EEAR, em Guaratinguetá, às 10h30, e participou da formatura dos 530 novos sargentos. O presidente eleito participou da homenagem e entrega do prêmio Honra ao Mérito, do Ministério da Defesa, e acompanhou as premiações da Força Aérea Brasileira e da Medalha Eduardo Gomes Aplicação de Estudo. Ao final da cerimônia, Bolsonaro concedeu uma entrevista à imprensa e falou dos temas: indulto de natal, a indicação do almirante Bento Costa Lima para o Ministério de Minas e Energia, novos investimentos no Vale do Paraíba, relações internacionais, futura indicação para a pasta de Meio Ambiente, segurança e combate ao crime organizado e a intervenção militar no Rio de Janeiro que não será prorrogada.
Bolsonaro durante entrega do prêmio Honra ao Mérito, do Ministro da Defesa/ Presidente eleito, Jair Bolsonaro durante compromisso na manhã desta sexta-feira, 30/ Foto: Canção Nova/ Wesley Almeida
Sobre o indulto, Bolsonaro observou: “Será completamente diferente. Não é somente uma questão de corrupção, qualquer criminoso tem que cumprir sua pena de forma integral, essa é a nossa política, é isso inclusive que acertei com Sérgio Moro, indicado para ser Ministro da Justiça, para tratar essas questões. Se não houver punição ou se a punição for extremamente branda, acho que é um convite à criminalidade”.
Com relação ao novo indicado para o Ministério de Minas e Energia, o presidente eleito afirmou: “Ele tem conhecimento do assunto, é uma pessoa honrada, que está com muita vontade de buscar soluções para questões graves que temos pela frente”. A respeito da futura interrupção da intervenção militar no Rio de Janeiro, Bolsonaro declarou: “Eu assumindo, não a prorrogarei. (…) Quero uma retaguarda jurídica para as pessoas que trabalham na segurança do nosso Brasil. Não posso admitir que o integrante das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Federal, entre outros, após o cumprimento da missão, respondam a um processo”.
Novos sargentos da EEAR, durante formatura/ Presidente eleito, Jair Bolsonaro durante compromisso na manhã desta sexta-feira, 30/ Foto: Canção Nova/ Wesley Almeida
Após a coletiva, Jair Bolsonaro fez uma rápida visita à Basílica Nacional de Aparecida, e seguiu rumo ao Santuário do Pai das Misericórdias, na Canção Nova, localizado em Cachoeira Paulista. Na ocasião, o presidente eleito foi recebido pelo fundador da comunidade, Monsenhor Jonas Abib, pela cofundadora da comunidade, Luzia Santiago, o presidente da Fundação João Paulo II, Wellington Silva Jardim, padre Bruno Costa, e demais autoridades.
No Santuário, Monsenhor Jonas rezou pelo presidente e pediu sabedoria para este novo período. “O Pai quer abraçá-lo e fazer com que o senhor caminhe pelos caminhos dEle para que Ele possa levá-lo a um Brasil mudado. (…) Assim como Salomão, que Deus o dê toda a sabedoria. Salomão não pediu riquezas, nem vitórias sobre seus inimigos, mas pediu sabedoria. Senhor dá a ele a sua sabedoria”, rogou. Os fiéis participaram também do momento de oração.
Bolsonaro durante momento de oração no Santuário do Pai das Misericórdias em Cachoeira Paulista (SP)/ Presidente eleito, Jair Bolsonaro durante compromisso na manhã desta sexta-feira, 30/ Foto: Canção Nova/ Wesley Almeida
“Quero mais uma vez agradecer a Deus por estar vivo. Fui salvo por homens, mas pelas mãos de Deus. Agradeço o apoio, consideração, confiança e orações. Entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus. Como disse, há pouco, Monsenhor Jonas, quero avançar um pouco mais, e quero pedir mais que sabedoria, quero pedir coragem para decidir acertadamente o destino desta grande nação chamada Brasil”, falou Bolsonaro.
Depois de sua passagem pelo Santuário, Bolsonaro encontrou-se com a imprensa no Auditório São Paulo, na sede da Canção Nova. Durante coletiva, o presidente assegurou que permanecerá com as isenções de impostos e taxas sob as Igrejas e comunidades que realizam trabalhos filantrópicos. Bolsonaro comentou também a proximidade econômica de seu futuro governo com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sua linha conservadora e possíveis incentivos ao turismo religioso.
Acompanhado durante toda esta sexta-feira pelo futuro ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, pelo chefe de gabinete de Segurança Institucional (GSI), General Augusto Heleno, e pelo senador eleito, Major Olímpio, o presidente eleito seguirá neste sábado, 1, para a cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro, onde participará da cerimônia de Formatura dos Cadetes Aspirantes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).
Coletiva de imprensa do presidente eleito na Canção Nova/ Presidente eleito, Jair Bolsonaro durante compromisso na manhã desta sexta-feira, 30/ Foto: Canção Nova/ Wesley Almeida
Título Original: Após eleição, Bolsonaro visita pela primeira vez cidades do Vale (SP)
Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guihon

Diocese de Lorena prepara atividades para Dia Nacional da Juventude

Multidão de jovens se reúne para a visita do Papa Francisco, em 2016 / Foto: Arquivo CN

Thiago Coutinho
Da redação

Notícias Canção Nova
Atividades serão realizadas no Oratório São Luiz neste domingo, 25
A Diocese de Lorena (SP) se prepara para neste domingo, 25, dedicar-se à participação do jovem na Igreja, num evento focado no Dia Nacional da Juventude (DNJ) — cuja edição deste ano girou em torno do tema “Juventude construindo uma cultura de paz” e o lema “Disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz, neste mundo vocês terão aflições, contudo tenham coragem, Eu venci o mundo” (Jo 16,33), propostos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
As atividades programadas serão realizadas no Oratório São Luiz, uma casa salesiana. “Neste espaço teremos um momento de comunhão e partilha”, explica Ailton Evangelista, assessor da Juventude na diocese de Lorena.
Está programada uma missa e uma série de workshops em que serão organizados debates e escuta dos jovens. “Estamos caminhando na esteira da Igreja no que diz respeito a escutar a juventude a partir da proposta do Sínodo, que este ano foi realizado em Roma. Na própria inscrição, perguntamos aos jovens o que eles queriam discutir”, detalha Evangelista.
Entre os temas elencados para esta conversa estão Sentido da Vida, Doutrina e Religião, Questões de fé e Afetividade e Sexualidade. “Nossos jovens poderão participar destes debates, divididos em salas em que serão trabalhados esses temas específicos, sempre se levando em conta a pluralidade e a diversidade de cada grupo de jovens”, afirma o assessor.
À tarde, serão abertas as Tendas de Convivência, “em que teremos desde feiras vocacionais até grupos que falarão sobre a juventude carismática, a juventude que trabalha com a teoria do corpo e outros que discutirão a devoção mariana, algo muito forte no meio jovem”, detalha Evangelista. O objetivo destas atividades é mostrar ao jovem que a Igreja é um lugar que ele pode discutir suas angústias e necessidades.
“É uma data para celebrar a vida e a juventude”, aponta Padre Flávio José, um dos coordenadores do evento deste domingo, que atua com jovens desde os 15 anos de idade ― muito antes de se tornar um sacerdote. “O tema apontado pelo DNJ caiu muito bem, favorável para uma sociedade tão violenta e sem Deus que estamos vivendo. É um dia para celebrarmos a vida e o que o jovem tem de melhor”, assegura o religioso.
Cultura de paz
A proposta do DNJ é fomentar nos jovens o diálogo, de escutar e se colocar no lugar do outro. Uma postura que gere empatia. “Caminhamos a partir das luzes do Evangelho, que favorecem esta questão do diálogo, de escutar, afastar os julgamentos e preconceitos e fazer esta primeira experiência de acolhida e misericórdia. Uma vez armados destes sentimentos, já está havendo uma certa promoção da paz. Assim que estes elementos são assimilados, tornam-se um costume na vida do jovem que se desdobra em todos os ambientes em que ele vive”, pondera Evangelista.
Para Padre Flávio, a juventude precisa de espaço e, quando encontra este espaço, consegue gerar vida. “A sociedade é quem muitas vezes impõe estes elementos que fazem com que eles se insiram neste universo da violência. Mas, em sua essência, os jovens são da paz. Querem viver a vida. E possível superar a violência e tudo que é negativo quando eles têm espaço”, garante.
É fato, porém, que todos estes problemas de violência e exclusão social que assolam o mundo também atingem mesmo aqueles que vivem o que a Igreja pede. “Percebo que Igreja e mundo são coisas entrelaçadas. O jovem que vai à Igreja é aquele que também precisa pegar ônibus, pagar a faculdade e que mora num lugar que não favorece o seu desenvolvimento”, lamenta o assessor.
Por outro lado, a Igreja traz vida a esses jovens. Nela, eles podem muitas vezes reduzir esta falta que o mundo por vezes traz àqueles que estão dando os primeiros passos a uma vida adulta. “Acredito que o mais bonito da Igreja, o eixo de sua proposta e do Evangelho, é trazer vida a essas pessoas. Ela abre suas portas para favorecer o protagonismo do jovem. Quando nos aproximamos da proposta da Igreja, ela é de libertar os jovens e alavancá-los, impulsioná-los para que estudem e trabalhem, quer vê-los felizes”, assegura.
A Igreja, para o padre Flávio, deve ir ao encontro dos jovens. “O que falta muito é a acolhida. Isto sim ajuda a tirá-los do mapa da violência e os ajuda a viver melhor”, aponta o religioso. “Quando se compreende isto, você compreende toda a entrega de Jesus à cruz”, reitera Evangelista.
Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

Conclusão do Sínodo dos jovens

CNBB
A XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos foi concluída neste domingo, 28 de outubro, com a missa presidida pelo papa Francisco, na Basílica de São Pedro. Aos jovens do mundo inteiro, tema de reflexão sob o qual os padres sinodais se debruçaram, foram dirigidas palavras de esperança, confiança e consolação. O Documento Final desta assembleia, cujo tema foi “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” foi entregue ao papa, que autorizou a sua publicação.
Em sua carta, os padres sinodais situam o processo de escuta que permeou as três semanas de assembleia, quando deram ouvidos à voz de Jesus, “o Cristo, eternamente jovem”. Nele, reconheceram as vozes da juventude, seus gritos de exultação, lamentos e silêncios”.
“Sabemos de suas buscas interiores, das alegrias e das esperanças, das dores e angústias que fazem parte de sua inquietude. Agora, queremos que vocês escutem uma palavra nossa: desejamos ser colaboradores de sua alegria para que suas expectativas se transformem em ideais. Temos certeza de que com sua vontade de viver, vocês estão prontos a se empenhar para que seus sonhos tomem forma em sua existência e na história humana”, afirmam em um trecho.
A sinalização é um pedido de confiança à Igreja-mãe, que tem em suas estruturas fraquezas, fragilidades e pecados, que não devem neste sentido desanimar ou ser obstáculo à confiança. “A Igreja é sua mãe, não abandona vocês, está pronta para acompanhá-los em novos caminhos, nas sendas mais altas onde o vento do Espírito sopra mais forte, varrendo as névoas da indiferença, da superficialidade, do desânimo”.
Documento final
Na tarde do último sábado, 27, foi aprovado o Documento final do Sínodo sobre a Juventude. Divido em três partes, 12 capítulos, 167 parágrafos e 60 páginas, o documento tem como fio condutor a passagem do Evangelho de Lucas sobre os discípulos de Emaús. “Caminhava com eles”, “Eles abriram os olhos” e “Partiram sem demora” são os títulos de cada uma das três partes do texto.
Para o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, que foi o relator geral do Sínodo, o texto é “o resultado de um verdadeiro trabalho de equipe” dos padres sinodais, juntamente com os outros participantes no Sínodo e “em modo particular os jovens.”
Na primeira parte do documento, intitulada “Caminhava com eles”, é apresentado o contexto no qual os jovens estão inseridos. Ressalta-se a Igreja em escuta, apontam-se “três juntas cruciais” e são abordadas questões como identidade e relacionamento, além do ser jovem hoje.
A segunda parte, “Eles abriram os olhos”, reforça o papel renovador da juventude na Igreja, “portadora de uma santa inquietude”. Acolhimento, respeito e acompanhamento ao dinamismo dos jovens são indicações deste trecho, que aborda o dom da juventude, o mistério da vocação, a missão do acompanhamento e a arte de discernir.
Por fim, em seu último título, “Partiram sem demora”, são pontuadas a sinodalidade missionária da Igreja, o caminhar juntos no cotidiano, o renovado ímpeto missionário e a formação integral. É desta parte do texto que sai o convite às Conferências Episcopais e às Igrejas particulares para prosseguir no processo de discernimento com o objetivo de elaborar soluções pastorais específicas à realidade juvenil.
Título Original:  Sínodo dos jovens é concluído: carta e documento final são divulgados
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon
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