Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

Posts marcados ‘Protestantismo’

Nós católicos e a leitura bíblica


Written by Jaime Francisco

Veritatis Splendor

Muitos Protestantes atribuem à si próprios o direito de “interpretar” a Bíblia. Acreditam ter uma iluminação “Direta” do Espírito Santo, sem intermediários, ou seja, sem a Igreja. Dizem que a Igreja Católica não aconselha o uso da Bíblia a todos os fiéis. Isto não é verdade. Como a Igreja é a coluna e o fundamento da Verdade (1 Tm 3,15) o Cristão deve primeiro aprender da Igreja. A Bíblia é um livro profundo, que deve ser ensinado pela Igreja, que é o berço da Bíblia. Pois quem lê a Bíblia sem o auxílio da Igreja, acaba entendendo tudo errado, e saber errado é pior do que não saber.
O Católico não lê a Bíblia da mesma maneira que o Protestante, ou seja: Com uma interpretação subjetiva, secundária e pessoal. O Católico lê a Bíblia sim, no caminho que a Igreja sempre indicou: com uma orientação séria e segura do Magistério da Igreja, com ajuda da Exegese e da Teologia Bíblica que a Igreja oferece. Mas porque isso? Porque do contrário, com a interpretação pessoal, pode-se chegar à criação de outras tantas interpretações, dando-nos a impressão do surgimento de uma nova torre de Babel (Gêneses 11,1-9).
O livre exame da Bíblia é um perigo muito grande. Aliás, isso fica evidente pela constatação do número de igrejas Protestantes que surgiram e surgem a cada dia. Todos devemos ler a Bíblia, sim, mas não podemos pretender entendê-la, sozinhos.
A Igreja recomenda que a Bíblia seja lida com cuidado e só em versões inteiramente fidedignas, para não se resvalar nesses erros Protestantes. O próprio Pedro alerta os primeiros fiéis a respeito da dificuldade de compreender a Bíblia. “Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras” (2 Pedro 3,15-16 ).
Lucas, no Ato dos Apóstolos, narra que Felipe foi alertado por um Anjo para ir à estrada que desce de Jerusalém a Gaza. Nela viu um Ministro da Rainha Candace, da Etiópia, lendo Isaías. Felipe perguntou-lhe: Porventura entendes o que está lendo? O Eunuco respondeu que não entendia, rogando que explicasse o sentido do que lia. (Atos 8,26-31).
Concluindo:
Com o surgimento do Protestantismo em 1517, nenhum livro dividiu tanto os homens e os corações quanto a Bíblia. Porém, não basta ler, pois a maioria dos que lêem sem acompanhamento, acabam se tornando fundamentalistas. É preciso uma orientação fiel e segura, assim como a Igreja Católica fazia antes da Reforma, e faz nos dias atuais.
Por Jaime Francisco de Moura
Título Original: Protestantes dizem que Católicos não lêem a Bíblia
Site: Veritatis Splendor
Editado por Henrique Guilhon

A cruz era um símbolo de vergonha antes de Jesus Cristo, mas depois dEle tornou-se símbolo de vitória

Front Católico
Tarde dessas, passando diante da centenária igreja de São João Batista, no histórico bairro do Brás, em São Paulo (SP), terminava de traçar o Sinal da Cruz sobre minha fronte e peito quando ouvi um murmurar vindo de trás de mim: “O que é que você está fazendo, moço?” – Olhei e vi uma senhora dos seus cinquenta e poucos anos, ostentando um grande coque grisalho no alto da cabeça e óculos de aros plásticos. Ela falava num tom quase de súplica, como se eu estivesse cometendo um crime horrível.
“Estou fazendo o Sinal da Cruz”, respondi, enquanto ela balançava a cabeça negativamente. “Não faça isso, meu filho…”. Perplexo, quis saber o porquê, e ela se saiu com esta: “Cada vez que você faz esse sinal, é como se estivesse crucificando Jesus novamente, é uma ofensa…”.
Até que ponto chega a criatividade das pessoas que odeiam a Igreja, pensei com meus botões (pensando não naquela pobre senhora, mas sim em quem incutiu tal bobagem em sua mente). Tomando cuidado para não parecer agressivo ou irônico, argumentei: “eu faço o sinal da cruz em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Como pode ser ruim algo que eu faço invocando a Deus conforme ensina a Bíblia?”. Fiz questão de mencionar a Bíblia (conf. Mt 28,19), porque já tinha percebido, logo de cara, que se tratava de uma “evangélica”, e sei bem que eles acreditam que só podem aceitar aquilo que está escrito, literalmente, no Livro Sagrado.
Ela pareceu surpresa com a minha resposta. “Esta é a primeira vez que um católico me responde com uma citação da Bíblia! Só que está errado, viu? Jesus sofreu muito na cruz, a cruz é um símbolo de maldição, de sofrimento, de vergonha…”. E ela fez menção de ir embora, mas eu insisti: “com todo o respeito, quem foi que falou isso para a senhora?”; e ela me olhou, desconcertada: “Quem falou foi um homem de Deus, meu filho”…
“A senhora acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus?”, perguntei, e ela mais que depressa respondeu, com muita ênfase:
“Mas é claro!”; e então eu prossegui: “nesse caso, acho que o homem que ensinou isso para a senhora está bem equivocado. O Apóstolo Paulo diz na Bíblia: ‘Longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo’ (Gl 6,14). Quer dizer, a Cruz é glória para o cristão. Na verdade, a cruz é o símbolo que nos identifica como cristãos, é como se fosse a nossa ‘carteira de identidade’. Era um símbolo de vergonha antes de Jesus Cristo, mas depois dEle tornou-se símbolo de vitória, de salvação, de santidade. Quem pensa que a cruz é um símbolo de vergonha está vivendo ainda antes de Cristo! É como se essa pessoa nunca tivesse ouvido falar em Jesus! – Digo mais: em Efésios está escrito: ‘Pela cruz, Jesus Cristo reconciliou os povos com Deus, em um Corpo, eliminando com a cruz as inimizades.’ (Ef 2,16)”.
Ao dizê-lo, fiz uma pausa e fitei aquela senhora bem nos olhos, com firmeza e seriedade. Ela esfregou as mãos no saiote comprido, baixou o olhar e retrucou, agora baixinho: “Mas o Senhor Jesus sofreu tanto na cruz”. – “E como sofreu!”, Respondi, com firmeza. “Por isso mesmo é que devemos honrar e amar a Cruz, porque foi por meio dela que Nosso Senhor se entregou em Sacrifício pela nossa salvação. Como diz a Bíblia, a Cruz é o nosso maior orgulho enquanto cristãos! Nela, e somente nela, podemos e devemos nos gloriar!”. 
Ela agora estava em silêncio, e me olhava com muita atenção, admirada, confusa. Finalizando a conversa, perguntei: “afinal, a senhora não sabia que o próprio Jesus disse: ‘Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de Mim’? Está no Evangelho segundo Mateus (10,38)! E Ele também advertiu a cada um de nós: ‘Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a cada dia sua cruz e me siga’ (Lc 9,23), e mais ainda: ‘Quem não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo’ (Lc 14,27). – Se a senhora me permitir, deixo um conselho: se esse ‘homem de Deus’ a quem senhora se referiu está ensinando algo diferente disso, corra para bem longe dele, porque está dizendo o contrário do que disse o Cristo! Em quem a senhora vai preferir confiar? Para não ter erro, entre numa igreja católica e reze, peça a Luz do Espírito Santo: peça a Ele que lhe mostre o caminho e qual a verdadeira igreja. Peça que lhe mostre se falsos pastores por acaso não andam tentando desviá-la do verdadeiro caminho do Senhor. Afinal, a Igreja Católica é a única que foi fundada diretamente por Jesus Cristo. Quem sabe um padre possa tirar outras dúvidas que a senhora tenha? Bom, eu já vou indo. Que Deus a abençoe”.
Retomei meu caminho, mas a mulher continuou lá, parada, muda. Nem falou um “tchau”. Andei alguns passos e olhei para trás, para ver se estava ainda no mesmo lugar. E o que vi, desta vez, surpreendeu foi a mim: ela subira as escadas da igreja, e entrava timidamente pela porta(!).
Segui meu rumo pensando em quanta gente perdida, entre preconceitos implantados, precisando apenas de um bom conselho, transita pelas ruas desta cidade e do mundo, com a “cabeça feita” por falsos pregadores. Gente que depende apenas da orientação de um fiel católico para encontrar o seu caminho até a Igreja de Cristo. Católicos que, em sua maioria, permanecem mudos, mesmo quando aparece a oportunidade para evangelizar.
Título Original: É CORRETO FAZER O SINAL DA CRUZ AO PASSAR EM FRENTE A UMA IGREJA CATÓLICA? ISSO É BÍBLICO OU APENAS UMA INVENÇÃO?
Site: Front Católico
Editado por Henrique Guilhon

O culto aos anjos biblicamente

 
Breviário
O culto aos anjos não foi proibido por São Paulo ao falar dele em Colossenses 2, 16-19:
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; A realidade é Cristo.
Ninguém vos roube a seu bel-prazer a palma da corrida,sob pretexto de humildade ou culto aos anjos. Desencaminham-se essas pessoas em suas próprias visões e , cheias do vão orgulho de seu espírito materialista, não se mantêm unidas à Cabeça da qual todo o corpo, pela união das junturas, se alimenta e cresce conforme um crescimento disposto por Deus.”
Esse texto, mal interpretado , é usado pelos não católicos como argumento para dizer que a Igreja Católica criou uma heresia.
É preciso entender que esse texto na íntegra fala das várias observâncias, objetos de discussão entre os cristãos e os doutores judaizantes.
Quem condenava os cristãos “pelo comer e pelo beber”, senão os fariseus que já haviam condenado os discípulos de Cristo por esse mesmo motivo, por violarem as proibições da Tradição dos Antigos?
Quem, senão os fariseus, poderia condenar os cristãos por causa de “um dia de festa”, “lua nova” ou “sábado”?
Evidentemente quem isso fazia eram os ciosos guardiães da Tradição dos Antigos , os fariseus e seus discípulos.
E quem falava, naquele tempo, sobre o culto aos anjos, propondo uma doutrina gnóstica descrevendo as visões da Merkabah, o anjo Uriel, o anjo Metraton, o anjo Melquisedec, etc, que não são citados na tradição bíblica, daí serem visões próprias, eram os fariseus.
É importante entender que o Apóstolo diz que ninguém nos engane com pretexto de humildade e culto dos anjos, ele não está dizendo que ser humilde ou cultuar os anjos é ruim e contrário aos ensinamentos bíblicos, pois há muitas passagens que mostram esse culto.
Ele está dizendo que alguns sob pretexto de humildade e do culto aos anjos procuram seduzir os fiéis para uma nova doutrina que não se “mantêm unida à Cabeça (Jesus Cristo) da qual todo o corpo (a Igreja), pela união das junturas, se alimenta e cresce conforme um crescimento disposto por Deus.”
São Paulo faz uma crítica às seitas heréticas, gnósticas, que começavam a nascer e deturpar o ensinamento cristão, mas de nenhum modo combate ou critica o culto aos Anjos, conforme ensinado pela Bíblia, culto de veneração(Gen 19,1), tendo-os como modelos de fé e de oração (ICor 13,1):
“14 e aquilo que na minha carne era para vós uma tentação, não o desprezastes nem o repelistes, antes me recebestes como a um anjo de Deus, mesmo como a Cristo Jesus.”(Gal 4,14)
 
Outras passagens que são usadas para criticar o culto aos Anjos são:
10 Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia. (Apo 19,10)
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus. (Apo 22,8-9)
Nessas duas passagens, vemos que João se ajoelha para adorar um Anjo, e isso é criticado, mas na passagem do Gênesis vemos Abraão, Ló e Balaão que se ajoelham diante de Anjos, mas não são repreendidos por eles:
2 Levantando Abraão os olhos, olhou e eis três homens de pé em frente dele. Quando os viu, correu da porta da tenda ao seu encontro, e prostrou-se em terra, 
(Gen 18,2)
À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, (Gen 19,1).
Então o Senhor abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do Senhor parado no caminho, e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se com o rosto em terra. (Nm 22,31)
Podemos concluir, pois, que não é proibido o culto, ajoelhar-se, reverenciar os Anjos, o que é proibido é adorá-los.
Não é o gesto em si ( ajoelhar-se) que é condenado, mas a intenção (de adorar) com que o Apóstolo fazia isso.
E isso a Igreja diferencia em seu culto, reverenciando os servos de Deus (culto de dulia) e adorando o Único Deus, a Trindade Santa, Pai, Filho e Espírito Santo (culto de Latria).
Veneração dos Anjos na Bíblia:
E Davi, levantando os olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, tendo na mão uma espada desembainhada estendida sobre Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos.
(1 Cron 21,16)
E, virando-se Ornã, viu o anjo; e seus quatro filhos, que estavam com ele, se esconderam. Ora, Ornã estava debulhando trigo.
(1 Cron 21,20)
Vendo Gideão que era o anjo do Senhor, disse: Ai de mim, Senhor Deus! pois eu vi o anjo do Senhor face a face.
(Jz 6,22)
Vede, não desprezeis a nenhum destes pequeninos; pois eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêm a face de meu Pai, que está nos céus.
(Mt 18,10)
Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias; porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João;
(Lc 1,13)
Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus.
(Lc 1,30)
O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo:
(Lc 2,10)
[Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; então o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.]
(Jo 5,4)
Portanto, a mulher deve trazer sobre a cabeça um sinal de submissão, por causa dos anjos.
(1 Cor 11,10) 
Conjuro-te diante de Deus, e de Cristo Jesus, e dos anjos eleitos, que sem prevenção guardes estas coisas, nada fazendo com parcialidade.
(1 Tm 5,21)
Deus ordena que se façam imagens de Anjos (querubins), para ornamentar a Arca da Aliança, simbolizando o quão ela era sagrada e já mostrando o valor da venração. E isso não é idolatria: 
“18 Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.
19 Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele.
20 Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório.” (Ex 25, 18-20)
Do mesmo modo, também foram feitas imagens de Anjos e outras figuras (I REIS 6,35) para ornamentar o Templo, assim como temos imagens em nossas igrejas católicas e isso foi agradável a Deus, pois ” a glória do Senhor encheu o templo” (I REIS 8, 10-11). 
Leiamos o trecho sobre as imagens de Anjos feitas para o Templo de Jerusalém, tirado do I Livro dos Reis, 6, 23-29: 
“23 No oráculo fez dois querubins de madeira de oliveira, cada um com dez côvados de altura.
24 Uma asa de um querubim era de cinco côvados, e a outra de cinco côvados; dez côvados havia desde a extremidade de uma das suas asas até a extremidade da outra.
25 Assim era também o outro querubim; ambos os querubins eram da mesma medida e do mesmo talho.
26 Um querubim tinha dez côvados de altura, e assim também o outro.
27 E pôs os querubins na parte mais interior da casa. As asas dos querubins se estendiam de maneira que a asa de um tocava numa parede, e a do outro na outra parede, e as suas asas no meio da casa tocavam uma na outra.
28 Também cobriu de ouro os querubins.
29 Quanto a todas as paredes da casa em redor, entalhou-as de querubins, de palmas e de palmas abertas, tanto na parte mais interior como na mais exterior.”
Podemos orar diante das imagens, pois nossa oração é direcionada para aquele, ou aqueles que elas representam como os israelitas diante da imagem da serpente de bronze (Num 21, 8-9) ou diante da Arca, símbolo da presença de Deus (Números 7,89; 10,35) , diante dos querubins da Arca (Ex 25, 18-22) e do templo (IRe 6, 35)
Podemos e devemos orar aos Anjos, pois o que é orar, rezar se não conversar com eles? E isso vemos em muitas passagens, como nessas:
Respondeu Balaão ao anjo do Senhor: pequei, porque não sabia que estavas parado no caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
(Nm 22,34)
15 Então Manoá disse ao anjo do Senhor: Deixa que te detenhamos, para que te preparemos um cabrito.
(Jz 13,15) 
Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos em força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra!
(Sal 103,20)
Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas hostes!
(Sal 148,2)
Então perguntei: Meu Senhor, quem são estes? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei o que estes são.
(Zac 1,9)
Eu perguntei ao anjo que falava comigo: Que é isto? Ele me respondeu: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém.
(Zac 1,19)
Podemos pedir a Deus que nos envie seu Anjo para nos instruir:
“8 Então Manoá suplicou ao Senhor, dizendo: Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Deus, que enviaste, venha ter conosco outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer.
9 Deus ouviu a voz de Manoá; e o anjo de Deus veio outra vez ter com a mulher, estando ela sentada no campo, porém não estava com ela seu marido, Manoá.” (Jz 13,8-9)
Um trecho bíblico interessante, para entendermos o culto aos Anjos, é o do livro dos juízes capítulo 13, versículos 15 ao 20:
“15 Então Manoá disse ao anjo do Senhor: Deixa que te detenhamos, para que te preparemos um cabrito.
16 Disse, porém, o anjo do Senhor a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto, é ao Senhor que o oferecerás. (Pois Manoá não sabia que era o anjo do Senhor).
17 Ainda perguntou Manoá ao anjo do Senhor: Qual é o teu nome? – para que, quando se cumprir a tua palavra, te honremos.
18 Ao que o anjo do Senhor lhe respondeu: Por que perguntas pelo meu nome, visto que é maravilhoso?
19 Então Manoá tomou um cabrito com a oferta de cereais, e o ofereceu sobre a pedra ao Senhor; e fez o anjo maravilhas, enquanto Manoá e sua mulher o observavam.
20 Ao subir a chama do altar para o céu, subiu com ela o anjo do Senhor; o que vendo Manoá e sua mulher, caíram com o rosto em terra.”
Nesse texto, vemos a oração feita ao Anjo, em veneração:
“Deixa que te detenhamos, para que te preparemos um cabrito.”
O Anjo não impede a veneração, as honras que Manoá quer fazer (detê-lo, que fique mais com eles em virtude honras que queira prestar-lhe), mas a adverte que holocaustos devem ser oferecidos a Deus. 
Ou seja, uma coisa é honrar os Anjos, venerá-los, isso é justo, mas outra é adorá-los, isso é condenável:
“16 Disse, porém, o anjo do Senhor a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto, é ao Senhor que o oferecerás. (Pois Manoá não sabia que era o anjo do Senhor). “
Mas adiante, vemos claramente que o Anjo não repudia o Culto de veneração:
“17 Ainda perguntou Manoá ao anjo do Senhor: Qual é o teu nome? – para que, quando se cumprir a tua palavra, te honremos.
18 Ao que o anjo do Senhor lhe respondeu: Por que perguntas pelo meu nome, visto que é maravilhoso? “
Manoá diz claramente querer honrar o Anjo, esse não a critica, apenas se recusa a dizer seu nome, pois é maravilhoso.
Título Original – CULTO AOS ANJOS – NA BÍBLIA
Site: Breviário
Editado por Henrique Guilhon

Desmentindo a informação de que Pedro é Petros ( ou Petra ) , que significa “pedrinha, pedregulho”

Dicionário da Fé
Mentira nº 111:
Pedro é Petros, que significa “pedrinha, pedregulho”. Esta pedra em Mt 16 não é Pedro… 
Nossa Resposta: 
O grego tem estrutura de linguagem totalmente diferente do português.
O português possui dois gêneros (masculino e feminino); o grego possui quatro gêneros (masculino, feminino, neutro e dual). O português não possui declinações, o grego possui declinações e casos, denominados: nominativo, genitivo, dativo… – (Vou explicar, para que você entenda: Os casos são as várias formas que a palavra assume, de acordo com sua função sintática na frase, isto é, sujeito, objeto direto, indireto… ).
Assim temos várias formas da mesma palavra Jesus: ιησους – ιησουν – ιησου(Iessous – Iessoun – Iesson )… ; análogas ao latim: Iesu – Iesus – Iesum). Ficou claro?
– Vamos agora ao famigerado argumento acima, já tantas vezes debelado, e vocês ainda continuam repetindo-o: Conforme exposto acima, de acordo com o ‘caso’, pedra em grego assume várias formas: πετρος(petros), πετρα(petra). Estas variações registradas em Mt 16,18, derivam, pois, de sua função sintática: Petros é do caso ‘nominativo'(Usado para ‘sujeito’ e ‘predicativo do sujeito’- é o caso aqui empregado); e petra é do ‘dativo'(Adjunto adverbial). Mas a mesma palavra: pedra.
A falsidade deste argumento pode ainda ser demonstrada, de maneira fácil e inequívoca, comparando com outros textos, veja:
– A língua falada por Jesus não era o grego, e sim aramaico. Percorrendo o Novo Testamento, você encontrará diversas passagens, chamando Pedro de Cefas. E Cefas (ou Kephas) não é grego, mas aramaico. Sabemos que o Evangelho, segundo São Mateus, foi escrito em aramaico, só depois traduzido para o grego.
Mas Pedro é chamado de CEFAS, em muitas outras passagens: Jo 1,42; 1Cor 1,12; 3,22; 9,5; 15,5; Gl 1,18; 2,9; 2,11; 2,14. o que não deixa dúvida de que Pedro é Cefas (Kephas = pedra grande e maciça, no aramaico). Para pedrinha, o aramaico possui o termo ‘evna’.
– Cai assim mais um embuste.
Para quem quiser aprofundar no assunto, ainda temos mais:
Veja algumas interpretações dos cristãos dos primeiros séculos da Igreja, e depois responda, se todos estavam errados e só Lutero ‘o iluminado’ “re-inventou a roda”:
«Tatiano, o Sírio: “Simão Cephas respondeu e disse, ‘tu és o Messias, o Filho do Deus Vivo. Jesus respondeu dizendo-lhe: ‘Bendito és, Simão, filho de Jonas: não foram a carne nem o sangue quem te revelaram, mas o meu Pai que está no céu, E eu também te digo que és Cephas, e sobre esta rocha eu construirei a Minha Igreja; e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela”. (Diatsseron 23, 170 d. C);
« Vejamos, agora, um trecho de Tertuliano: “Teria algo sido retido ao conhecimento de Pedro, a quem se chamou ‘a rocha sobre a qual a Igreja seria construída’, com o poder de ‘desligar e ligar no céu e na terra’?” (Demurrer Against the Heretics 22, 200 d. C).(Idem);
São Cipriano Bispo de Cartago: (Mártir em +258) diz: “Cristo edifica a Igreja sobre Pedro. 
Encarrega-o de apascentar-lhe as ovelhas. A Pedro é entregue o primado para que seja uma Igreja e uma cátedra de Cristo. Quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual foi fundada a Igreja, não pode pensar em pertencer à Igreja de Cristo” (De un. Eccl. cap. IV).
Titulo Original: Mentira nº 111: Pedro é Petros, que significa “pedrinha, pedregulho”. Esta pedra em Mt 16 não é Pedro… 
Site: Dicionário da Fé
Editado por Henrique Guilhon

Ele se tornou católico

Front Católico
Enumero abaixo algumas das razões porque deixei o protestantismo e retornei à primeira e única Igreja de Jesus Cristo.
Eu, que por muitos anos frequentei igrejas evangélicas de diversas denominações, e por muito tempo fui enganado e explorado pelos seus pastores, dedico este testemunho a todos aqueles que se declaram “ex-católicos”, sem nunca terem sido católicos de fato, mas sobem aos púlpitos protestantes “evangélicos”, que eles, por pura ignorância, chamam de “altar” – se não há sacrifício não é e nem pode ser altar: só existe Altar na Igreja Católica – para induzirem ao erro seus irmãos mais ingênuos.
Não creio que um dia tenham sido católicos os que depõem seus falsos testemunhos dizendo que encontraram a salvação em alguma “igreja evangélica”, porque os verdadeiros católicos já encontraram Jesus e a Salvação na Igreja que Ele mesmo nos deu, e não podem abandonar a Comunhão com Deus, seu Criador e Salvador, a não ser que nunca tenham comungado, de fato, com o Senhor Jesus Cristo.
Enumero abaixo algumas das razões porque deixei o protestantismo e retornei à primeira e única Igreja de Jesus Cristo.
1) O princípio “só a Bíblia” (Sola Scriptura)
Nada mais falso do que esse princípio. Os cristãos do primeiro século não dispunham de Bíblia. E nem os cristãos dos séculos seguintes. Na verdade, os cristãos só puderam contar com a Bíblia para consulta, como hoje, muitos anos depois da invenção da imprensa, que só aconteceu no ano de 1455. Então, será que o Senhor Jesus esperaria quase um milênio e meio para revelar sua verdadeira doutrina para o mundo? Se assim fosse, Ele teria mentido, pois disse antes de partir para o martírio que estaria com a sua Igreja até o fim do mundo (conf. Mateus 28, 19-20).
Além disso, para que a Bíblia fosse a única fonte de revelação, seria no mínimo necessário que ela mesmo se proclamasse assim; e não é o caso, pelo contrário. A Bíblia diz que a Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1 Tim 3, 15), e não as Escrituras. Nela, Jesus Cristo diz ainda: “Vocês examinam as Escrituras, buscando nelas a vida eterna. Pois elas testemunham de Mim, e vocês não querem vir a Mim, para que tenham a Vida!”(João 5, 39-40).
Sim, a Bíblia diz que as Escrituras são ÚTEIS para instruir, mas nunca diz, em versículo algum, que somenteas Escrituras instruem, ou que só o que as Escrituras dizem é que vale como base para a fé. Isso é uma invenção humana sem nenhum fundamento. E a Bíblia também diz que devemos guardar a Tradição (conf. 2 Tessalonicenses 2, 15 e 2 Tessalonicenses 3, 6, entre outros).
Contrariando a Bíblia, os “evangélicos” rejeitam a Tradição
2) O princípio “Só a fé salva”
A mesma Bíblia ensina que a fé sem obras é morta, na Epístola de Tiago (2, 14-26). A mesma Bíblia ensina que o cristão deve perseverar até o fim para ser salvo (Mt 24, 13). E ainda acrescenta que seremos julgados,todos, por nossas ações boas ou más. Existem várias passagens que dão conta de um julgamento futuro e, sendo assim, é falso que alguém aqui na terra já esteja salvo só porque “aceitou Jesus”. Não basta ir à frente de uma assembleia e dizer “Aceito Jesus como meu Senhor e Salvador” para ganhar o Céu. Não, não. É preciso muito mais do que isso. Conversão não é da boca para fora: é preciso que cada um tome a sua cruz e siga o Senhor, que, aliás, nunca prometeu prosperidade para quem o seguisse.
Portanto, é totalmente mentirosa a afirmação de que basta ter fé para ser salvo. Ora, os demônios também creem (Tiago 2, 19)…
3) Lutero
Foi Martinho Lutero quem começou com as “igrejas” protestantes, que deram origem às “igrejas evangélicas” de hoje. Mas o que ele pensava é seguido apenas em parte pelos “evangélicos” de hoje. Eles seguem somente os princípios “Só a Bíblia” e “Só a Fé”. Embora Lutero seja o fundador de todas as igrejas evangélicas que existem hoje, por que não são todos luteranos? Na verdade, isso seria bem menos pior…
Por outro lado, se reconhecem que Lutero é um homem falível, como é possível a um “evangélico” ter tanta certeza de que os princípios que ele inventou sejam dignos de confiança absoluta? Mais do que o que ensina a única Igreja que tem 2.000 anos e foi instituída diretamente por Jesus Cristo?
Mais: o próprio Lutero contestou o Papa e decretou que não se deve confiar num sacerdote. Mas ele mesmo era um ex-sacerdote católico. Então, se ele mesmo se descarta como pessoa confiável, quem é tolo o suficiente para dar crédito ao que ele disse ou escreveu?
 
4) Subjetivismo religioso I
Uma denominação evangélica não é igual a outra em matéria de fé. Isso é fato pois:
Umas batizam crianças, outras não;
Umas admitem o divórcio, outras o repudiam;
Umas aceitam mulheres como “pastoras”, outras não;
Umas praticam a “santa ceia”, outras não;
Umas ensinam que devemos guardar o sábado, outras não;
Algumas ensinam a teologia da prosperidade, outras a repudiam;
Por aí vai… Tem “bispo evangélico” por aí defendendo até o aborto, só porque a Igreja Católica é (claro) contra! É comum ouvirmos frases como estas: “Nesta ‘igreja’ está o verdadeiro caminho”, ou “Deus levantou este ministério” ou ainda “a tua vitória está aqui”. Mais comum ainda é os “pastores” dizerem que as igrejas deles são “ungidas”… Ora, se todas essas igrejas ditas “evangélicas” são tão diferentes entre si, e a Verdade é uma só, como é possível um “evangélico” ter certeza que está na caminho certo, ou que o seu “pastor” está pregando a “Verdade”, se existem tantos outros “pastores” (que também dizem seguir a Bíblia e afirmam que são “ungidos”) que discordam dele?
5) Subjetivismo religioso II
Cada “crente” pode interpretar a Bíblia do jeito que quiser, segundo a tese protestante de Lutero. Mas todos nós sabemos que um “crente” não concorda com outro em todas as coisas. Muitas vezes divergem entre si mais do que convergem. Se cada qual interpreta a Bíblia do seu jeito, e nem poderia ser diferente, então, como é possível um “evangélico” ter a certeza de que está certo na sua interpretação? E por quê, meu Deus, por quê apenas a interpretação da Igreja Católica é que está totalmente errada, em tudo? Essa é a mais cruel de todas as incoerências das “igrejas” ditas “evangélicas”: praticamente todas elas se reservam o direito de criticar umas às outras, mas todas são unânimes em criticar a Igreja Católica! O mais incrível é não percebem que, agindo assim, estão cumprindo as profecias bíblicas do próprio Senhor Jesus Cristo: “Sereis odiados de todos por causa do meu Nome” (Lucas 21, 17); “Bem aventurados sereis quando, mentindo, disserem toda espécie de mal contra vós, por amor ao meu Nome” (Mateus 5, 11-12)…
Os pastores se ajoelham e se prostram diante de réplicas da Arca da Antiga Aliança, mas eles não chamam esses pastores de “idólatras”. Só os católicos são chamados assim. Eles idolatram até lencinhos embebidos no suor de alguns pastores mas não acham que isso é idolatria… Em algumas denominações, acontece a distribuição de lembrancinhas, sabonetinhos para espantar “olho gordo”, vidrinhos de óleo “ungido”, “rosas consagradas”, etc, etc… Mas nada disso, para eles, é idolatria. Somente os católicos é que são idólatras. Todos pensam assim, porque todos sofreram a mesma lavagem cerebral, que é muito difícil de reverter.
6) Subjetivismo religioso III
A interpretação pessoal da Bíblia por cada “crente” e “pastor” afronta claramente a Bíblia. De acordo com a santa Palavra de Deus, interpretação alguma é de caráter individual. Examinar a Bíblia não é o mesmo queinterpretá-la. Posso examinar uma pessoa e lhe informar que encontrei uma mancha na sua pele. Mas o diagnóstico deve ser feito pelo médico, e não por mim, que sou leigo.
 
7) “Igreja não importa” e “igreja não salva”…
Todo “crente” diz em alto e bom som: “Igreja não salva ninguém”.Ora, se igreja não salva ninguém e cada um pode interpretar a Bíblia pessoalmente, para quê frequentar alguma denominação? Quando ocorre algum escândalo envolvendo algum “pastor”, o crente também diz: “Olha para Jesus e não para o pregador”. Mas se o pregador ensina tolices e princípios contrários ao verdadeiro cristianismo, por que eu deveria ouvir o que ele diz? Não é possível “olhar para Jesus” assim. Pelo contrário, isso só vai colocar em risco a minha alma! Se cada crente pode interpretar pessoalmente a Bíblia, se “igreja” não salva ninguém e o pastor não é confiável (ele é só um homem falível), então por que os “evangélicos” continuam dando tanto crédito aos pregadores?
8- Evangelização ou PROSELITISMO ?
E se cada um de fato pode interpretar a Bíblia a partir da sua leitura pessoal, que conta com a assistência do Espírito Santo, por que ao invés de pregar não se imprimem Bíblias e se distribui à população? Ora, se basta ter fé para ser salvo e se cada um pode ser o próprio intérprete da Bíblia, para que servem as denominações, os cultos, os “pastores”, as pregações, livros, CDs e DVDs? Ao invés dos milhões em dízimos e ofertas, que sustentam toda uma estrutura que é desnecessária (afinal todos os que crerem já estão salvos…), por que não reunir esses recursos e construir gráficas e mais gráficas para a impressão de Bíblias e distribuí-las para todos aqueles que não conhecem Jesus?
Eu digo porquê: porque os “pastores” se encarregam de passar a sua interpretação pessoal da Bíblia aos ingênuos que os seguem. E essa interpretação é deturpada e não tem nada a ver com a Mensagem original nos Evangelhos. Os “evangélicos” pensam que entendem a Bíblia, mas na verdade tudo o que eles conhecem é a interpretação pessoal deste ou daquele “pastor”.
Se nem o pregador é digno de confiança, razão pela qual o crente deve confrontar o seu entendimento pessoal da Palavra com a pregação do palestrante, por que razão alguém deveria dar crédito a um desconhecido que lhe vem falar como porta-voz de Jesus?
9) Interpretação bíblica
Agora, se cada um pode interpretar a Bíblia e se todas as interpretações estão corretas, mesmo que sejam todas diferentes entre si, por quê só a interpretação católica está errada? A Bíblia só pode ser interpretada se a pessoa está sob o rótulo de “evangélico”? Nesse caso, o que salva não é a fé, é o rótulo. E se for assim, ao contrário do que eles afirmam, a placa da igreja ou o rótulo de “evangélico” é que salva.
Pela visão protestante, milhares e milhares de denominações estão corretas nas suas interpretações bíblicas, mesmo que sejam diferentes entre si. Todas elas estão certas e apenas uma está errada, que seria a Igreja Católica. Justamente a primeira igreja que existiu é que não conta com a assistência do Espírito Santo. Nesse caso, Jesus mentiu quando disse que os portais do inferno não prevaleceriam contra a Igreja (Mat 16, 18) pois o inferno teria triunfado contra a Igreja Católica, e também quando disse que estaria com a sua Igreja até o fim do mundo: ele só se faz presente para quem carrega o rótulo de “evangélico”…
10) O Pai Nosso
A oração é bíblica. Foi ensinada pelo Senhor Jesus. O “evangélico” a repudia. Por quê? Para não parecer católico!
O “crente” jura defender a Bíblia, mas é o primeiro a não obedecê-la…
Ele decidiu que não irá recitar o Pai Nosso e fim de papo. E pior. Quem o faz está errado, ainda que esteja obedecendo à Bíblia. O crente se acha melhor do que Jesus. Jesus fez a oração do Pai Nosso, mas o “evangélico” não tem que fazê-la…
11) Maria
Isabel, que ficou cheia do Espírito Santo com a visita de Maria, chamou-a de “mãe do meu Senhor”. O crente a chama de “mulher como outra qualquer”…
Isabel, recebeu o Espírito Santo com a chegada de Maria, grávida de Jesus Cristo, Deus Todo-Poderoso. O “evangélico” fica cheio de ira quando se menciona o nome de Maria…
João Batista estremece no ventre de Isabel ao ouvir a voz de Maria. O crente se enfurece quando ouve o nome Maria…
A Bíblia diz que Maria será chamada de bem aventurada por toda as gerações. O crente a chama de mulher pecadora como qualquer outra.
O protestante rasga os Textos Sagrados. E jura defender a Bíblia. Seguem o que querem e desprezam o que não lhes interessa!
 
12) Confissão
A Bíblia é clara: aos Apóstolos foi dado o poder de reter e perdoar pecados (Lucas 20, 21-23). Como é possível reter ou perdoar se alguém não lhes confessa? Desnecessário falar mais a respeito.
13) Fundação de “igrejas”
A Bíblia não faz qualquer referência à milhares de “igrejas” diferentes e separadas, mundo afora. Mas para fundarem suas denominações, os “evangélicos” não fazem questão da tal da base bíblica de que tanto falam. A Bíblia diz que devemos ser um só corpo. Eles fazem o contrário. Dividem-se, subdividem-se, de novo e de novo. Se uma igreja não está agradando, procuram outra mais ao seu gosto, e os mais espertos fundam as suas próprias igrejas, do jeito que acham mais certo (ou do jeito que dá mais lucro, em muitos casos), segundo sua própria interpretação da Bíblia. E todos dizem que estão sendo guiados por Deus. Existe um Deus ou muitos deuses? Se é um só Deus, como tantas igrejas podem ensinar coisas diferentes, e todas estão certas, menos a católica?
Eles fragmentam o Corpo e pulverizam a mensagem do Evangelho.
Fazem o contrário do que o Senhor ordenou! Basta um crente discordar do outro, – e isso é a coisa mais fácil de acontecer, – que já surge uma nova denominação. Seus líderes podem ter “visões” para fundarem novas denominações. Mas somente as revelações católicas aprovadas pela Santa Igreja é que são refutadas…
O crente acredita no que deseja. E rejeita tudo que é católico. Sempre dois pesos e duas medidas.
O pastor falou que teve uma visão e todo mundo engole. Nessa hora o “biblicamente” ou “a Palavra de Deus” não tem qualquer importância.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8, 32)
O Cristão sem formação de hoje, será o agnóstico, ateu ou PROTESTANTE de Amanhã
“Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança.” (I Pedro 3,15)
“Ama a Verdade, mostra-te como és, sem fingimento, sem receios… Se a Verdade te custa a perseguição, aceita-a, se te custa o tormento, suporta-o. E se, pela verdade, tiveres que sacrificar-te a ti mesmo e a tua vida, sê forte no sacrifício” (São José Moscati)
“O bom protestante torna-se católico e o mau católico torna-se protestante”
Santo Agostinho: Fora da igreja existe milagres, fora da igreja existe amor, fora da igreja existe bênção, fora da igreja existe bondade, mas fora da igreja CATÓLICA Não existe salvação.
“O Estudioso Protestante torna-se Católico e o Ignorante e Preguiçoso Católico, se Torna Protestante”
Católico Formado e Informado é um Católico Preparado!
Católico que não estuda vira Protestante, Protestante que estuda realmente vira Católico
Católicos mal instruídos viram protestantes! Protestantes bem instruídos viram católicos! Fato!
Tenho dito: aquele que tem compromisso com a Verdade torna-se católico ou permanece católico. Aquele que tem compromisso com o próprio ego, tenta refutar o irrefutável. Contra fatos não há argumentos. Mas contra a fé não há fatos. Ora, se num universo absoluto a Verdade é única, logo, aquele que está em comunhão com a Verdade, também está em comunhão com Cristo.
Atacar é para os ignorantes; reconhecer, é para quem quer saber a verdade!
Nada pode mudar a verdade, só se pode buscá-la, reconhecê-la e segui-la. (São Maximiliano Kolbe)
O Pior Cego(Cristão) é aquele que não quer ver e o Pior ignorante(Cristão) é aquele que não quer Aprender
Levar os Homens à verdade é o maior benefício que se pode prestar aos outros (São Tomas de Aquino)
“Todos vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério(sacerdócio) como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido. (“Santo Inácio de Antioquia, discipulo do apostolo João, Ano 107 A.D, Carta aos Cristãos de Esmirna .)
“Devemos Amar a Verdade, que é o Fundamento Irremovível da nossa Fé” (São Padre Pio)
Não se opor ao erro é aprová-lo, e não defender a verdade é suprimi-la; e a nossa negligência em defender a verdade, quando podemos fazê-lo, é tão pecado quanto incentivar o erro. ” Papa São Félix III
Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar “Eis o Lobo” quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado (São Francisco de Sales)
A verdade deve ser dita com Amor, mas o amor NUNCA pode impedir a verdade de ser dita (Santo Agostinho de Hipona)
Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.
# O Verdadeiro Amor está baseado na verdade, quando se tira a verdade, isso não é amor, é Sentimentalismo (Papa Bento XVI)
Não existe santidade sem Amor. E não pode existir Amor sem a verdade. Ora, assim como só se pode dar a saúde combatendo a doença, também só se pode defender e ensinar a verdade, condenando o erro oposto a ela. ( Papa Bento XVI)
“Só na verdade é que o amor refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é luz que dá sentido e valor ao amor. Esta luz é simultaneamente a luz da razão e a da fé, através das quais a inteligência chega à verdade natural e sobrenatural do amor: identifica o seu significado de doação, acolhimento e comunhão. Sem verdade, o amor cai no sentimentalismo. O amor torna-se um invólucro vazio, que se pode encher arbitrariamente. É o risco fatal do amor numa cultura sem verdade; acaba prisioneiro das emoções e opiniões contingentes dos indivíduos, uma palavra abusada e adulterada chegando a significar o oposto do que é realmente. A verdade liberta o amor dos estrangulamentos do emotivismo, que a despoja de conteúdos relacionais e sociais, e do fideísmo, que a priva de amplitude humana e universal. Na verdade, o amor reflete a dimensão simultaneamente pessoal e pública da fé no Deus bíblico, que é conjuntamente «Agápe» e «Lógos»: Caridade e Verdade, Amor e Palavra” (Bento XVI, Caritas in veritate, n 03).
Com Santo Agostinho concluímos: “Amai muito a inteligência e a compreensão da verdade. Pois é necessário bem compreender para crer verdadeiramente”. (Por melhor que seja a sua intenção, se você comprar uma joia falsa, você estará no prejuízo. E em se tratando da salvação, já pensou que prejuízo!!!)
CONTRA FATOS HISTÓRICOS, ARQUEOLOGICOS, DOCUMENTAIS E LÓGICOS NAO É POSSIVEL EXISTIR ARGUMENTOS….E PONTO FINAL!!
Título Original: Ex-Evangélico explica as 13 razões Bíblicas que o levaram a virar católico
Site: Front Católico
Editado por Henrique Guilhon

Adorar e venerar, dois atos completamente distintos

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Tocando nesta incomodante ferida social religiosa, este assunto, completamente deturpado no meio protestante, tem que ser tratado com a total clareza merecida. Toda palavra tem sua formação e não é composta sem seu significado concreto. A palavra IDOLATRIA, tem na sua composição, a saber: ÍDOLO+LATRIA, onde o ÍDOLO, longe de significar uma simples imagem, significa em sua profundidade, qualquer coisa que seja posta no lugar de Deus na vida do indivíduo. Seja este o dinheiro, posição social, pessoas, etc. Já o LATRIA que é o ADORAR, é um ato, um “sentimento” de amor único e inteiro, que só é devido ao Criador, ou seja, da criatura para o Criador, de mim para o meu Deus. E vem então, algo estarrecedor, uma atitude que deixa qualquer um que entende do assunto, de certa forma, “boquiaberto”: Sendo o LATRIA, um sentimento, e, só quem sabe que o tem, é a pessoa que sente, como alguém pode acusar um outro de adorar algo? A desculpa de ajoelhar-se perante uma imagem, nunca comprovará nada. Ela estará se prostrando a tal imagem, por respeito, por VENERAÇÃO. Há vários atos de prostração, na Bíblia, onde quem o faz, age por respeito e não por adorar: “Joab foi ter com o rei e contou-lhe tudo. Absalão foi chamado, entrou à presença do rei e prostrou-se diante dele com o rosto por terra. E o rei o beijou. (II Samuel 14, 33)”, “E dirigindo-se a um cusita: Vai ter com o rei, disse-lhe, e anuncia-lhe o que viste. O cusita prostrou-se diante de Joab e partiu correndo. (II Samuel 18, 21)” , “A mulher veio, pois, de Técua, e apresentou-se ao rei; lançou-se por terra e prostrou-se, dizendo: Salva-me, ó rei, salva-me! (II Samuel 14, 4)” . “Aquimaas, chegando, disse ao rei: Salve! e prostrou-se diante dele com a face por terra. Depois ajuntou: Bendito seja o Senhor, teu Deus, que te entregou os homens que ergueram a mão contra o rei, meu senhor. (II Samuel 18,28)”. Uma pessoa, por exemplo, pode está almoçando na casa de um amigo, mas só pelo ato de está almoçando, não significa que o mesmo esteja gostando totalmente da comida. Ela pode está comendo para não causar alguma desfeita. Ou seja, por um simples ato, ninguém pode “taxar” alguém de “adorar” algo. Quem sabe o que sente é a pessoa. Há algo talvez mais impressionante ainda. É alguém querer que, uma pessoa que sabe que o que ela sente por Deus, só sente por Ele, querer que essa pessoa imagine que ela tenha tal sentimento por algo, por uma imagem, etc. É o cúmulo do absurdo. Tenho imagens em minha casa e não sinto por elas, o que sinto unicamente por Deus. São simples imagens e toda pessoa de sã consciência sabe muito bem que uma imagem, uma foto, são representações de uma pessoa e não A PESSOA. 
Henrique Guilhon
André Botelho
Entender a diferença entre venerar e adorar é de suma importância para o nosso crescimento como cristãos.
Adorar e venerar são duas formas de culto presentes na vida da Igreja. Embora elas sejam diferentes, muitos católicos fazem uma grande confusão entre as duas.
Adoração é o culto que prestamos exclusivamente a Deus
“Adorar a Deus é reconhecê-Lo como tal, Criador e Salvador, Senhor e Dono de tudo quanto existe, Amor infinito e misericordioso. ‘Ao Senhor teu Deus adorarás, só a Ele prestarás culto’ (Lc 4, 8) – diz Jesus, citando o Deuteronômio (Dt 6, 13)” (Catecismo da Igreja Católica, n. 2096). A adoração é chamada de “culto de latria” (do grego latreou, que significa “adorar”). “Adorar a Deus é reconhecer, com respeito e submissão absoluta, o ‘nada da criatura’” (idem, n. 2097).
Venerar é o culto prestado aos santos e às imagens e relíquias que os representam
Venerar significa honrar; é chamado de “culto de dulia” (do grego douleuo). Também recebe o culto de dulia a Palavra de Deus, ou melhor, os sinais da Palavra de Deus, especialmente a Sagrada Escritura, o evangeliário e o lecionário (esses últimos livros litúrgicos possuem partes da Palavra de Deus contida nas Sagradas Escrituras). Existe também o “culto de hiperdulia”, que é prestado a Nossa Senhora.
A veneração, por sua vez, tem sentido quando se refere a honrar uma pessoa ou um objeto que nos remete a Deus. Claro, fora do âmbito religioso existe a prática de venerar e honrar pessoas, lugares, entre outros. Porém, a veneração, enquanto culto cristão, não tem outro sentido senão valorizar algo, um sinal que nos remete a Deus e Seu chamado de conversão a nós.
A veneração é um culto, muitas vezes, incompreendido pelos protestantes e evangélicos; e muitas vezes, a falta de conhecimento e formação de alguns fiéis católicos em nada ajuda esses nossos irmãos nesse sentido. Contudo, muitas vezes, mesmo sem o saber, eles também veneram sinais que os remetem a Deus, e nisso fazem confusão maior ainda.
Confusão de culto
Apegados à Antiga Aliança, os protestantes veneram os sinais próprios dessa fase da Revelação, como a Arca da Aliança, a menorah (candelabro de 7 velas), o Templo de Jerusalém, as pedras da Lei, entre outros. Essa contradição só não é mais evidente porque os grandes sinais da Antiga Aliança desapareceram. Mas a grande confusão de culto deles se dá em relação à Bíblia.
A Palavra de Deus a qual adoramos é Jesus, o Verbo Encarnado, Palavra eterna do Pai, Pessoa viva da Santíssima Trindade. A Sagrada Escritura é expressão inspirada e infalível dessa mesma Palavra, mas, mesmo sendo assim, não deixa de ser um livro. Que o leitor preste atenção nesta sutil, mas importantíssima diferença: a Bíblia é Palavra de Deus, mas a Palavra de Deus não é a Bíblia, a Palavra de Deus é Cristo. A Bíblia e seus conteúdos escritos – todos escritos em contextos históricos específicos, culturais, geográficos, sociais, entre outros – devem ser honrados por nós, venerados pelos cristãos.
Confusão em relação aos santos e imagens
A Palavra de Deus não pode se restringir a um livro, por mais sagrado que este seja. Essa confusão leva os protestantes a ter uma relação de adoração à Bíblia, o que os faz desprezar as outras fontes de Revelação que Deus deixou para a Sua Igreja. Essa confusão é muito mais nociva à fé do que a confusão feita pelos fiéis católicos com relação aos santos e suas imagens. Isso porque os protestantes o fazem por uma questão de conceito, enquanto os fiéis católicos que fazem essa confusão, fazem-na por ignorância.
Fica evidente a importância de compreender a relação que devemos ter com as coisas santas. 
Devemos cultuá-las, porém, da maneira correta. Que os erros não nos desanimem de prestar o devido culto a esses tesouros que Deus deixa no meio dos homens, para que, olhando para eles e os venerando, possamos encontrar a face d’Aquele que é o Único a quem nós adoramos.
André Botelho
André L. Botelho de Andrade é casado e pai de três filhos. Com formação em Teologia e Filosofia Tomista, Andrade é fundador e moderador geral da comunidade católica Pantokrator, à qual se dedica integralmente.
Título Original: Qual é a diferença entre venerar e adorar?
Site: Formação Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon
%d blogueiros gostam disto: