Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

Posts marcados ‘Alerta’

Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que está por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram!

Blog Canção Nova – Livres de todo mal
Não é de hoje que renomados Exorcistas do mundo inteiro tem chamado a atenção para os cuidados que os cristãos precisam ter quando se fala da Festa de Halloween!
Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que está por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram!
Padre Paulo Ricardo, nos traz uma afirmação que nos ajuda a compreender o quão grave é se envolver com a “Festa” de Halloween:
“Como numa paródia, o diabo inventou a comemoração do Dia das Bruxas, que contém uma miséria escondida porque celebra as pessoas condenadas ao inferno. Muitos acham que o inferno não existe porque Deus é Misericórdia, mas é preciso entender que o inferno existe porque o homem é livre, ou seja, nós podemos ou não escolher entrar na felicidade eterna. É importante lembrar que nossa alma ainda está em risco, podemos ser salvos, mas ainda podemos nos perder”
No vídeo abaixo, o Exorcista português, Padre Duarte Lara, nos traz dados e fatos impressionantes sobre a relação do Halloween com o Satanismo!
Assista:

Deus abençoe você!
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Título Original: O perigo do Halloween, explicado por um Exorcista!
Site: Blog Canção Nova – Livres de todo mal
Editado por Henrique Guilhon

Alerta – grupo “Católicas pelo Direito de Decidir” não é católico


Facebook da organização Católicas pelo Direito de Decidir

Aleteia
Bispos dos EUA e padre pró-vida brasileiro denunciam: movimento abortista visa confundir mediante o uso estratégico do termo “católico”
Com a persistente campanha de desinformação e manipulações pseudocientíficas em favor da legalização do livre extermínio de bebês em gestação, volta à tona, esporadicamente, o nome da organização “Católicas pelo Direito de Decidir”, que, na realidade, não é católica porque se posiciona explicitamente contra a doutrina católica a respeito de vários temas, a começar pelo aborto.
As informações seguintes sobre essa organização abortista surgida nos Estados Unidos na década de 1970 procedem de artigo escrito pelo pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Pró-Vida de Anápolis, e publicado em 4 de janeiro de 2008 no site desta associação.
 
Surgimento e vínculos
O pe. Lodi recorda, em seu texto, que a Igreja Católica se opôs frontalmente, em 1970, à lei abortista do Estado de Nova Iorque, estopim para a aprovação do aborto em todo o território dos Estados Unidos em 1973. Diante disto, três membros do grupo pró-aborto NOW (“National Organization for Women” – Organização Nacional para as Mulheres) fundaram, ainda em 1970, a organização CFFC (“Catholics For a Free Choice” – Católicas pelo Direito de Decidir).
A organização, que na realidade é abertamente anticatólica, já nasceu, portanto, com o objetivo de confundir o público e manipulá-lo em favor da agenda abortista mediante o estratégico uso do termo “católica”.
Um dos primeiros atos públicos das CFFC, de acordo com o artigo do pe. Lodi, foi ridicularizar a Igreja coroando uma feminista com o título de “papisa Joana I” na escadaria da Catedral de São Patrício, em Nova Iorque.
A primeira sede das CFFC se localizou nas dependências da “Planned Parenthood Federation of America” (PPFA), também em Nova Iorque. Trata-se da filial estadunidense da IPPF, International Planned Pareenthood Federation (Federação Internacional de Planejamento Familiar), atualmente proprietária da maior rede de clínicas de aborto da América do Norte. Conhecida como “a multinacional da morte”, ela tem sede em Londres e filiais em 180 países. Diretores dessa organização foram flagrados recentemente, em vídeo, negociando a venda ilegal de órgãos de bebês abortados em suas instalações.
Objetivo
O objetivo da organização abortista “Católicas pelo Direito de Decidir” é, de acordo com a denúncia do pe. Lodi, infiltrar-se nas paróquias, dioceses, universidades católicas, meios de comunicação e casas legislativas a fim de dar a entender que seria possível, ao mesmo tempo, “ser católico e defender o aborto” – o que, obviamente, é impossível e claramente contrário à verdadeira doutrina católica. Além do aborto, as falsas “católicas” desse movimento defendem várias outras práticas contrárias ao catecismo, como o sexo livre fora do matrimônio, o chamado “casamento” de pessoas do mesmo sexo e todas as formas de reprodução artificial.
Quanto à liturgia, o pe. Lodi relata que as “Católicas pelo Direito de Decidir” assumem rituais e práticas da Nova Era (“New Age“): são devotas do ídolo feminista Sofia, uma variante ideológica da deusa grega da sabedoria, e chegam a compor poesias em honra a Lúcifer. O aborto é tratado como um ato “sagrado”. São recitadas orações a “Deus Pai e Mãe” enquanto a mulher que está abortando é abençoada, abraçada e encorajada a salpicar pétalas de rosas. A ex-freira Diann Neu elaborou uma cerimônia pós-aborto em que a mulher abre uma cova no jardim e deposita os restos mortais de seu bebê, dizendo: “Mãe Terra, em teu seio depositamos esse espírito”.
O maior obstáculo que os promotores do aborto têm encontrado no seio das Nações Unidas é a presença da Santa Sé, reconhecida como Observador Permanente. Em 1999, as “Católicas pelo Direito de Decidir” lançaram a campanha “See Change” (“Mudança de Sé”), com o objetivo, até agora não atingido, de pressionar a ONU a rebaixar o status da Santa Sé ao de simples organização não-governamental (ONG), como é o caso delas próprias.
Por que atacar justamente a Igreja Católica?
Francis Kissling, que foi presidente das “Católicas pelo Direito de Decidir” durante anos, desde 1982, explicou, em entrevista de setembro de 2002:
“A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos e sociológicos quanto teológicos, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. OK. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente tem declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando começa a vida, fetos etc. Então, se você derrubar a posição católica, você ganha” (Kissling, Frances. Interview by Rebecca Sharpless. September 13– 14, 2002. Population and Reproductive Health Oral History Project, Sophia Smith Collection. Disponível nesta transcrição, na página 106 – em inglês).
Financiamento
As “Católicas pelo Direito de Decidir” contaram com vultosas doações de fundações de controle demográfico, entre elas a Fundação Ford, a Fundação Sunnen, a Fundação Mc Arthur e a Fundação Playboy. A maior parte dos investimentos tem sido destinada à promoção dos assim chamados “direitos reprodutivos” na América Latina, o que envolve o suposto “direito” ao aborto, além da esterilização e da anticoncepção.
Em 1987, as “Católicas pelo Direito de Decidir” criaram uma filial latino-americana em Montevidéu, no Uruguai, com o nome de “Católicas por el Derecho a Decidir”. Em língua espanhola, publicaram o livro sarcástico “Y María fue consultada para ser Madre de Dios”, em que Nossa Senhora é apresentada como símbolo do “direito a decidir” sobre a prática do aborto. Em 1993, foi criada em São Paulo a filial brasileira “Católicas pelo Direito de Decidir” (CDD).
As CDD e a Campanha da Fraternidade 2008
Na segunda quinzena de dezembro de 2007, as livrarias católicas puseram à venda um DVD produzido pela Verbo Filmes, trazendo na capa o cartaz da Campanha da Fraternidade 2008, com o lema “Escolhe, pois, a vida”, o tema “Fraternidade e defesa da vida” e o logotipo da CNBB.
O que deixou os militantes pró-vida estupefatos foi a participação da Sra. Dulce Xavier, membro das CDD, no bloco IV do vídeo (“Em defesa da vida: pontos de vista”), com uma fala de cinco minutos, criticando a Igreja Católica por não aceitar a anticoncepção, e defendendo a realização do aborto pela rede hospitalar pública para preservar “a vida das mulheres”. A inserção das “Católicas pelo Direito de Decidir” no vídeo tinha sido feita sem a autorização da CNBB, que, quando soube da notícia, exigiu o recolhimento dos DVDs. A Verbo Filmes fez então outra edição, desta vez sem a fala das CDD. No entanto, cópias do DVD com a participação das “Católicas pelo Direito de Decidir” ainda podem ser encontradas, prolongando a confusão junto ao público.
Nota oficial da Conferência Episcopal dos Estados Unidos
Os bispos norte-americanos se pronunciaram com clareza sobre a natureza anticatólica da organização abortista e feminista “Católicas pelo Direito de Decidir”. Confira:
DECLARAÇÃO DA CONFERÊNCIA NACIONAL
DOS BISPOS CATÓLICOS DOS ESTADOS UNIDOS (NCCB), de 10/05/2000
Por muitos anos, um grupo autodenominado “Católicas pelo Direito de Decidir” (Catholics for a Free Choice — CFFC), tem publicamente defendido o aborto ao mesmo tempo em que diz estar falando como uma autêntica voz católica. Esta declaração é falsa. De fato, a atividade do grupo é direcionada para rejeitar e distorcer o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devida à defesa da vida humana do nascituro indefeso.
Em algumas ocasiões a Conferência Nacional dos Bispos Católicos (NCCB) declarou publicamente que a CFFC não é uma organização católica, não fala pela Igreja Católica, e de fato promove posições contrárias ao magistério da Igreja conforme pronunciado pela Santa Sé e pela NCCB.
CFFC é, praticamente falando, um braço do “lobby” do aborto nos Estados Unidos e através do mundo. É um grupo de pressão dedicado a apoiar o aborto. É financiado por algumas poderosas e ricas fundações privadas, principalmente americanas, para promover o aborto como um método de controle de população. Esta posição é contrária à política existente nas Nações Unidas e às leis e políticas da maioria das nações do mundo.
Em sua última campanha, CFFC assumiu um esforço concentrado de opinião pública para acabar com a presença oficial e silenciar a voz moral da Santa Sé nas Nações Unidas como um Observador Permanente. A campanha de opinião pública tem ridicularizado a Santa Sé com uma linguagem que lembra outros episódios de fanatismo anticatólico que a Igreja Católica sofreu no passado.
Como os Bispos Católicos dos Estados Unidos têm afirmado por muitos anos, o uso do nome “Católica” como uma plataforma de apoio à supressão da vida humana inocente e de ridicularização da Igreja é ofensivo não somente aos católicos, mas a todos que esperam honestidade e franqueza em um discurso público.
Declaramos outra vez com a mais forte veemência:
“Por causa de sua oposição aos direitos humanos de alguns dos mais indefesos membros da raça humana, e porque seus propósitos e atividades contradizem os ensinamentos essenciais da fé católica,… Católicas pelo Direito de Decidir não merece o reconhecimento nem o apoio como uma organização católica” (Comitê Administrativo, Conferência Nacional dos Bispos, 1993).
Bibliografia consultada pelo pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz:
CLOWES, Brian. Mulheres católicas pelo direito de decidir. In: PONTIFÍCIO CONSELHO PARA A FAMÍLIA. Lexicon: termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 2007. p. 659-668.
HUMAN LIFE INTERNATIONAL. “Católicas pelo direito de decidir” sem máscaras: idéias sórdidas, dinheiro sujo. Tradução de Teresa Maria Freixinho. Brasília: Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, 2000.
SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional da morte. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2004. p. 227-228.
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A partir de publicação de Pró-Vida de Anápolis
Título Original: Bispos e padre alertam: grupo “Católicas pelo Direito de Decidir” não é católico
Site: Aleteia
Editado por Henrique Guilhon

Dom Francisco Pérez alerta que a pornografia afeta o cérebro, mata o amor e conduz à violência


Imagem referencial / Crédito: Unsplash

Blanca Ruiz
O Arcebispo de Pamplona e Tudela (Espanha), Dom Francisco Pérez, em sua carta semanal advertiu a respeito do risco que provoca o consumo da pornografia, que é “como uma droga que causa dependência” e afeta o cérebro, mata o amor e conduz à violência.
“Um dos grandes problemas, que destacam os psicólogos e psiquiatras, é o consumo da pornografia”, assegurou o Prelado, e também afirmou que esse vício “está fazendo verdadeiros estragos tanto do ponto de vista psicológico como do ponto de vista humano e espiritual”.
Segundo explica Dom Fernández em sua carta, “os frutos que provocam esta dependência são desastrosos e causa uma violência transbordante”.
Além disso, explicou que “muitas vezes se confunde este modo de agir como se fosse uma libertação do que antes era uma opressão”, entretanto insiste que “a sociedade atual enfrenta infinitas tentações que buscam escravizar o ser humano através do pecado”.
Por isso, recorda que o Catecismo da Igreja Católica define a luxúria “como um desejo desordenado ou um gozo desregrado do prazer venéreo. O prazer sexual é moralmente desordenado quando buscado por si mesmo, isolado das finalidades da procriação e da união”.
“A pornografia afeta o cérebro. É como uma droga que causa dependência e é muito difícil de eliminar. É consumida e sempre se necessita mais e nunca se sacia”, afirma o Bispo de Pamplona e Tudela, que também disse que “quanto mais se consome, mais grave é o dano que causa ao cérebro”.
Sobre esta dependência, o Prelado afirma que “causa uma situação na qual a pessoa fica presa e fanática de tal maneira que o cérebro não tem capacidade de reagir com liberdade, está preso como um animal em uma armadilha”.
“A partir daí chegamos ao comportamento extremo, o qual desnaturaliza o ato sexual e se converte em um jogo normalizado, considerando-o como algo comum e sem importância no nível moral”.
O Catecismo da Igreja Católica também explica que a pornografia “atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes, público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito. É uma falta grave. As autoridades civis devem impedir a produção e a distribuição de materiais pornográficos”.
Dom Fernandez também explica que “a pornografia mata o amor”, pois “estudos recentes descobriram que depois que um indivíduo foi exposto à pornografia, se qualificam a si mesmos com menos capacidade de amor do que aqueles indivíduos que não tiveram contato com a pornografia”.
“O amor verdadeiro é desprezado, pois a paixão se converte em usar a outra pessoa como um objeto de prazer e nada mais. Por isso, é uma mentira que, sob o pretexto de satisfação e consideração pelo outro, se utiliza dele de tal maneira que o cosifica e despersonaliza”, afirma e sublinha que ali “não existe o amor porque é um prazer cheio de egoísmo”.
Além disso, o Bispo adverte que a pornografia “conduz à violência” porque “ao maltratar o corpo, se maltrata a pessoa”.
“Oferece ideias distorcidas sobre o sexo e se difunde com interesses criados”, afirma e sublinha que a mídia está, através dos celulares ou tablets, “divulgando o fenômeno do sexting, enviando conteúdos eróticos”.
Um fenômeno que Prelado pede “colocar um fim, porque caso contrario se chegará, como já acontece, a perder a dignidade humana”.
“O autêntico humanismo não tem nada a ver com este pecado gravíssimo que se converteu em um divertimento”, afirma e destaca que “há instituições que trabalham para enfrentar este turbilhão que não sabemos até onde pode chegar”.
Dom Fernandez insiste em sua carta que “a educação no amor requer uma pedagogia saudável e sem ambiguidades colocando como finalidade a verdadeira castidade” e propõe “retomar as catequeses do Papa João Paulo II sobre amor e sexualidade humana”.
Título Original: Pornografia afeta o cérebro, mata o amor e conduz à violência, adverte bispo
Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon

Em um ato de cinismo e covardia, o ataque de Edir Macedo, na nova novela “Apocalipse” à Igreja

Web

  Num ato de covardia e cinismo, movido por um ódio integral à Igreja católica, o qual o mantém obcecado constantemente, Edir Macedo investe mais uma de suas inúmeras ações contra a Igreja de Deus, numa novela da Rede Record chamada de Apocalipse. Não que eu assista a um lixo desse, aliás, na minha opinião, todo católico que se prese jamais deveria assistir a essa TV, pois seu dono já disse abertamente se considerar o número um de nós, Igreja católica apostólica romana, apesar de ele ser na verdade o serviçal do inimigo número um desta Igreja, que é satanás. O que levaria um ser cujo um vídeo foi exposto no Jornal Nacional na década de 90, no qual o pilantra e ladrão legalizado ensinava seus ajudantes a tirar dinheiro de seus seguidores com a clássica frase “ou dá ou desce” e mostrando na câmera um ar de deboche, a perseguir constantemente a Igreja católica, a respirar essa perseguição? Não há dúvida: aquele que é perseguidor dela desde o princípio, chamado demônio e satanás. 
   O covarde, por provavelmente ter um certo receio das consequências sociais que viriam com essa perseguição, procura colocar em sua novelinha, indiretas, talvez orientado por artimanhos iguais a ele, a dar a impressão de pura expressão artística, liberdade de expressão… quando o que há realmente por trás é a ação demoníaca. Então, o alienado persegue e quando a Igreja se defende, ele se faz de perseguido pela Igreja, invertendo posições. É assim que o demônio age, na sujeira, na mais profunda baixaria, coisa que causa verdadeiro nojo. O que nos resta? Refletir nas palavras de Jesus: “Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo.” S.Mateus 10,22. A justiça de Deus virá, e sobre esses perseguidores, virão ações de Deus que causarão pena aos que as verem. 
Henrique Guilhon
 
Padre Paulo Ricardo
“Apocalipse”, a nova novela da Rede Record, acaba de retratar o Papa como um falso profeta.
A acusação encontra-se nas entrelinhas, mas as referências à Igreja Católica são inequívocas. O personagem Stefano Nicolazi é ninguém menos que o Anticristo e vive em Roma, com direito a tiara papal, seguranças parecidíssimos com a Guarda Suíça Pontifícia e uma sacada ao fundo muito semelhante à da Basílica de São Pedro. Para bom entendedor, é o suficiente.
O quadro todo, evidentemente, não é construído “do nada”. Há muito tempo a imagem da Igreja Católica como a “besta”, a “grande Babilônia” ou a “prostituta” do último livro da Bíblia povoa o imaginário das pessoas, especialmente dos protestantes. É inclusive ao pai do protestantismo, Martinho Lutero, que remontam os mais célebres insultos já dirigidos ao Papa e aos católicos: “Eu não estou certo se o papa é o Anticristo ou seu apóstolo” [1], escreveu o ex-monge em 1519; para ele, a Igreja de Roma não passava de “uma licenciosa espelunca de ladrões, o mais impudente dos lupanares, o reino do pecado, da morte e do inferno” [2].
O ator Flávio Galvão, interpretando Stefano Nicolazi.
Assim é mais ou menos o tom com que os protestantes sempre se dirigiram aos católicos, desde 1517 até o momento presente. O protesto contra a Igreja da qual se separaram é, praticamente, a sua razão de existir.
De nossa parte, porém, o que devemos fazer? Como responder a esses ataques?
No Facebook, uma página católica pediu aos católicos que boicotassem “Apocalipse” —, tendo o cuidado de observar que, para um bom católico, melhor seria boicotar, na verdade, toda e qualquer telenovela. Trata-se de uma iniciativa válida, sem dúvida, mas que não é suficiente. Afinal de contas, com ou sem “Apocalipse”, ligados ou não na Record, mais dia ou menos dia os católicos terão de se confrontar com desafios muito semelhantes ao apresentado por essa novela, seja em um círculo de amigos, seja no ambiente de trabalho, seja dentro de suas próprias casas. Será então o momento de dar aos que nos são próximos a “razão de nossa esperança” (cf. 1Pd 3, 15). E nesta hora não podemos recuar, muito menos falhar.
A um grupo que vê a Igreja Católica como “o reino do pecado, da morte e do inferno”, nenhum testemunho pode ser melhor que o da santidade de vida.
Cumpre dizer, no entanto, em primeiríssimo lugar, que não é oportuno sair por aí discutindo assuntos de fé com todo o mundo. A bem da verdade, das muitas pessoas que se aproximam de nós acusando a Igreja Católica disto e daquilo, falando mal do Papa, da Virgem Maria e dos santos, podem-se contar nos dedos aquelas que realmente querem entabular uma conversa séria. No mais das vezes, o intuito de agressões desse tipo — feitas gratuitamente, muitas vezes — é a polêmica pura e simples, sem esperança alguma de mudança da outra parte, nem a mínima intenção de buscar a verdade. Nestes casos, a melhor coisa a fazer é ignorar, dar uma meia-volta e deixar o protestador falando sozinho.
Se a pessoa com quem falamos parece sincera, no entanto, e mostra-se aberta a um diálogo honesto, tudo muda de figura. E é a estes, não aos gritalhões, que devemos estar preparados para responder, como diz a Escritura (cf. 1Pd 3, 15): nossas palavras são aos que nos pedem as razões de nossa esperança, ao fim e ao cabo, e não aos que as calcam aos pés.
Mas, para que nossas palavras produzam algum efeito em quem as escuta, a fé que professamos precisa ocupar o devido lugar em nossas vidas, o lugar mais importante, ao ponto de a alimentarmos continuamente, sem descanso, com um estudo sério das verdades de nossa fé, uma leitura atenta do Catecismo da Igreja Católica, um hábito sadio de fazer leituras piedosas etc. Sim, porque as primeiras pessoas que precisam se convencer da razoabilidade e autenticidade da fé da Igreja… somos nós mesmos!
E, neste terreno, um mea culpa se faz necessário, porque quantos de nossos católicos o são realmente por convicção, e não apenas de nome? Quantas pessoas batizadas na Igreja Católica não se filiaram nos últimos anos a igrejas protestantes, comprovando o ditado que diz: “Católico ignorante, futuro protestante”? Quem não conhece a fundo sua fé, que resistência poderá oferecer quando a vir atacada? Nenhuma! Essa é a grande verdade.
Por isso, de nada vai adiantar nos revoltarmos com os inimigos de fora, se nós mesmos não fizermos, por assim dizer, a nossa “lição de casa”; se nós mesmos, que muitas vezes dizemos não “arredar o pé” da Igreja Católica, apesar disso não procurarmos conhecer o que ela é, não acreditarmos totalmente no que ela prega e, mais ainda, não nos esforçarmos por viver o que ela ensina!
Nesse sentido, a vida dos santos da chamada “Contrarreforma” oferece-nos um exemplo luminoso: São Felipe Néri, São Carlos Borromeu, São Pio V, Santa Joana de Chantal. São biografias que valeria a pena conhecer, imitar e difundir em tempos como os nossos. A um grupo que vê a Igreja Católica como “o reino do pecado, da morte e do inferno” — para usar a expressão de Lutero —, nenhum testemunho pode ser melhor que o da santidade de vida.
As primeiras pessoas que precisam se convencer da razoabilidade e autenticidade da fé da Igreja… somos nós mesmos!
A frase pode já estar batida, mas é exata: palavras comovem, exemplos arrastam. Se verdadeiramente nos esforçássemos por ser de Cristo, por ter um trato íntimo e constante com Ele através da vida de oração, se procurássemos tratar os outros com o mesmo zelo e piedade com que comungamos Jesus Eucarístico — se é que andamos comungando bem, também! —, que diferença não faríamos no mundo que nos rodeia! Com que olhos nossos irmãos protestantes nos veriam — e com eles, tantos outros que não conhecem a Cristo e a Igreja que Ele fundou!
Seja este, portanto, o nosso propósito. Ao “Apocalipse” protestante da Record oponhamos o verdadeiro “Apocalipse”: aquele dos “vestidos com túnicas brancas”; que “lavaram e branquearam as suas vestes no sangue do Cordeiro”; que “estão diante do trono de Deus e lhe prestam culto, dia e noite, no seu santuário” (cf. Ap 7, 13ss). Unidos a estes homens e mulheres marcados com o sinal da fé, alcançaremos, enfim, o que Deus deseja de cada um de nós: a santidade!

Referências
“I am not sure but that the pope is Antichrist or his apostle”. In: Works of Martin Luther, v. 2, Philadelphia: A. J. Holman Company, 1916.
Citação contida em nosso texto recém-publicado Com que direito Lutero pretendia “reformar” a Igreja?.
Título Original: Como responder ao “Apocalipse” da Rede Record?
Foto: Web
Site: Padre Paulo Ricardo
Editado por Henrique Guilhon

Halloween: O problema não está nas fantasias ou doces, esclarece sacerdote

Abóboras / Flickr de Will Montague (CC BY-NC 2.0)

AciDigital
Pe. Vincent Lampert, exorcista e pároco na Arquidiocese de Indianapolis, nos Estados Unidos, afirmou em diálogo com a CNA – agência em inglês do Grupo ACI – que os sacerdotes devem recordar as origens cristãs do Halloween e fazer uma celebração consistente na Véspera de Todos os Santos “em vez de glorificar o mal”.
“Em última instância, não acredito que há nada de ruim que as crianças se fantasiem, vistam-se de vaqueiro ou de Cinderela, pedindo doces nos seus bairros. É uma diversão saudável”, disse Pe. Lampert.
O sacerdote assegurou que o perigo está nas fantasias que glorificam o mal deliberadamente e infundem o medo, ou quando as pessoas pretendem “ter poderes especiais” através da magia e da bruxaria, mesmo por um simples entretenimento.
“No capítulo 18 do livro do Deuteronômio, mencionam sobre não tentar consultar os espíritos dos mortos, nem os espíritos que praticam magia, bruxaria ou atividades relacionadas a elas. Isso seria uma violação de um mandamento da Igreja, ao colocar outras coisas antes da relação com Deus”.
“E esse seria o perigo do Halloween, que de alguma maneira Deus se perde em tudo isso, que a conotação religiosa se perca e, finalmente, as pessoas glorifiquem o mal”, acrescentou.
Também disse que é importante recordar que o diabo e os espíritos malignos não têm nenhuma autoridade adicional no Halloween, embora pareça.
“O diabo age através do que as pessoas fazem, não porque ele em si mesmo faça algo. Talvez, pela maneira de celebrar esse dia, isso na verdade é o que convida o mal a entrar em nossas vidas”, disse.
Finalmente, Pe. Lampert assegurou que uma das melhores coisas que os sacerdotes podem fazer é usar o Halloween como um momento de aprendizagem e explicar às crianças “por que certas práticas não são favoráveis à nossa fé e identidade católica”.
Por outro lado, Anne Auger, uma mãe católica de três filhos, natural do estado de Wisconsin (Estados Unidos), disse à CNA que embora deixasse os seus filhos vestir fantasias e pedir doces, ela sempre verifica as casas por onde eles passarão, deste modo, evita que passem pelas casas que estão enfeitadas “com coisas assustadoras”.
“No ano passado, uma pessoa bateu na porta da minha casa vestida de lobo demoníaco. Às vezes, as pessoas se vestem de bruxas e posso entender isso, mas isso foi um nível totalmente novo, tão diferente de quando nós éramos pequenos”.
Também assegurou que os pais devem ensinar aos seus filhos o significado do Halloween, sempre em relação ao Dia de Todos os Santos.
“Nós falamos com eles que estamos tendo uma festa porque celebramos os santos que estão no céu, e por isso pedimos doces”, acrescentou.
Kate Lesnefsky, outra mãe católica, com filhos de 3 a 16 anos, também permite que eles escolham as suas fantasias para pedir doces, desde que não sejam assustadoras ou tenham uma aparência demoníaca.
No dia seguinte, leva os seus filhos à Missa de Todos os Santos e a família aproveita esta oportunidade para falar sobre o que significa a morte e a santidade.
“Eu tenho uma irmã que morreu aos 19 anos. Então, falamos de diferentes pessoas que sabemos que estão no céu, dos meus avós ou dos diferentes santos”, disse Lesnefsky.
Confira também:
8 razões pelas quais o culto à “Santa Morte” é incompatível com a fé católica 
Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon

Padre José Eduardo adverte: Jogo Baleia Azul é mais um passo do diabo na sociedade

AciDigital
 Recentemente, autoridades e a imprensa brasileiras alertaram sobre a disseminação no país de um jogo chamado Baleia Azul, que leva ao suicídio de jovens e representa “mais um passo” do diabo na sociedade, segundo o Padre José Eduardo de Oliveira da Diocese de Osasco (SP).


Jogo da baleia azul, não caia nesse jogo

O Baleia Azul se trata de uma série de 50 desafios que são passados aos participantes por meio de grupos fechados em redes sociais, como desenhar uma baleia, cortar o próprio corpo, assistir filmes de terror de madrugada, entre outros, sendo o último deles cometer o suicídio.
O desafio teve início na Rússia e, nos últimos dias, foram registrados casos de suicídios de jovens no Brasil relacionados ao jogo. Além disso, casos de tentativas de adolescentes de tirar a própria vida estão sendo investigados.
Diante disso, Pe. José Eduardo de Oliveira, conhecido pelo seu apostolado nas redes sociais, postou nesta quarta-feira, 19, em seu Facebook uma reflexão intitulada “‘Baleia azul’ e o abismo da cultura de morte”.
O sacerdote, Doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma), observou que “o século XX foi o século da ‘cultura da morte’: começamos com duas guerras e o comunismo, genocídio e democídio incomparáveis; depois, começou-se a difundir o aborto (matar os filhos); em seguida, puseram-se a praticar a eutanásia (matar os pais); por fim, criaram clínicas para o suicídio assistido (matar-se a si mesmo)”.
“Agora – alerta –, o diabo deu mais um passo: está fazendo os adolescentes e jovens flertarem com o suicídio disfarçado de jogo: ‘A Baleia azul’”.
“Como a absorção do Evangelho não se faz à margem da família, e a própria Igreja é uma estrutura primária da sociedade, uma família sobrenatural, a exclusão de Deus da sociedade laicista só produzirá estes frutos amargos e letais”, acrescenta.
Nesse sentido, faz uma exortação: “Quem dera os homens acordassem e corressem para a direção contrária: Deus, a família e a vida… — Despertai, antes que seja tarde demais!”.
O que a Igreja diz sobre o suicídio
Em um recente artigo, Prof. Felipe Aquino, apresentador do programa Escola da Fé na TV Canção Nova, explicou que “a Igreja sempre ensinou que não somos proprietários da nossa vida, e sim Deus, por isso não podemos pôr fim a ela”.
Para tal, cita o Catecismo da Igreja Católica, que em seu parágrafo 2280 afirma: “Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para honra dele e salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela”.
Neste sentido, acrescenta, “a prática do suicídio torna-se mais grave ainda se for usado como exemplo, especialmente para os jovens, para justificar que a vida não tem sentido, e que por isso se possa eliminá-la”.
“Uma mentalidade pagã que tem como único sentido para a vida o prazer, quando este não é possível, pode querer suprimi-la”, assinala, ressaltando que “cooperar com o suicídio de alguém é também falta grave”.
Por outro lado, lembra que “a Igreja reconhece que as motivações ao suicídio podem ser complexas” e o próprio Catecismo diz que “distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida” (CIC §2282).
Por isso, “não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida” (CIC §2283).
É importante, indica Prof. Felipe Aquino, oferecer orações a Deus por uma pessoa que tenha cometido suicídio “e principalmente a santa Missa pela salvação e sufrágio de sua alma”.
Título Original: Jogo Baleia Azul é mais um passo do diabo na sociedade, adverte sacerdote
Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon
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