Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

Posts marcados ‘Medicina e Igreja’

Primeiramente uma testemunha de fé”, diz Papa Francisco do médico católico

Gaundium Press
Uma delegação da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (FIAMC), tendo em vista o se 25° Congresso que que terá início em Zagreb, Croácia, entre os dias 30 de maio e 2 de junho, foi recebida pelo Papa Francisco.
O tema deste 25º Congresso será “Santidade da vida e profissão médica desde a Humanae Vitae à Laudato si”. A Audiência transcorreu na segunda-feira (28/05), na Sala dos Papas, no Vaticano.
O Papa agradeceu as palavras do Presidente da FIAMC, Dr. John Lee, e logo afirmou que os médicos católicos devem ter “uma permanente formação espiritual, moral e bioética, a fim de implementar os princípios do Evangelho na prática médica, desde a relação médico-paciente até a atividade missionária a fim de melhorar as condições de saúde das populações nas periferias do mundo”.
Medicina com espírito de Fé
“O seu trabalho é uma forma peculiar de solidariedade humana e testemunho cristão. O seu trabalho é enriquecido com o espírito de fé. É importante que as suas associações conscientizem os estudantes de medicina e os médicos jovens a esses princípios, envolvendo-os nas atividades associativas”, aconselhou, logo no início, o Santo Padre.
E logo continuou o Papa, ainda orientando:
“Ser médicos católicos é sentir-se agentes de saúde que, da fé e da comunhão com a Igreja, recebem o impulso para amadurecer cada vez mais sua formação cristã e profissional, tornar incansável sua dedicação, e inexaurível a necessidade de penetrar e conhecer as leis da natureza para melhor servir a vida.”
Associações Médicas: o que são e o que não devem ser
Testemunhas coerentes e corajosas: assim o Papa definiu as Associações Médicas Católicas que colaboram com a Igreja “na promoção e defesa da vida humana desde a concepção até seu fim natural”, no respeito dos vulneráveis, na humanização da medicina e sua socialização plena.
Mas, o Papa convidou os médicos, mesmo dentro das fadigas e dificuldades, a continuar combatendo o crescimento dentro dos meios médicos “do paradigma tecnocrático cultural”, da adoração do poder humano ilimitado e do relativismo prático, “em que tudo se torna irrelevante se não serve aos próprios interesses”.
Convidou também a intervir em questões como “a interrupção da gravidez, fim da vida e medicina genética”, no pleno respeito do enfermo como pessoa com a sua dignidade.
Consciência dos médicos e agentes de saúde
O Papa destacou o que ele pensa sobre um ponto candente: a liberdade de consciência dos médicos e agentes de saúde.
E, foi então, que Francisco afirmou:
“Não é aceitável que o seu papel seja reduzido ao de um simples executor do desejo do enfermo ou das exigências do sistema de saúde em que trabalha.”
O médico católico é primeiramente uma testemunha de fé vivida, capaz de colaborar com as realidades eclesiais e com quem trabalha ao lado das pessoas que sofrem.
“Sejam ministros que saibam transmitir aos que se aproximam a riqueza da humanidade e a compaixão do Evangelho”, concluiu o Papa. (JSG)
Título Original: Papa Francisco: O médico católico é primeiramente uma testemunha de Fé
Site: Gaudium Press
Editado por Henrique Guilhon

Sinais da depressão escondida

Tatyana Dzemileva – Shutterstock

Aleteia
Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença
Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.
Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.
No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.
E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!
Confira também:

10 nutrientes que podem estar lhe faltando – eles ajudam a combater a depressão!

Com informações de LifeHack
Título Original: 7 sinais de pessoas com “depressão escondida”
Site: Aleteia
Editado por Henrique Guilhon

A vida humana convertida em um produto

Cléofas
 Alana Saarinen, que atualmente tem 13 anos, é uma das poucas pessoas no mundo que tem o DNA de três pessoas, três “pais” diferentes, devido a um tratamento de fertilidade realizado nos Estados Unidos que atualmente está proibido. Entretanto, os parlamentares do Reino Unido estão considerando atualmente legalizá-lo.
O processo mediante o qual a mãe de Alana, Shanon, ficou grávida se chama “transferência citoplasmática”, no qual se injeta um óvulo de uma doadora dentro do óvulo da mãe para melhorar a saúde do óvulo. No processo, o DNA da doadora se filtrou através das mitocôndrias transferidas e chegou até Alana.
As mitocôndrias são organelas celulares que são a fonte de energia das células.
Sharon Saarinen confessou ao jornal britânico The Independent que durante o procedimento “não importava se havia riscos. Eu queria tanto um filho nesse momento”.
“Eu me sentia inútil. Sentia-me culpada por não poder dar um filho a meu marido. Como queria um filho biológico mas não podia tê-lo, estava desconsolada. Não podia dormir, estava constantemente na minha cabeça”, assinalou Sharon, segundo declarações recolhidas pela BBC.
De acordo com os cientistas envolvidos, a técnica usada com Sharon Saarinen permitiria ajudar as mulheres com mitocôndrias deficientes, para que este defeito, que pode causar diversas doenças, não seja passado para os seus bebês.
Entretanto, o diretor do Centro de “Bioética, Pessoa e Família” da Argentina, Nicolás Laferriere, advertiu que “a pretensão de recorrer à fecundação in vitro para modificar geneticamente as características da descendência suporta necessariamente uma manipulação indevida da vida humana”.
Em declarações feitas ao Grupo ACI no dia 2 de setembro, Laferriere criticou que “pretende justificar a concepção de crianças com três pais com base na intenção de evitar transmitir uma doença, é manipular a vida do novo ser de forma que se converta no ‘produto’ de um ato técnico”.
“Isso é contrário à dignidade humana. Abusa-se do poder biotecnológico e o aplica à procriação humana, que fica regida por uma lógica de produção no lugar da lógica de gratuidade que a dignidade humana exige”.
O diretor do Centro de “Bioética, Pessoa e Família” da Argentina assinalou que “entre as questões que estão em jogo encontra-se, também, o direito à identidade das crianças concebidas com esta técnica, que têm elementos importantes de sua identidade sendo manipulados e dissociados”.
Título Original: Caso de menina com três pais biológicos: Perito denuncia que a vida humana está sendo convertida em um “produto”.

Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/caso-de-menina-com-tres-pais-biologicos-perito-denuncia-que-a-vida-humana-esta-sendo-convertida-em-um-produto-84200/

Para vencer a depressão

Destrave

Já convivi com pessoas depressivas e pude notar as terríveis dores emocionais que assolaram a alma delas. Quem sofre de depressão traz consigo uma cruz tão pesada que, na maioria dos casos, não encontra forças para carregá-la sozinha. Por isso, julgo necessário, como ajuda terapêutica para a cura da depressão, a presença de pessoas amigas na vida do depressivo, a fim de que estes entendam que não estão fadados a carregar por toda vida aquela terrível dor.
Depressão vem e precisa ir embora, e quanto mais rápido, melhor. Não há mortal que esteja isento de enfrentar este beco escuro das estradas da vida. E quem está passando por essa experiência precisa entender que não é pior do que as pessoas que não a enfrentam. No território da emoção, somos todos eternos aprendizes. Se não gerenciarmos nossos pensamentos, perderemos o controle de nossa razão. E a doença aparecerá.
Os médicos dizem que a depressão é a doença do século. Concordo. Num mundo recheado de entretenimento, experimentamos um vazio existencial imenso. É um paradoxo: quanto mais coisas são inventadas para facilitar nossa vida, mais impotentes nos tornamos. A depressão é o mal do século, porque o homem desaprendeu a olhar para dentro de si e reservar momentos para ouvir seu coração. Vivemos tão sobrecarregados com o mundo exterior que o nosso mundo interior é esquecido.
Sempre sugiro aos depressivos que não se sintam envergonhados de sua condição. Esconder nossas feridas é a pior maneira de sará-las. Quando temos a coragem de dialogar com os outros sobre aquilo que nos assombra, com o tempo entendemos que nossos fantasmas estão mais na nossa mente do que no mundo. Enfim, aprendemos que ser feliz é usar os momentos de dor para crescer.
Para sair da depressão, o depressivo tem um compromisso de verdade consigo e com as pessoas que o cercam. Sabendo que é portador da doença, precisa urgentemente trazê-la para a zona da dúvida (por que estou sentindo isto? Quando começou? Tenho razões para estar assim? Se as tenho, porque as tenho?) e, em seguida, para a zona da determinação (eu quero e posso ficar curado!). A medicina já entendeu que o querer do paciente é a mais importante atitude para o processo de cura.
Resumindo: para sair da depressão, três atitudes são essenciais:
1ª → reservar momentos a sós para “conversar” com seus medos interiores;
2ª → ir ao encontro das outras pessoas e apreciar as maravilhas da natureza;
3ª → usar a arte da crítica para questionar os porquês da sua dor.
Hoje, convivendo com as pessoas que conseguiram sair da depressão, sinto muito orgulho de cada uma delas. Digo sempre que são outras pessoas: mais maduras, mais seguras de si e prontas para enfrentar qualquer dificuldade que a vida lhes apresentar. Não se tornaram super-heróis, mas homens e mulheres de carne e osso que entenderam que podem muito mais do que sua consciência julgava determinar.
Paulo Franklin
Veja mais sobre o tema 
Título Original: ATITUDES PARA SAIR DA DEPRESSÃO
Site: Destrave
Editado por Henrique Guilhon

Na hora de saber do câncer, além do tratamento, é muito importante se apegar em Deus e ter fé de que, com Ele, tudo é possível

Dra. Gisela Savioli


O Dia Mundial do Combate ao Câncer foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para que todos se reúnam para ajudar na prevenção e na solidariedade aos pacientes que lutam contra essa doença. Nesta hora, além do tratamento, é muito importante se apegar em Deus e ter fé de que, com Ele, tudo é possível. 
 
Trouxemos para vocês o testemunho da Dra. Gisela Savioli, médica nutricionista e amiga da Canção Nova, que partilha com todos como superou essa enfermidade com fé no Senhor Jesus. Confira!

Arquivo

““BI-RADS®: Categoria 4”, foi com esse resultado que recebi minha última mamografia. Tinha acabado de chegar de uma semana de férias em Nova Iorque com meu esposo, Roque, e programado meu check-up anual para meu retorno. A mamografia, entretanto, realizo a cada 6 meses por solicitação da minha ginecologista, visto que minha mama direita sempre apresenta alguma imagem que merece ser acompanhada. Faço esse procedimento desde 2002 e, em 2009, precisei, inclusive, fazer uma punção que não apresentou malignidade. Isso tudo da mama direita. Qual não foi a surpresa quando esse resultado que recebi foi em relação à mama esquerda! 
 
O sistema chamado BI-RADS® (Breast Imaging Reporting and Data System) não é apenas uma classificação de resultados, mas um conjunto de ações que, quando utilizadas, permitem maior eficiência dos programas de detecção precoce do câncer de mama, proporcionando significativa diminuição da mortalidade causada por essa doença. E eu me encaixo perfeitamente nesse grupo.
 
Todas nós, mulheres, que já fizemos mamografia podemos encontrar no resultado a Análise Comparativa com o exame anterior (e aqui está a importância de levar sempre consigo exames anteriores numa pasta bem organizada em ordem cronológica), a Opinião e a Recomendação. É nesse item “Opinião”, que geralmente aparecem os achados e a categoria do BI-RADS®, que podem ser: Categoria 1 – Negative, Categoria 2 – achado(s) benigno(s), Categoria 3 – Provavelmente benigno, Categoria 4 – Suspeita de anormalidade e Categoria 5 – Altamente sugestivo de malignidade.
 
Eu já tinha recebido um resultado “Categoria 3” para minha mama direita, o qual, no exame seguinte, voltou para Categoria 2. A surpresa foi quando recebi a classificação “Categoria 4” e para minha mama esquerda! No autoexame, que todas nós devemos aproveitar para fazê-lo na hora do banho, nunca percebi nenhuma anormalidade e depois descobri o motivo. Meu problema não era um nódulo palpável e, sim, calcificações agrupadas como se fossem um pequeno colar de pérolas. As calcificações mamárias são depósitos de cálcio que saem do sangue para os tecidos e fixam-se na forma de sais de cálcio. Essas calcificações são achados até frequentes, geralmente benignos, e que sempre estiveram presentes na minha mama direita, mas, dessa vez, eram agrupadas e na minha mama esquerda. Algo muito útil que somente profissionais habilitados a fazer esse tipo de leitura teriam condições de diagnosticar. 


Foto: Arquivo

Para não estender demais meu testemunho, os exames seguintes mostraram se tratar realmente de um câncer de mama. Não hesitei em nenhum momento (com o apoio incondicional do meu marido) em fazer uma mastectomia (retirada completa da mama – inclusive do mamilo), e como não foi possível diagnosticar por meio de um exame específico meu linfonodo sentinela (o primeiro gânglio linfático a receber células malignas de um tumor canceroso primário por meio da circulação linfática), foram retirados também todos os nódulos linfáticos esquerdos. 
 
Durante todo esse processo confesso a você que teve algo que chegou a me preocupar: minha paz interior! Todos à minha volta entraram em pânico e não era incomum eu confortá-los. Mas chegou um momento em que essa paz começou a me incomodar, pois meu lado racional se perguntava: “Gisela, será que essa sua ‘paz interior’ não seria uma fuga ou uma negação da doença?” 
 
E eu fiz essa pergunta para a única Pessoa que poderia me responder: Jesus! E Ele me respondeu, da forma mais linda, por meio da Palavra, com o Salmo 26, 5-6: “Assim, no dia mau ele me esconderá na sua tenda, ocultar-me-á no recôndito do seu tabernáculo, sobre um rochedo me erguerá. Mas desde agora ele levanta a minha cabeça acima dos inimigos que me cercam; e oferecerei no tabernáculo sacrifícios de regozijo, com cantos e louvores ao Senhor.”
 
Foi então que descobri que essa paz, que vem de Deus e não dos homens, era porque eu estava no recôndito, no mais íntimo do tabernáculo do Senhor. Eu estava guardada no Seu coração!
 
Eis por que, meu querido irmão e minha querida irmã, devemos ter uma vida de oração, para que, quando enfrentarmos momentos como esses que eu vivi e que são inevitáveis, pois são situações que, mais dia, menos dia, iremos viver na nossa dimensão humana, tenhamos a certeza de que o Senhor nos carrega em Seus braços.”
 
Não desanime durante sua caminhada! Nós da Canção Nova estamos sempre aqui para ajudá-lo, intercedendo por você e fortalecendo sua fé com a Palavra de Deus, proclamada em nossos programas, conteúdos e produtos.
 
Se você quiser, una-se a nós e ajude-nos a espalhar a Boa Nova e a fé ao maior número de pessoas possível. Você pode ajudar muitas pessoas fazendo parte desta família!
 
Título Original: E o câncer bateu à minha porta…
 
 
Site: Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon
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