Viver no Senhor – Um blog a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana. – – – Sejam Todos Bem-Vindos! Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la. Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, etc, etc. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los, em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

Posts marcados ‘Reflexão’

Dom Aloísio Alberto Dilli, afirmou ser indispensável o esforço de todos na participação no cuidado da vida, contudo, garantiu que sem a oração que pede o auxílio de Deus, o Criador, as ações serão insuficientes

CNBB
O tempo da Quaresma é propício para um processo de conversão, de mudança de vida, sobretudo na relação com Deus, com os outros e o mundo criado. Não é a toa que a Campanha da Fraternidade 2020 faz um convite para renovar as relações, dando destaque à expressão “mútuo cuidado”. Para que se alcance tal objetivo, sobretudo em tempos de pandemia, o bispo de Santa Cruz do Sul, dom Aloísio Alberto Dilli, afirmou ser indispensável o esforço de todos na participação no cuidado da vida, como dom e compromisso. Contudo, garantiu que sem a oração que pede o auxílio de Deus, o Criador, as ações serão insuficientes.
Também o bispo de Marabá, no Pará, dom Vital Coberllini, afirmou estarmos passando por um período difícil na humanidade, mas pediu que todos tomem atitudes de solidariedade, de fraternidade entre os povos e as pessoas a partir das pessoas idosas e dos excluídos da sociedade. “Nós não podemos ficar indiferentes diante da outra pessoa que está sofrendo por causa do Coranavírus ou que está afetada por outra doença”, disse o bispo.
Com parte da população mundial agora em situação semelhante — quarentena, autoisolamento e outras medidas por medo do vírus —, pessoas estão buscando maneiras de seguir adiante. Na Itália, pessoas cantam juntas nas janelas; pelo mundo, jovens oferecem fazer compras para pessoas mais velhas que não podem fazê-lo, e pessoas sob quarentena batem palmas para médicos que estão cuidando da população infectada.
Em momentos como esse, o bispo referencial da Pastoral da Saúde, dom Roberto Francisco Ferrería Paz, afirmou ser importante mantermos gestos de ternura. “Gestos de solidariedade, de alegria, de sorriso, olhares positivos, compreensivos, elogios, apoios, encorajamento, profecias positivas no sentido de otimizar as pessoas mostrando as virtudes que elas têm, ser paciente, compreensivo, ajudá-las é importante neste momento”, disse o bispo.
De acordo com ele, nada é mais apreciável no momento do que mostrar sempre um semblante animado, sem julgar. “Acho que isso faz muita diferença nessa hora, porque o isolamento a gente combate com carinho, ternura, mostrando que a pessoa é especial para nós”, disse. Esses pequenos gestos, segundo dom Roberto, podem alcançar o coração e fazer a diferença. “O amor gera a ternura, mas ternura purifica, transforma o amor”, finalizou.
Foto de Capa: STR / AFP
Título Original: Em meio à pandemia, bispos afirmam ser importante manter gestos de solidariedade
Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

Não posso viver uma falsa conversão

Monsenhor Jonas Abib

Deus quer a nossa conversão

As crianças, na praia, constroem seus castelos de areia e depois o derrubam, chutam tudo. O inimigo deste mundo faz igual às crianças. O demônio constrói todo um império com injustiças, maldades, ganâncias, doenças, drogas… Tudo a custo de sangue e guerras! E muitas pessoas foram atrás dele.

Agora, ele vai fazer igualzinho às crianças na praia, vai chutar todo esse império e todas as pessoas que estiverem envolvidas com ele.

As pessoas que usam de todos os meios para ter dinheiro e poder criam misérias, mortes, abortos e devastam povos. Essas pessoas estão sob o julgo do inimigo e ele vai destruí-las.

É hora de sairmos dos castelos que ajudamos a construir, porque nenhum de nós pode viver uma falsa conversão. Não podemos nos dizer “convertidos”, mas continuarmos levando uma vida de pecadores, injustos, egoístas, impuros, maliciosos, depravados e corruptos. Não dá para ficar na frente do Senhor de cara lavada, dizendo uma coisa e sendo outra, pois o joio e o trigo serão separados.

É hora de sermos inteiramente do Senhor.

Deus o abençoe!

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Site: Padre Jonas Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

A mobilidade humana, com seus intensos fluxos, rompe cada vez mais as fronteiras em todo o mundo

Fé Católica
A mobilidade humana, com seus intensos fluxos, rompe cada vez mais as fronteiras em todo o mundo, o que exige nova consciência global. As misérias, violências e descompassos são universalizados: batem às portas de governos, oligarquias acomodadas nos seus confortos e exigem novas posturas, de todos os cidadãos e cidadãs. Equívoco é pensar que o migrante é um problema, pois, mais que simples slogan de campanhas humanitárias, a verdade é que somos todos migrantes. Nesse sentido, o fenômeno doloroso e desafiador das migrações, motivadas pela violência e pela miséria, em escala assustadora, exige a mobilização da sociedade na busca por solução.
No contexto brasileiro, as migrações, ao longo da história, trouxeram sempre novas exigências e ajudaram a compor novo mapa civilizatório, possibilitaram conquistas, mas trouxeram também problemas, a exemplo dos preconceitos e discriminações. Um processo de avanços e retrocessos. Mais recentemente, há aproximadamente cinco anos, o Brasil tornou-se destino dos que buscam sobreviver dentro da crise humanitária contemporânea, que afeta o contexto geopolítico mundial. Um cenário que envolve a Venezuela e a sua realidade desafiadora, com complexidades que estão urgindo soluções capazes de evitar a multiplicação de refugiados.
No Brasil, o Estado de Roraima é a porta de entrada de venezuelanos e haitianos em um fluxo migratório que desmascara lógicas políticas e econômicas na contramão da paz e da justiça. Dos órgãos internacionais e nacionais diretamente envolvidos são exigidas medidas que garantam a superação dessas lógicas, o que requer também novas posturas e lúcida compreensão da sociedade mundial. Sinaliza a gravidade do desafio contemporâneo a constatação de que o cenário laboral despreparado na sociedade brasileira precisa, ainda, conseguir promover a inclusão de migrantes. Uma situação que urge velocidade em ações pela força de irrenunciável solidariedade. A dura realidade da migração venezuelana, na rede de outras migrações, é um clamor gritante, a ser ouvido por todos, com urgentes providências, adotadas por diferentes segmentos sociais e instâncias do poder. As realidades migratórias devem inspirar nova e urgente compreensão da vida como dom e compromisso.
Desconhecer a realidade de migrantes ou assumir uma “capa acética”, distante, tentando tornar-se imune à dor do outro, significa contribuir para o próprio fracasso ou para alimentar estreitamentos de todo o tipo. A cobrança será cara e amarga. A sociedade está convocada a conhecer e a se envolver cada vez mais, de modo adequado, na busca de soluções para as crescentes crises humanitárias em curso. Iniciativas solidárias, a exemplo da Operação Acolhida do Exército Brasileiro, contracenando com o trabalho de ONG’s internacionais, com as ações efetivas de diferentes confissões religiosas, incluindo a Igreja Católica, com suas instituições e programas, articulados pela Diocese de Roraima.
No horizonte do compromisso com os migrantes, reconhecendo a urgência de novas ações solidárias e de se fortalecer as que já estão em curso, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), neste tempo da Quaresma, se une e se dedica ainda mais aos refugiados, gerando fortes ecos no coração da Igreja Católica no Brasil, com o objetivo de contribuir para superar as situações dolorosas. Muito se está fazendo, louvavelmente. Mas, ainda é grande a lista de carências, o que demanda diferentes formas de generosidade, partilhas e novas posturas. A Região Centro-Sul do Brasil, pelos muitos quilômetros que a separam de Roraima, ainda tem uma visão distante da realidade dos muitos que atravessam a fronteira do País. Precisa, pois, trilhar longo caminho de aprendizagem e escuta, para ajudar mais, nos vários modos possíveis – partilhar bens e garantir aos que sofrem o fundamental para a sobrevivência digna; contribuir para a inclusão no mercado de trabalho, com medidas que, de fato, ajudem a diminuir o problema do desemprego no Brasil.
Impossível não se comover ao encontrar dezenas de crianças que necessitam de carinho e de cuidados, da alimentação à educação. Não se pode deixar de acolher a advertência de que a realidade dos refugiados é desafio que diz respeito a todos, não importa a região que se habita. A mobilidade humana provocada por crises humanitárias, as crescentes violências, os vírus que se proliferam e tantas outras dolorosas realidades não vão deixar ninguém sossegado no bem viver que achou ter encontrado. Somos todos migrantes, convocados a deixar lugares e a nos mover pelas exigências do viver humano, que requer solidariedade.
Diante do que está ocorrendo e que exige mudanças de hábitos e práticas – a partir da compreensão de que a vida é dom e compromisso -, deve-se orar e deixar-se tocar pela súplica saída do coração do Papa Francisco: “Deus de misericórdia e Pai de todos, acordai-nos do sono da indiferença, abri os nossos olhos às tribulações dos migrantes, e libertai-nos da insensibilidade, fruto do bem-estar mundano e do confinamento em nós mesmos”. Cresça a consciência de que todos são migrantes – estamos sempre a percorrer um caminho – para alcançar a lucidez existencial da solidariedade, fundamental para edificar um mundo novo, na justiça e na paz.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Título Original: Todos migrantes
Site: Fé Católica 
Editado por Henrique Guilhon

O ser humano pode fazer festa, mas Deus dá a alegria


Acampamento Vem Louvar


Márcio Mendes. Foto – Larissa Ferreira/cancaonova.com

 
Eventos Canção Nova
Márcio Mendes
Festa acontece em qualquer lugar; até mesmo nos lugares onde acontecem as guerras mais monstruosas acontecem festas. Fazer festa é a coisa mais fácil do mundo! É preciso um pouco de comida, uma música e gente. 
Certas festas que nos fazem bem, dão-nos uma alegria tão grande, porém, existem outras que fazem a gente ter a sensação de que perdeu a vida que estava dentro de nós. O ser humano pode fazer festa, mas é Deus quem dá a alegria. Portanto, quando acabar esse carnaval, você estará transbordando de alegria em Deus. 
Você veio buscar algo? Vai receber Deus! E Ele é muito melhor do que você poderia pedir, pois quem tem Deus tem tudo! Diga a si mesmo: “Eu tenho Deus, eu tenho tudo”. Convido-o a pendurar todas as suas preocupações em Nosso Senhor Jesus Cristo. Talvez, você esteja preocupado com seu filho, com seus pais, seu esposo, namorado que ainda não estão no caminho de Deus; tenha a certeza de que Deus está cuidando do que é seu. A sua parte é permitir que o Senhor encha e ocupe o seu coração. 
“Deus fazia milagres extra­or­dinários por intermédio de Paulo, de modo que lenços e outros panos que haviam tinham tocado o seu corpo eram levados aos enfermos; 12.e afastavam-se deles as doenças e retiravam-se os espíritos malignos. 13.Alguns judeus exorcistas que percorriam vários lugares inventaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que se achavam possessos dos espíritos malignos, com as palavras: “Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega”. 14.Assim procediam os sete filhos de um judeu chamado Cevas, sumo sacerdote. 15.Mas o espírito malig­no replicou-lhes: “Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vós, quem sois?”. 16.Nisso, o homem possuído do espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois deles e subjugou-os de tal maneira, que tiveram de fugir daquela casa feridos e com as roupas estraçalhadas. 17.Este caso tornou-se (em breve) conhecido de todos os judeus e gregos de Éfeso, e encheu-os de temor e engrandeceram o nome do Senhor Jesus. 18.Muitos dos que haviam acreditado vinham confessar e declarar as suas obras. 19.Muitos também, que tinham exercido artes mágicas, ajuntaram os seus livros e queimaram-nos diante de todos. Calculou-se o seu valor, e achou-se que montava a cinquenta mil moedas de prata. 20.Foi assim que o poder do Senhor fez crescer a palavra e a tornou sempre mais eficaz.” (Atos dos Apóstolos, 19, 11-20)
Você sabe por que os Espíritos maus eram expulsos na presença de Paulo? Porque ele era um homem cheio da presença de Deus, era um homem que transbordava o Espírito Santo. Meus amigos, existem coisas que você não compra de forma nenhuma, e a alegria é uma delas. Só Deus pode nos dá-la. Você consegue ficar bêbado, entorpecido, maconhado, mas alegre não! A alegria não vai embora com o carnaval; a verdadeira alegria permanece ainda que no sofrimento. Em uma pessoa alegre, dificilmente o demônio consegue entrar, pois a alegria exorciza o mal. 
Onde o nosso Deus chega, Ele é capaz de salvar. Assim como Paulo, eu e você precisamos transpirar a graça de Deus, a graça do Espírito Santo, para que as pessoas que se achegarem a nós façam uma experiência com o Senhor. 
O que é rezar? É você entrar na tenda com Deus. Quando entramos na tenda de Deus, qualquer coisa pode acontecer. Não vivemos essa experiência somente na Canção Nova, basta orar! Orar é entender, e você só entende uma pessoa quando você entra na realidade dela, você só entende o Senhor se você entra na tenda com Ele. E quando você entra na tenda com Deus, Ele também entra com você e também compreende o que você vive. 
Se você levar para sua casa um material radioativo, o que vai acontecer? Você e sua família morrerão, porque você colocou na sua casa um material que leva à morte. Imagine só o que vai acontecer se você levar Deus para sua casa! Quando todo o seu ser se coloca em Deus, nenhum mal pode resistir. 
Transcrição e adaptação: Rogéria Nair
Site: Eventos Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

Conversando com Deus

Web

Cléofas
Textos do livro Para estar com Deus, Conselhos de Vida Interior
Vamos começar as nossas reflexões sobre a vida interior dedicando algumas meditações à oração, que é respiração da alma, o bater do coração cristão, uma necessidade vital para os filhos de Deus.
Para início de conversa, lembremos que fazer oração é falar com Deus. A bíblia diz que Deus e Moisés conversavam como um homem fala com seu amigo (Ex 33,11). Jesus, que é Deus feito homem, conversava com os apóstolos, com Marta e Maria…, e os chamou de “amigos” (Jo 15,15).
Os verdadeiros amigos (que não são muitos) falam com confiança, de alma aberta. Sabem escutar um ao outro, contam-se o que trazem no coração, abrem-se com plena sinceridade. Assim deveria ser a nossa oração, ou seja, a nossa conversa com Deus.
Mas você talvez me diga: “Eu falo, eu digo coisas a Deus, melhor ou pior, mas falo. Falo – em voz alta ou mentalmente – sempre rezo: Pai nosso! Jesus, eu te amo!, etc. Não digo que seja fácil rezar de verdade, mas o que não sei mesmo é como posso ouvir a Deus. Em que consiste ouvir a Deus?”
Boa pergunta e, além disso, muito importante. Porque a oração deve ser diálogo e não monólogo: eu não converso com Deus se só eu fico falando e me escuto apenas a mim mesmo.
Sobre o modo de ouvir a Deus, sobre as condições do coração para ouvir a Deus, a maneira de ter certeza de que o escutamos a Ele, e não a nós mesmos, há muitas coisas interessantes a dizer, coisas que procuraremos comentar em outras páginas deste livro. Mas, para começo de conversa, vale a pena adiantar algumas dicas:
Primeiro, só escutar quem quer escutar, ou seja, a primeira condição é desejar que Deus nos fale ao coração; não há pior surdo eu o que não quer ouvir.
Em segundo lugar, não se trata de pedir milagres: não vamos pretender que Deus apareça e nos fale ao ouvido com palavras sonoras. Deus, como diz o profeta Oséias, fala ao coração (Os 2,14).
Mas, mesmo sem o som das palavras, Deus, que sempre nos vê, nos ouve e nos ama, tem muitos modos de nos falar ao coração. Lembraremos agora só alguns, tendo em conta que esses modos serviram a muitos santos para ouvir coisas decisivas para a vida, que Deus lhes comunicava.
Como diz a Carta aos Hebreus, Deus que, ao longo da história, falou muitas vezes e de muitos modos, pelos profetas, nestes dias (que duram desde que Cristo nasceu até que o mundo acabe) nos falou por meio do Filho, Jesus (Hb 1,1-2). Onde é que ouviremos o que Jesus nos diz, a você, a mim? Nas páginas dos quatro Evangelhos. Leia-os devagar, leia um pouco todos os dias, leia com toda a atenção, e pense: é uma carta íntima, confidencial, que Deus escreveu para mim; sempre me dirá alguma coisa.
Deus diz-nos muitas coisas por meio dos bons livros espirituais cristãos. Sugiro, por exemplo, começar a ler, sem pressa, o livro Caminho, de São Josemaria Escrivá, ou outro livro de espiritualidade cristã.
Deus nos fala também, e de modo muito especial, por meio das inspirações do Espírito Santo: bons pensamentos que nos sugere, bons sentimentos, luzes espirituais que de repente mostram soluções para problemas, ou alertas interiores – como sinais vermelhos que se acendem – sobre os nossos caminhos errados, ou apelos para servir os outros e assumir tarefas de apostolado. São inspirações que captamos claramente e que, para serem autênticas, devem ter quatro características:
– Não sejam contrárias à santa Lei de Deus;
– Sempre nos impulsionem a amar mais a Deus e aos outros;
– Ajudem-nos a cumprir com amor os nossos deveres;
– Deixem a alma cheia de paz.
Finalmente, Deus se utiliza, para nos falar, dos conselhos de pessoas boas, de bons cristãos bem formados, que têm doutrina e trato íntimo com Deus. Lá no fundo da alma, nós percebemos quando é que esses conselhos estão “na linha de Deus” e não na linha egoísta do que “nós gostaríamos de ouvir”. Especial destaque merecem os conselhos do diretor espiritual, se o tivermos.
Por ora, fiquemos com estas reflexões, que são apenas um esboço de muitas outro as que iremos fazendo mais amplamente nos próximos capítulos.
FAUS, Francisco. Para estar com Deus, Conselhos de Vida Interior. 2ª ed. Editora Cultor de Livros: São Paulo, SP,2012.p.10
Título Original: Deus sempre nos fala
Foto: Web
Site: Cléofas
Editado por Henrique Guilhon

Pe. Fábio, após quase cancelar show em cima da hora: “A graça divina me socorreu”

Padre Fábio de Melo (Divulgação)

Aleteia
“Foi um grande desafio físico e emocional. Minutos antes, eu pedia a Deus que me arrancasse dali e me colocasse dentro da minha casa”
De acordo com o blog Ancoradouro, do jornal cearense O Povo, a participação do pe. Fábio de Melo num show comemorativo em Fortaleza no último 16 de novembro estava prevista para começar às 21h, mas o sacerdote só pôde subir ao palco em torno às 22h15, sob grande expectativa do público.
O espetáculo, que celebrava os 43 anos da rádio FM 93, foi uma realização do Movimento Amare, fundado pelo padre jesuíta Eugênio Pacelli a fim de promover a ação social e a caridade da Igreja junto a comunidades carentes de Fortaleza e Região Metropolitana. Parte da arrecadação será destinada a famílias de vítimas do Edifício Andrea, que desabou na capital cearense no último dia 15 de outubro.
Além do pe. Fábio, participaram artistas locais como a missionária consagrada Suely Façanha, da Comunidade Católica Shalom, a também consagrada Ticiana de Paula, da Comunidade Um Novo Caminho, e o cantor Philipe Dantas.
Já conhecido pela sinceridade e abertura com que fala dos seus próprios desafios, entre os quais o de lidar com a depressão, o pe. Fábio relatou, depois, o que tinha acontecido nos bastidores do seu atraso:
“Boa parte da minha vida eu passei nas estradas. Por conseguinte, nelas que eu adoeço. Ontem, o show de Fortaleza foi um grande desafio: físico e emocional. Minutos antes de subir ao palco, eu pedia a Deus que me arrancasse dali e me colocasse dentro da minha casa”.
Ele completou o desabafo relatando como conseguiu superar mais aquele desafio:
“A graça divina me socorreu de forma muito concreta: através do povo que me esperava. Obrigado, Fortaleza! A noite foi de bênçãos para mim”.
De fato, momentos emocionalmente complexos e desafiadores são mais facilmente superados quando se conta com o carinho do próximo. Às vezes, apenas com a nossa presença acolhedora, podemos fazer o bem de formas inimagináveis a alguém que está precisando profundamente de um simples gesto nosso de acolhimento.
 
Site: Aleteia
Editado por Henrique Guilhon
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